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Exposição reúne telas que dialogam entre o claro e o escuro. Mostra fica em cartaz, até 28 de maio, na Galeria de Arte GTO

BELO HORIZONTE (17/04/2014) - Foi aberta, na noite dessa quarta-feira (16/04), a exposição Paisagem | Retiro que reúne os trabalhos mais recentes do artista belo-horizontino Rafael Zavagli. A mostra fica em cartaz na Galeria de Arte GTO do Sesc Palladium, até o dia 28 de maio, e a visitação pode ser feita de terça-feira a domingo, das 9h às 21h. A entrada é gratuita.

As obras expostas fazem um diálogo entre a paisagem pictórica e a paisagem da cidade, criando conexões entre a arte, a imaginação e o cotidiano das pessoas. Segundo Rafael Zavagli, “a exposição é composta por pinturas que convidam o público a parar, refletir e questionar o seu tempo e a sua relação com o espaço”.

A curadora da mostra, Sara Moreno, destaca que essa é uma oportunidade que o público da capital mineira aguardava, pois o artista não expunha em BH há alguns anos, e com novidades com relação ao que já foi visto em outras oportunidades. “Está exposta toda a produção recente do Rafael. São obras em grandes e pequenos formatos, bastante diferente do que ele já mostrou”, salienta.

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Foto: Tarcísio de Paula/Sesc


O claro e o escuro

As telas que compõem a exposição Paisagem | Retiro compreendem um período relativamente longo da produção de Rafael Zavagli, que vai de 2011 a 2014, e apresentam um paralelo entre o claro e o escuro. O artista ressalta que o contraponto foi fundamental para complementar a base, que são as paisagens e contemplam mudanças que ocorreram durante a trajetória. “É legal ver como é a passagem das pinturas mais claras para as pinturas mais escuras ao longo do tempo. Dá para fazer diversos tipos de leituras”, afirma.

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Foto: Tarcísio de Paula/Sesc


Além da exposição

No dia 17 de maio, das 11h às 17h, Rafael Zavagli vai ministrar uma oficina de experimentação em pintura explorando a fotografia como ferramenta. O curso será no Mezanino do Sesc Palladium, as inscrições são gratuitas e devem ser feitas pelo e-mail O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo. . As vagas limitadas.

Já no dia 23 de maio, das 17h às 19h, os artistas Rafael Zavagli e David Magila, que expõe em maio seu trabalho no Projeto Parede, participam de um encontro com o público, no Espaço Multiúso do Sesc Palladium, onde irão apresentar seus processos criativos. Ambos exploram a fotografia como recurso para produção pictórica. A entrada é gratuita, com retirada de senha 2h antes do evento. Espaço sujeito a lotação.

A próxima edição do projeto ocorre em 24/04, no Teatro de Bolso Júlio Mackenzie

BELO HORIZONTE (16/04/2014) - O Sesc Palladium dá continuidade à programação do projeto Salve o Compositor! Mostra da Canção Popular Mineira e, convida para a próxima edição, o cantor e compositor mineiro Pablo Castro. A proposta desse recente projeto é promover a abertura de espaço para divulgação de novos autores da música produzida em Minas Gerais. O evento ocorre no Teatro de Bolso Júlio Mackenzie e a entrada será mediante a entrega de 1 kg de alimento não perecível para o Programa Mesa Brasil Sesc ou R$10. A retirada de ingressos será 2h antes da apresentação. Espaço sujeito a lotação.

Pablo Castro, que acaba de lançar seu primeiro disco solo, intitulado Anterior, agora apresenta um novo repertório, que estará presente em seu próximo disco, Gatilho. Entremeado de canções de seus trabalhos anteriores, o show apresentará a formação de violão, baixo, piano, percussão e voz, mais intimista e minimalista, mas mantendo a incisividade das letras, das harmonias e das melodias que distinguem seu trabalho autoral. A voz do cantor é o fio condutor da nova safra de canções compostas por ele, e o cerne de sua produção criativa perpassa paisagens, ideias, questionamentos e devaneios, sem perder os pés no chão que caracterizam sua dicção criativa.


SERVIÇO

Evento: Projeto Salve o Compositor! Mostra da Canção Popular Mineira, apresenta: Pablo Castro
Data: 24/04
Horário: 20h
Local: Teatro de Bolso Júlio Mackenzie do Sesc Palladium (Av. Augusto de Lima, 420, Centro)
Entrada: 1 kg de alimento não perecível para o Programa Mesa Brasil Sesc (ou R$10). Retirada de ingressos 2h antes da apresentação. Espaço sujeito a lotação.
Duração: 1h30
Classificação: livre

História de autor libanês inspira espetáculo teatral e longa-metragem

Guerras, exílios, perdas e injustiças marcam a peça Incêndios protagonizada por Marieta Severo. O espetáculo cumpre temporada de 27 a 29 de março no Grande Teatro do Sesc Palladium (quinta e sexta-feira, às 21h e sábado, às 20h). Escrita pelo autor libanês Wajdi Mouawad este texto já recebeu dezenas de prêmios pelo mundo. A obra deu origem a um longa-metragem homônimo, dirigido por Denis Villeneuve, e indicado ao Oscar de melhor filme estrangeiro. No dia 30 de março, domingo, às 19h, o filme será exibido no Cine Sesc Palladium.

A trama narra a história de vida da árabe Nawal, atormentada por décadas de uma guerra civil que parece nunca ter fim. Ela passa seus últimos anos em voluntário exílio no Ocidente, onde morre e deixa em testamento uma difícil missão, de encontrar o pai e também um irmão perdido em seu remoto passado no Oriente, para o casal de filhos gêmeos, Simon e Jeanne, interpretados pelos atores Felipe de Carolis e Keli Freitas. Juntam-se ao elenco os atores Márcio Vito, Kelzy Ecard, Fabianna de Mello e Souza, Isaac Bernat e Julio Machado.

O drama, que tem direção de Aderbal Freire-Filho, estreou em setembro de 2013 e já recebeu indicações dos principais prêmios do teatro brasileiro. Em parceria com o Sesc, o projeto Teatro em Movimento, coordenado pela Rubim Produções, traz essa montagem de peso nacional à capital mineira. O Teatro em Movimento é viabilizado com recursos da Lei Federal de Incentivo à Cultura, com o patrocínio do Instituto Unimed-BH e do Itaú.


SOBRE A PEÇA
Incêndios é a história de três destinos que buscam suas origens, em uma tentativa de solucionar a equação de suas existências”, resume o autor. A trajetória da protagonista encontra paralelo na vida de Mouawad, nascido no Líbano, mas radicado no Canadá desde a década de 1980. Encenado com sucesso em 15 países, Incêndios chegou às mãos de Marieta Severo e Aderbal pelo ator Felipe de Carolis, também produtor da atual montagem junto com Pablo Sanábio e Maria Siman. Responsável por sublinhar o caráter assumidamente teatral de recentes montagens como Jacinta (2012), Hamlet (2008), As Centenárias (2007) e O Púcaro Búlgaro (2006), Aderbal se viu estimulado pela dramaturgia de Mouawad. “Os textos são altamente poéticos ao falar das tensões entre homem e sociedade. Mesmo situando os personagens e ações em um contexto real, a peça não localiza geograficamente a ação, apenas sabemos que se trata de Ocidente e Oriente, as cidades têm nomes inventados e datas de fatos históricos são modificadas”, comentou.


SOBRE TEATRO EM MOVIMENTO
O projeto Teatro em Movimento, coordenado pela Rubim Produções, de Tatyana Rubim, foi criado há 13 anos, com o objetivo de descentralizar o acesso às grandes montagens do eixo Rio-São Paulo, promovendo a circulação das mesmos para outros Estados e, também, para pequenas cidades. Desde então, contabiliza 163 espetáculos, que somam mais de 490 apresentações, envolvendo cerca de 480 artistas, em 14 cidades, 27 teatros e público superior a 350 mil pessoas.


EXIBIÇÃO DO FILME ´INCÊNDIOS´
Para encerrar a programação de cinema do mês, o Cine Sesc Palladium apresentará, em 30 de março, às 19h, única sessão do filme Incêndios, de Denis Villeneuve. No elenco estão Lubna Azabal, Melissa-Désormeaux-Poulin e Maxim Gaudette.

 

SERVIÇO

Evento: Espetáculo teatral Incêndios, com Marieta Severo e elenco
Data: 27 a 29 de março
Horário: quinta e sexta, às 21h e sábado, às 20h
Local: Grande Teatro do Sesc Palladium (rua Rio de Janeiro, 1046, Centro)
Entrada: Plateia I: R$ 75,00 / Plateia II: 65,00/ Plateia III: R$50,00 (meia-entrada para maiores de 60 anos e para estudantes devidamente identificados)
Duração: 120 minutos
Classificação: 14 anos

Evento: Única sessão filme Incêndios - Filme de Denis Villeneuve, Canadá / 2010
Data: 30 de março
Horário: 19h
Local: Cine Sesc Palladium (Av. Augusto de Lima, 420, Centro)
Entrada: gratuita com retirada de ingresso 2h antes da sessão. O espaço está sujeito a lotação.
Duração: 130 minutos
Classificação: 14 anos

De 18/03 a 11/05, o artista Mosh apresenta seu trabalho. Entrada gratuita

BELO HORIZONTE (06/03/14) - A próxima edição do Projeto Parede, que ocorre no Foyer do Sesc Palladium, apresenta as cores e os traços rebuscados do artista belo-horizontino Mosh, conhecido pelas obras em grafitti, com signos místicos e personagens que misturam culturas e tradições através de alegorias. A partir desse mês, o projeto conta com uma novidade: além do público acompanhar a execução da obra ao vivo, entre 18 e 23 de março, será exibido um vídeo com o making off da obra, após o dia 25. Esse vídeo, realizado pela produtora Apiário, apresentará o processo criativo do artista na execução do painel.

 

SOBRE MOSH
Mosh é Técnico em designer gráfico pelo Senai; participou da Performance – Um Estranho na Cidade, que ocorreu na Praça Sete em 2005; esteve presente na I Bienal de Graffiti, em Belo Horizonte, em 2008 e no Work Shop sobre graffiti e intervenção urbana, em Juiz de Fora, em 2012; além disso, participou de exposições coletivas entre 2008 e 2011, na capital mineira.

 

SOBRE PROJETO PAREDE
O Projeto Parede acontece desde 2012 no Sesc Palladium, promovendo encontros inusitados do público com as Artes Visuais. Em edições periódicas, artistas ocupam o painel de 30m² instalado no Foyer Augusto de Lima, explorando imagens e técnicas diversas em uma obra inédita. Esse projeto fomenta a produção artística em Belo Horizonte ao convidar artistas locais e, nas edições especiais, trazer artistas de destaque nacional ou internacional que criam um diálogo com a cena local. No espaço de passagem do centro cultural, as pessoas convivem e acompanham o processo de trabalho do artista, conhecendo as sucessivas etapas do processo criativo nas Artes Visuais.

 

SERVIÇO

Evento: Projeto Parede Mosh + Apiário
Data: 18/03 a 11/05
Horário: Das 9h às 21h - de terça a domingo
Local: Foyer da Av. Augusto de Lima do Sesc Palaldium (Av. Augusto de Lima, 420, Centro).
Entrada: gratuita

Atividades ocorrem, de 23 a 29 de abril, em diversos espaços do centro cultural

BELO HORIZONTE (16/04/2014) - O projeto Mix Dança, realizado pelo Sesc Palladium, apresenta, de 23 a 29 de abril, uma série de atividades focadas na temática sobre a dança e conhecimento, contemplando ações de formação artística, como oficinas e debates, apresentações artísticas e exibições de vídeo danças. A edição de abril é especial em celebração ao Dia Internacional da Dança, comemorado em 29 de abril.

Para iniciar a programação, haverá exibição de duas mostras especiais: a Mostra Figuras da Dança, que exibe parte do acervo de documentários da São Paulo Companhia de Dança; e as Sessões de videodança Dança em Foco, que apresentam um recorte do Festival Internacional de Vídeo e Dança. A programação é gratuita e ocorre no Cine Sesc Palladium.

O público poderá conferir, também, a apresentação de três espetáculos: Darmstadt 58, em que a sonoridade origina-se das tensões entre dança e música, em um jogo de improvisação entre corpo, som e imagem; Guia Improvável para Corpos Mutantes, que apresenta a habilidade das crianças em pensar o corpo, reinventando-o, sendo o ponto de partida para um espetáculo que busca jogar com os sentidos possíveis e criar um universo imaginário e lúdico para o corpo que dança. Finalizando a programação de espetáculos, será apresentado Retina, uma peça em que cinco bailarinos, ao som de cinco jovens roqueiros que influenciaram sua geração e que morreram aos 27 anos – Janis Joplin, Jimi Hendrix, Jim Morrison, Kurt Cobain e Amy Winehouse – trazem à tona uma sinestesia do ouvir com os olhos.

Integrando a programação, Leonel Brum, um dos diretores fundadores dos festivais Dança em Foco (2003) e fundador dos festivais Dança Criança e Dança Brasil, ministrará um minicurso introdutório aberto a artistas, de diversos segmentos, interessados na área da videodança. Serão abordados aspectos conceituais e históricos das relações entre cinema, vídeo e dança. Os vídeos serão exibidos e comentados de modo a traçar reflexões sobre as diferentes abordagens e leituras possíveis das obras apresentadas. O objetivo é a formação de plateia e o incentivo à pesquisa e à produção local deste tipo de obra.

Além disso, haverá o lançamento da Revista Eletrônica Mapa D2, workshop com Ivani Santana e mesas de debates com convidados que abordarão temas sobre a os avanços e desafios da formação superior em Dança no Brasil.

Confira abaixo a programação completa:

 

23/04

17h: Mostra Figuras da Dança: Angel Vianna
Angel Vianna, um dos nomes mais importantes na pesquisa do movimento no Brasil, começou a dançar em Belo Horizonte, com Carlos Leite. Influenciou toda uma geração com seu conhecimento sobre o corpo. Hoje, além de ministrar aulas e palestras, tem uma faculdade que leva seu nome, no Rio de Janeiro.
Direção: Inês Bogéa e Moira Toledo
Classificação: livre / Duração: 26 minutos
Local: Cine Sesc Palladium
Entrada gratuita com retirada de ingresso 2h antes da sessão. Sujeito a lotação.


20h: Mostra Figuras da Dança: Antonio Carlos Cardoso
Antonio Carlos Cardoso iniciou sua aproximação com a dança em Porto Alegre, sua cidade natal. No início dos anos 1960, seguiu para o Rio de Janeiro, para o Corpo de Baile do Theatro Municipal, onde começou sua carreira profissional. Depois de ter trabalhado em companhias europeias, ajudou a mudar a direção da dança brasileira.
Direção: Inês Bogéa e Sérgio Roizenblit
Classificação: livre / Duração: 26 minutos
Local: Cine Sesc Palladium
Entrada gratuita com retirada de ingresso 2h antes da sessão. Sujeito a lotação.

 

24/04

18h: Mostra Figuras da Dança: Ruth Rachou
Uma das artistas fundamentais da dança moderna no Brasil, Ruth Rachou foi responsável pela disseminação de algumas dessas técnicas de dança moderna americana e, em 1972, abriu o Espaço de Dança Ruth Rachou, que, além de aulas regulares de técnicas de dança moderna e pilates, é um lugar de reflexão e diálogo sobre as artes cênicas.
Direção: Inês Bogéa e Sérgio Roizenblit
Classificação: livre / Duração: 26 minutos
B: Cine Sesc Palladium
Entrada gratuita com retirada de ingresso 2h antes da sessão. Sujeito a lotação.

 

25/04

17h: Mostra Figuras da Dança: Ismael Guiser
Argentino, Ismael Guiser chegou ao país em 1953 para ser solista do Ballet do IV Centenário a convite do próprio diretor. Guiser começou a dançar somente aos 18 anos, tornando-se solista do Balé de La Plata, em Buenos Aires. No Brasil, coreografou para sua própria companhia e fez trabalhos para grupos como o Balé do Teatro Municipal do Rio e o Cisne Negro.
Direção: Inês Bogéa e Antonio Carlos Rebesco
Classificação: livre / Duração: 26 minutos
Local: Cine Sesc Palladium
Entrada gratuita com retirada de ingresso 2h antes da sessão. Sujeito a lotação.
 

18h às 19h30: Formação Superior em Dança no Brasil: avanços e desafios
MESA 1
Convidados: Arnaldo Alvarenga (UFMG), Eleonora Campos da Mota Santos (UFPEL) e Ana Carolina Mundim (UFU).
Mediador: Arnaldo Alvarenga (UFMG)
Tema: O Programa REUNI e a ampliação dos cursos superiores de Dança no Brasil: realidades locais e regionais.
Local: Teatro de Bolso Júlio Mackenzie
Classificação: livre / Duração: 90 minutos
Entrada gratuita com retirada de ingresso 2h antes. Sujeito a lotação.


20h: Mostra Figuras da Dança: Cecilia Kerche
Nascida em Lins/SP, Cecília Kerche foi a bailarina brasileira que mais atuou em apresentações do balé O Lago dos Cisnes no exterior. Ao longo de trinta anos de carreira, dançou nos principais festivais e galas de dança no Brasil e outros países. Hoje, Cecilia atua como ensaiadora no Theatro Municipal do Rio de Janeiro, e é curadora artística do Festival de Joinville.
Direção: Inês Bogéa
Classificação: livre / Duração: 26 minutos
Local: Cine Sesc Palladium
Entrada gratuita com retirada de ingresso 2h antes da sessão. Sujeito a lotação.

 

26/04

9h às 13h: Workshop com Ivani Santana
Vivência de processos de improvisação do corpo com dispositivos tecnológicos: da câmera de vídeo em videodança à interatividade pelo kinect.
Local: Espaço Multiúso do Sesc Palladium
Classificação: livre / Duração: 4 horas por dia
Inscrição gratuita pelo e-mail O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo. . Vagas limitadas.


14h às 16h30: Dança em Foco: Minicurso Leonel Brum
Serão abordados aspectos conceituais e históricos das relações entre cinema, vídeo e dança. Os vídeos serão exibidos e comentados de modo a traçar reflexões sobre as diferentes abordagens e leituras possíveis das obras apresentadas. O objetivo é a formação de plateia e o incentivo à pesquisa e à produção local deste tipo de obra.
Local: Cine Sesc Palladium
Classificação: 16 anos / Duração: 150 minutos
Entrada gratuita com retirada de ingresso 2h antes da sessão. Sujeito a lotação.
 

17h: Sessão de Videodança Dança em Foco: Onírico
Seleção de vídeos internacionais com temas oníricos. Destaque para o italiano Alterago que contém planos sequencia em inversão. O curioso e sutil desta obra é que, apesar de a composição coreográfica recuar, os bailarinos parecem avançar o tempo todo, produzindo uma tensão bastante interessante e sofisticada.
Classificação: 16 anos / Duração: 59 minutos
Local: Cine Sesc Palladium
Entrada gratuita com retirada de ingresso 2h antes da sessão. Sujeito a lotação.


18h às 19h30: Formação Superior em Dança no Brasil: avanços e desafios
MESA 2
Convidadas: Ana Carolina Mendes (IFB), Gabriela Cristhófaro (UFMG) e Waldete Brito (UFPA).
Mediadora: Ana Cristina Pereira (UFMG)
Tema: Dança e tecnologias: a formação do artista-professor-pesquisador.
Local: Teatro de Bolso Júlio Mackenzie
Classificação: livre / Duração: 90 minutos
Entrada gratuita com retirada de ingresso 2h antes. Sujeito a lotação.


20h: Sessão de Videodança Dança em Foco: Big Dance Shorts, Teatralidades e Solo Tunísia
A seleção apresenta cinco vídeos ganhadores da edição de 2012 do programa inglês Big Dance Shorts, que comissiona, anualmente, a produção de obras de videodança. E também para Solo Tunísia, uma obra de intensa delicadeza.
Classificação: 16 anos / Duração: 65 minutos
Local: Cine Sesc Palladium
Entrada gratuita com retirada de ingresso 2h antes da sessão. Sujeito a lotação.


21h: Espetáculo Retina, com o Camaleão Grupo de Dança
Retina, parte do olho responsável pela formação de imagens e o sentido da visão. Cinco bailarinos, ao som de cinco jovens roqueiros que influenciaram sua geração e que morreram aos 27 anos, Janis Joplin, Jimi Hendrix, Jim Morrison, Kurt Cobain e Amy Winehouse, trazem à tona uma sinestesia do ouvir com os olhos.
Direção: Marjorie Ann Quast
Local: Grande Teatro do Sesc Palladium
Classificação: livre / Duração: 60 minutos
Entrada: 1kg de alimento não perecível para Programa Mesa Brasil Sesc ou R$10. Retirada de ingresso 2h antes.

 

27/04

9h às 13h: Workshop com Ivani Santana
Vivência de processos de improvisação do corpo com dispositivos tecnológicos: da câmera de vídeo em videodança à interatividade pelo kinect.
Local: Espaço Multiúso do Sesc Palladium
Classificação: livre / Duração: 4 horas por dia
Inscrição gratuita pelo e-mail O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo. . Vagas limitadas.


14h às 16h30: Dança em Foco: Minicurso Leonel Brum
Serão abordados aspectos conceituais e históricos das relações entre cinema, vídeo e dança. Os vídeos serão exibidos e comentados de modo a traçar reflexões sobre as diferentes abordagens e leituras possíveis das obras apresentadas. O objetivo é a formação de plateia e o incentivo à pesquisa e à produção local deste tipo de obra.
Local: Cine Sesc Palladium
Classificação: 16 anos / Duração: 150 minutos
Entrada gratuita com retirada de ingresso 2h antes da sessão. Sujeito a lotação.


16h: Espetáculo Guia Improvável para Corpos Mutantes
A habilidade das crianças em pensar o corpo, reinventando-o, foi ponto de partida para um espetáculo que busca jogar com os sentidos possíveis e criar um universo imaginário e lúdico para o corpo que dança.
Direção: Airton Tomazzoni
Local: Grande Teatro do Sesc Palladium
Classificação: de 4 a 12 anos / Duração: 45 minutos
Entrada: 1kg de alimento não perecível para Programa Mesa Brasil Sesc ou R$10. Retirada de ingresso 2h antes.


17h: Sessão de Videodança Dança em Foco: Interiores e Solos Cotidianos
Programa de quatro obras, sendo uma nacional. Destaque para o brasiliense O abismo de nós havia azul e cinza, que apresenta um jogo de movimentação de câmara e enquadramento que dá ao espectador uma sensação de vertigem.
Classificação: 16 anos / Duração: 58 minutos
Local: Cine Sesc Palladium
Entrada gratuita com retirada de ingresso 2h antes da sessão. Sujeito a lotação.


18h: Lançamento Revista Eletrônica Mapa D2
A primeira edição da revista aborda a criação de Arte em Rede, com artigos de importantes artistas de vários países que escreveram sobre suas experiências em telemática, uma vertente artística ainda pouco difundida no campo da dança e que nessa edição ganha um panorama inaugural.
Local: Teatro de Bolso Júlio Mackenzie
Classificação: livre / Duração: 60 minutos
Entrada gratuita com retirada de ingresso 2h antes. Sujeito a lotação.


20h: Sessão de Videodança: Dança em Foco 10 anos
Trata-se de uma seleção especial elaborada para as comemorações dos 10 anos do Dança em Foco – Festival Internacional de Vídeo & Dança. O programa reúne os melhores vídeos brasileiros exibidos desde a primeira edição do festival, em 2003. Destaque para o vídeo cearense Partida, um poema audiovisual em preto e branco.
Classificação: 16 anos / Duração: 90 minutos
Local: Cine Sesc Palladium
Entrada gratuita com retirada de ingresso 2h antes da sessão. Sujeito a lotação.

 

29/04

17h: Mostra Figuras da Dança: Marilene Martins
Pioneira da dança moderna em Belo Horizonte, Marilene Martins escreve o movimento por meio de gestos e palavras. Dividiu sua carreira entre Belo Horizonte, Salvador e Rio de Janeiro. Até hoje os conceitos e a forma de olhar para uma dança experimental de Nena, como é conhecida, reverberam nos trabalhos da cena da dança mineira.
Direção: Inês Bogéa
Classificação: livre / Duração: 26 minutos
Local: Cine Sesc Palladium
Entrada gratuita com retirada de ingresso 2h antes da sessão. Sujeito a lotação.


21h: Espetáculo Darmstadt-58, com Ivani Santana

No espetáculo Darmstadt 58, a sonoridade origina-se das tensões entre dança e música em um jogo de improvisação entre corpo, som e imagem. A sonoridade da obra é criada pela respiração da bailarina, sua batida de coração, sua voz .... e seu movimento que perturba o espaço.
Local: Grande Teatro do Sesc Palladium
Classificação: livre / Duração: 45 minutos
Entrada: 1kg de alimento não perecível para Programa Mesa Brasil Sesc ou R$10. Retirada de ingresso 2h antes. Plateia reduzida. Sujeito a lotação.

 

SERVIÇO

Evento: Projeto Mix Dança – Especial Mês da Dança
Data: de 23 a 29 de abril
Local: diversos espaços do Sesc Palladium

Ilan Brenman foi o autor convidado para a primeira edição deste ano

BELO HORIZONTE (19/03/14) - Debater sobre o politicamente correto na literatura infantil. Com este tema, o projeto Caro Leitor realizou sua primeira edição deste ano, na noite de terça-feira (18/03), no Teatro de Bolso Júlio Mackenzie do Sesc Palladium. Profissionais da Educação, escritores, ilustradores e interessados no assunto lotaram o espaço para ouvir o convidado Ilan Brenman, formado em Psicologia pela PUC de São Paulo, com Mestrado e Doutorado pela USP e autor de vários livros infantis, alguns deles traduzidos para a países da Europa e Ásia.

O bate-papo com o autor premiado começou com a indagação: O que a literatura nos traz? A literatura ajuda os adultos a lidar com suas angústias, como o medo, a morte, o amor. Ou seja, o homem precisa de narrativas e vive de contar e buscar histórias.

E como seria a literatura para as crianças? Para Ilan Brenman idealizamos as crianças, mas elas também têm conflitos e encontram nas histórias uma forma de catarse. Assim conseguem diminuir as angústias que sentem. “Ao impor o politicamente correto, a sociedade evita que as crianças descubram os conflitos do mundo e as impedem de vivenciar, por meio das histórias, um crescimento sentimental”, ressalta ele. De acordo com o autor, a literatura tem que ser interessante para o mundo das crianças e este público não deve ser subestimado, porque eles têm condições de compreender assuntos complexos, como o sexo, tema de seu próximo livro infantil.

Para a técnica de secretaria, Daniela Susan, 37, o encontro foi excelente. “Com base no que foi abordado hoje posso levar o debate para as professoras e educadoras na escola onde trabalho”.

No fim do encontro, os participantes fizeram perguntas ao escritor e também compartilharam experiências na área, além de conseguirem autógrafos no livro A Condenação de Emília: o politicamente correto na literatura infantil (2012). A maioria dos presentes se inscreveram para participar da oficina com Ilan Brenman que acontece hoje, das 9h às 12h, no Espaço Multiúso do Sesc Palladium.


SOBRE CARO LEITOR

O projeto Caro Leitor tem como ideia central promover o encontro de escritores com seu público, por meio de palestras, bate-papos e oficinas, seguidos pelo lançamento do livro do autor ou escritor escolhido para cada edição. Trata-se de um projeto de incentivo e mediação à leitura, já que a ideia central é 'quebrar' o distanciamento entre o leitor e o autor do livro, aproximando-os por meio do debate sobre os temas tratados. Isso permite que o frequentador do projeto não seja apenas público espectador, mas também seja ativo ao poder intervir, fazer perguntas, propor questões que reflitam acerca de obras de Literatura e dos Estudos Literários que o escritor se propõe a falar sobre.

Estão esgotados os ingressos para o show da nova diva francesa Zaz, que ocorre em 19 de março, no Grande Teatro do Sesc Palladium. A artista de 33 anos, que conquistou o mundo com sua voz grave, e ao mesmo tempo suave, chega a Belo Horizonte para apresentar os sucessos de seus dois discos, ZAZ (2010), e o mais recente trabalho, Recto Verso, lançado em maio de 2013.

Os mineiros serão os primeiros a conferir a performance ao vivo de Zaz, que tem apresentações também marcadas para o Rio e São Paulo.

O show é uma realização do Sesc, com apresentação do Sesc Palladium. A produção fica a cargo da Green Go Agency e o apoio da Alliance Française, Consulat Francais, Bureau Export e Institut Français.


SERVIÇO

Evento: Show Recto Verso - Zaz
Data: 19/03
Horário: 21h
Local: Grande Teatro do Sesc Palladium (rua Rio de Janeiro, 1046, Centro)
Ingressos esgotados
Classificação: livre
Duração: 2h

Apresentação da cie. toula limnaios será no dia 25/04, no Grande Teatro do Sesc Palladium, e faz parte da temporada Alemanha+Brasil

BELO HORIZONTE (14/04/2014) - Encerrando a programação deste mês do projeto Pauta em Movimento, a cie. toula limnaios faz única apresentação do espetáculo de dança anderland [outraterra], no Grande Teatro do Sesc Palladium, em 25 de abril, às 21h. A classificação é livre e a entrada é mediante a doação de 1kg de alimento não perecível ou o pagamento de R$10 (inteira) na bilheteria do teatro, no dia da performance.

A cie. toula limnaios é uma das mais aclamadas companhias de dança contemporânea da atualidade. A turnê do grupo pelo Brasil faz parte do encerramento da temporada Alemanha+Brasil: Quando ideias se encontram, uma iniciativa conjunta do Ministério Alemão das Relações Exteriores, do Ministério Alemão de Educação e Pesquisa, do Ministério Alemão de Cooperação Econômica e Desenvolvimento, do BDI Brazil Board e do Goethe-Institut.

No espetáculo anderland, uma fina cortina transparente esconde o palco. Por detrás, uma enorme sombra aos poucos se desfaz e revela sete bailarinos. Eles se aproximam da película e se contorcem encostados a ela, produzindo uma imagem agonizante. Ao longo da apresentação, os movimentos da coreografia refletem intimidade, mas também estranhamento.

A montagem é um jogo contrastante entre linguagem corporal, música, cenografia e luz, que propõe uma reflexão sobre o homem e sua própria humanidade. anderland, traduzido como “outraterra”, é uma palavra ambígua e que não existe. Refere-se, por um lado, à perda, ao deslizamento que soterra. Ao mesmo tempo, indica a ‘outra terra’. A grande questão é se ela permanece ficção ou se é possível que o homem a encontre e a ocupe.

 

SOBRE A COMPANHIA

A cie. toula limnaios é um grupo dedicado à dança contemporânea, fundado em 1996, pela coreógrafa e intérprete Toula Limnaios e pelo compositor Ralf R. Ollertz. Em 2003, a companhia mudou-se de Bruxelas para Berlim, onde inaugurou o HALLE TANZBÜHNE BERLIN (Palco de Dança de Salão de Berlim), que se consolidou como um palco internacional.

Essa é a quinta vez que a cie. toula limnaios visita o país. Dede 2005, cidades como São Paulo, Recife, Salvador, Fortaleza e Belo Horizonte já puderam conferir o trabalho forte e inovador da coreógrafa grega. Além de se dedicar à construção de estruturas de trabalho inovadoras, a companhia também tem importante papel na divulgação da dança na sociedade. Desde 2014, a cie. toula limnaios é patrocinada institucionalmente pelo Estado de Berlim.


WORKSHOP

A programação da cie. toula limnaios em Belo Horizonte inclui a realização do workshop Dança e Composição Contemporânea, destinado a bailarinos e músicos profissionais.

Com foco no relaxamento e na coordenação entre respiração e movimento, as atividades acontecem na Espaço Multiuso do Sesc Palladium e são gratuitas, mediante inscrição até 20 de abril pelo e-mail O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo. .


SERVIÇO

Evento: Pauta em movimento - cie. toula limnaios apresenta anderland
Data: 25 de abril
Local: Grande Teatro do Sesc Palladium (rua Rio de Janeiro, 1046)
Horário: 21h
Classificação: livre
Entrada: 1kg de alimento não perecível para Programa Mesa Brasil Sesc ou R$10 (inteira). Retirada de ingresso no dia do espetáculo. Plateia reduzida. Espaço sujeito a lotação.

Encontro propõe diálogo entre diferentes formas de produção artística e suas expressões na contemporaneidade

BELO HORIZONTE (19/03/2014) - O II Seminário de Arte Popular e Contemporânea: Relações e Olhares Possíveis levou hoje ao Grande Teatro do Sesc Palladium centenas de pessoas interessadas em estreitar o diálogo entre as diferentes formas de produção artística. 

A abertura ficou por conta do crítico e historiador de arte Frederico Morais. Ele conduziu a conferência Entre o Contemporâneo e o Popular: Artistas e Legitimação. Em sua fala, Morais ressaltou que tem se tornado cada dia mais difícil delimitar a fronteira entre uma manifestação artística e outra. 

 

Seminario Palladium2014
Frederico Morais: “Arte popular é a geografia da fome” - Crédito: Dila Puccini

 

Para ele, essa não deve, aliás, ser uma preocupação final de quem se aventura pela produção artística. “A essência da arte é a inovação e restringi-la a um espaço ou outro pode implicar um grande risco”, disse.

Academia

O crítico e historiador também manifestou sua preocupação quanto a produção contemporânea estar cada vez mais voltada para si mesma, deixando de lado o contexto no qual está inserida. “As escolas de arte, atualmente, querem explicar muito. Explicam tanto que não é incomum a justificativa, a letra, passar a ter mais valor do que a obra propriamente dita”, observou.

Para Morais, as instituições de ensino artístico erram ao tornar a arte apenas uma reflexão sobre ela mesma. “Isso delimita, restringe. Por outro lado, existem artistas que não falam nada. São dois extremos problemáticos e que precisam ser observados com atenção”, afirmou.

Questionado sobre a relação histórica da produção artística com outros movimentos sociais, o crítico disse que a arte nunca esteve sozinha. “Os artistas sempre dialogaram com a psicanálise, com a política, com a religião, com a antropologia, por exemplo. É sempre um binômio. Em geral a história da arte conta muito da história da igreja. O que não se deve é permitir que a arte se torne meramente panfletária de um grupo ou sistema”, alertou.

O seminário
De acordo com o gerente de ações culturais do Sesc, Jorge Cabrera, o seminário não tem a finalidade de chegar a respostas definitivas sobre determinadas questões, mas, sim, de propor um diálogo abrangente entre agentes do meio artístico. “Nosso objetivo é a difusão do conhecimento. Abrir espaço para o debate é uma das diretrizes do Sesc, Instituição que está aberta para acolher e ceder espaço a todas os tipos de manifestações”, disse.

 

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Jorge Cabrera: “Essa é uma oportunidade de olharmos para os mestres do popular” - Crédito: Dila Puccini

 

O artista plástico Danilo Batista acompanhou o debate. Para ele, apesar desta ser uma discussão infinita, a abordagem é muito pertinente. “O mercado, de uma forma geral, ainda distancia muito o artista popular daquele que vem da academia. Muitas vezes por questões financeiras. Isso ainda é algo problemático no Brasil”, observou.

Estava prevista a participação do doutor em antropologia cultural Ricardo Gomes Lima no seminário de hoje. Ele não compareceu em função de um acidente que exigiu repouso.

Conhecendo o jardim
Na parte da tarde, o público presente no Seminário pode acompanhar o lançamento do documentário “O Que eu Quero das Flores?”, que mostra um pouco do dia a dia e do processo criativo de Adelícia Amorim, homenageada do projeto Ação Popular e Contemporânea Sesc. O filme retrata a relação da artista com a família, os amigos e a sociedade, além do modo como desenvolve suas obras.

Contexto
O II Seminário de Arte Popular e Contemporânea: Relações e Olhares Possíveis integra o projeto Ação Popular e Contemporânea Sesc. Um conjunto de ações proposto pelo Sesc com o objetivo de homenagear um mestre da arte popular mineira.

Realizado desde 2011 a iniciativa é composta por uma exposição que traz a obra do mestre homenageado e de mais cinco jovens artistas convidados além de um documentário sobre a vida e a obra do mestre popular e um seminário.

Neste ano a homenageada é a artista Adelícia Amorim, natural de Almenara, no Vale do Jequitinhonha. A exposição O Jardim de Adelícia pode ser vista Galeria de Arte GTO, do Sesc Palladium até o dia 30 de março.
Legenda foto: Frederico Morais: “Arte popular é a geografia da fome”.

Primeira edição do ano ocorre em 18/03 no Teatro de Bolso Júlio Mackenzie. A entrada é gratuita

BELO HORIZONTE (28/02/2014) - O Sesc Palladium apresenta, em 18 de março, às 19h30, a primeira edição de 2014 do projeto Caro Leitor. Desta vez, o autor convidado para um encontro com o público será Ilan Brenman, que apresentará a obra Quem tem medo de Lobo Mau? Uma reflexão sobre o politicamente correto na literatura infantil. O evento ocorre no Teatro de Bolso Júlio Mackenzie e a entrada é gratuita com retirada de ingresso 2h antes. Espaço sujeito a lotação.

Para completar a programação do projeto, Brenman ministrará uma oficina em 19 de março, das 9h às 12h, no Espaço Multiúso do Sesc Palladium. Na oficina, Ilan utilizará de sua experiência como consultor pedagógico, contador de histórias e mediador de leitura, e da pesquisa de um ano em que percorreu dezenas de escolas, creches e hospitais para descobrir a prática de leitura em voz alta e narração oral em sala de aula, provando sua eficácia na formação do novo leitor. As inscrições para a oficina são gratuitas pelo e-mail O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo. até o meio-dia do dia 17/03. As vagas são limitadas.

Numa sociedade cada vez mais acelerada, a infância é rodeada diariamente com linguagens bastante empobrecidas de sentidos. A literatura, assim como a música e outras expressões artísticas, são muitas vezes produzidas como apenas mais uma mercadoria a ser vendida. Dentro dessa lógica, elas acabam por sucumbir a uma ideologia mercantilista, coisificadora e, principalmente, “politicamente correta”. O encontro com Ilan Brenman propõe a reflexão sobre esse processo alienante que cerca o universo infantil, apontando origens e seu funcionamento. A discussão também aborda algumas das características de obras culturais de qualidade, especificamente literárias, que merecem o título de infantis.

 

SOBRE ILAN BRENMAN
Ilan Brenman nasceu em Israel, em 1973, de pais argentinos, seus avós são russos e poloneses, e ele é naturalizado brasileiro. De tal miscelânea de culturas e raízes cresceu sua paixão pelas palavras distantes. Suas escolhas profissionais e acadêmicas são desdobramentos de sua própria história. Fez Psicologia na PUC de São Paulo, Mestrado e Doutorado na Faculdade de Educação da USP e, desde os 18 anos, conta histórias pelo mundo. Nos últimos anos, tem se dedicado com afinco à literatura infantil e juvenil, tendo escrito e publicado mais de 50 livros. Um dos mais conhecidos é Até as Princesas Soltam Pum (BrinqueBook). Pela Aletria, Ilan publicou Através da Vidraça da Escola: formando novos leitores (2012) e A Condenação de Emília: o politicamente correto na literatura infantil (2012). O livro recebeu o selo de Altamente Recomendável pela FNLIJ em maio de 2013. Ilan ganhou importantes prêmios literários, entre eles, o selo de O Melhor Livro Infantil de 2011, pela FNLIJ, com O ALVO (ed. Ática). Seus livros já foram traduzidos para a Europa e Ásia.

 

SOBRE A OFICINA
Durante 3 horas, Ilan ensinará técnicas, práticas e repertório para os educadores replicarem em sala de aula e incentivarem a leitura entre alunos. A narração ou leitura em voz alta das histórias em sala de aula é muito mais do que mera brincadeira, é uma forma de ampliar o repertório e a capacidade de expressão e interpretação da criança. O material que Ilan apresenta na oficina pode ser utilizado por qualquer professor que queira testar as possibilidades da leitura em voz alta de boa literatura e da narração de histórias de tradição oral na escola.

 

SOBRE CARO LEITOR
O projeto Caro Leitor tem como ideia central promover o encontro de escritores com seu público leitor, por meio de palestras, bate-papos e oficinas, seguidos pelo lançamento do livro do autor ou escritor escolhido para cada edição. Trata-se de um projeto de incentivo e mediação à leitura, já que a ideia central é 'quebrar' o distanciamento entre o leitor e o autor do livro, aproximando-os por meio do debate sobre os temas tratados. Isso permite que o frequentador do projeto não seja apenas público espectador, mas também seja ativo ao poder intervir, fazer perguntas, propor questões que reflitam acerca de obras de Literatura e dos Estudos Literários que o escritor se propõe a falar sobre.

 

Evento: Projeto Caro Leitor - Quem tem medo de Lobo Mau? Uma reflexão sobre o politicamente correto na literatura infantil, com Ilan Brenman
Data: 18/03
Horário: 19h30
Local: Teatro de Bolso Júlio Mackenzie (Av. Augusto de Lima, 420, Centro).
Entrada: gratuita com retirada de ingresso 2h antes. Espaço sujeito a lotação.
Duração: 80 minutos
Classificação: livre


Evento: Projeto Caro Leitor - Oficina com Ilan Brenman
Data: 19/03
Horário: 9h às 12h
Local: Espaço Multiúso (Av. Augusto de Lima, 420, Centro).
As inscrições para a oficina são gratuitas pelo e-mail O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo. até o meio-dia do dia 17/03. As vagas são limitadas.
Duração: 180 minutos
Classificação: livre

Mostra fica em cartaz na Galeria de Arte GTO, de 17/04 a 28/05. Oficina e bate-papo com o artista completam a programação

BELO HORIZONTE (11/04/2014) - De 17 de abril a 28 de maio, a Galeria de Arte GTO do Sesc Palladium vai abrigar a exposição Paisagem/Retiro, com obras inéditas do jovem artista belo-horizontino Rafael Zavagli. A visitação pode ser feita de terça-feira a domingo, das 9h às 21h. A entrada é gratuita. A abertura da exposição ocorrerá em 16 de abril, às 19h30, para imprensa e convidados.

A mostra apresenta um recorte da produção mais recente de Rafael. No diálogo entre a paisagem pictórica e a paisagem da cidade, pretende-se criar conexões entre a arte, a imaginação e o cotidiano das pessoas. São apresentadas paisagens em diversos formatos que investigam um gênero tradicional da pintura, com um olhar contemporâneo. A expografia propõe ao público a paisagem como experiência, criando pausas e respiros em um ambiente de diálogo entre as possíveis arquiteturas do Centro de Belo Horizonte e as paisagens do artista.

Segundo Sara Moreno, curadora da exposição, as paisagens do artista misturam natureza e arquitetura de uma maneira incomum, criando ambientes banais e, ao mesmo tempo, estranhos. As fascinantes paisagens em grande formato apresentam ambientes naturais contrapostos à construções simples, espécies de refúgios, onde podemos nos imaginar abrigados em meio a sua pintura. Já as telas em pequeno formato, apesar de singelas, não se atêm somente à categoria de estudo - são uma amostra da simplicidade e da sofisticação da produção do artista. “Essa liberdade no uso do tema, também encontra seu equivalente no uso da técnica, que é inventivo mas não deixa de ser minucioso. Rafael assume a pintura como meio expressivo e explora suas qualidades plásticas com a liberdade de um artista jovem, e a segurança de quem é experiente no seu métier”, afirma Sara.


A EXPOSIÇÃO POR JÚLIO MARTINS
“A pintura de Rafael Zavagli se constitui a partir de um vocabulário eclético de recursos, justamente no trânsito intenso dos múltiplos elementos e possibilidades da linguagem pictórica. Sua mão oscila entre gestos contidos e ataques um pouco mais expressivos; entre marcas delimitadas e zonas de manchas e escorrimentos; entre tênues camadas de tinta, apenas um véu delicado de luminosidade, e pinceladas mais largas e generosas, passando por empastes untosos de massas de tinta.

Proliferam ainda pelo plano, fragmentos e pequenos eventos plásticos, urdiduras coloridas que reafirmam o interesse disciplinar na pintura e a consciência de sua historicidade, já que cada um desses investimentos formais, utilizados de maneira intuitiva e experimental, corresponde a ambições semânticas e sensíveis desenvolvidas ao longo da história da arte. Nesse sentido, pintar na contemporaneidade é produzir metabolização e interpretação da história da pintura. Rafael Zavagli, como muitos pintores contemporâneos, lida com essas exigências da linguagem pictórica, buscando não restringir o trabalho à intransitividade formal nem se render a um pretenso esgotamento da linguagem, mas produzir uma plataforma para tramas, contágios, intercâmbios e encontros de relevância crítica na vasta tradição da pintura. O artista mobiliza, a cada pincelada, um repertório denso de ‘sentidos’, na dupla implicação que a palavra resguarda: significações e sensações”.


OUTRAS ATIVIDADES

Além da exposição, uma oficina com Rafael Zavagli irá oferecer ao público a possibilidade de conhecer e experimentar métodos utilizados pelo artista na elaboração das obras. Trata-se da experimentação em pintura explorando a fotografia como ferramenta. O curso será no Mezanino do Sesc Palladium, no dia 17 de maio, das 11h às 17h. As inscrições são gratuitas e devem ser feitas pelo e-mail O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo. . Vagas limitadas.

No dia 23 de maio, das 17h às 19h, os artistas Rafael Zavagli e David Magila, que expõe em maio seu trabalho no Projeto Parede, participam de um encontro com o público, no Espaço Multiúso, onde irão apresentar seus processos criativos. Ambos exploram a fotografia como recurso para produção pictórica. A entrada é gratuita, com retirada de senha 2h antes do evento. Espaço sujeito a lotação.


SERVIÇO
Evento: abertura da exposição Paisagem/Retiro, de Rafael Zavagli
Data: 16/04
Horário: 19h30
Entrada limitada para imprensa e convidados.


Evento: exposição Paisagem/Retiro, de Rafael Zavagli
Data: de 17/04 a 28/05
Horário: de terça-feira a domingo, das 9h às 21h
Local: Galeria de Arte GTO do Sesc Palladium (Av. Augusto de Lima, 420, Centro)
Entrada gratuita
Classificação: livre

 

Evento: oficina, com Rafael Zavagli
Data: 17/05
Horário: das 11h às 17h, com intervalo.
Local: Mezanino do Sesc Palladium (Av. Augusto de Lima, 420, Centro)
Inscrições gratuitas pelo e-mail O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo. . Vagas limitadas
Classificação: livre

 

Evento: encontro com Rafael Zavagli e David Magila
Data: 23/05
Horário: das 17h às 19h
Local: Espaço Multiúso do Sesc Palladium (Av. Augusto de Lima, 420, Centro)
Entrada gratuita com retirada de senha 2h antes do evento. Espaço sujeito a lotação.
Classificação: livre

O evento ocorre em 27/03, no Teatro de Bolso Júlio Mackenzie. A entrada é gratuita

BELO HORIZONTE (17/03/2014) - O Sesc Palladium apresenta um novo projeto em 2014, trata-se do Salve o Compositor! Mostra da canção popular mineira, que tem como proposta a abertura de espaço para divulgação de novos compositores da música produzida em Minas Gerais. Para a primeira edição do ano, em 27 de março, às 20h, as convidadas Michelle Andreazzi e Irene Bertachini apresentam um show em que dão voz às suas parcerias e canções autorais. O evento ocorre no Teatro de Bolso Júlio Mackenzie do Sesc Palladium e a entrada será mediante a entrega de 1 kg de alimento não perecível, para o Programa Mesa Brasil Sesc, ou R$10. A retirada de ingressos ocorre 2h antes da apresentação. Espaço está sujeito a lotação.

O repertório da noite reúne novas canções e reflete a mistura das diversas influências das cantoras, laço musical entre as manifestações populares e a música brasileira. Michelle foi indicada ao 24º Prêmio da Música Brasileira, com o disco Semba, do seu grupo Capim Seco. Irene acaba de lançar seu primeiro CD solo irene preta, irene boa. As cantoras serão acompanhadas pelos músicos Leandro César, Edson Fernando e Maurício Ribeiro. Michele e Irene integram o primeiro coletivo de compositoras de Minas, ANA.


SOBRE MICHELLE ANDREAZZI

Com 10 anos de carreira, a cantora já tocou ao lado de nomes como Siba, Noca da Portela, Sérgio Pererê, Mestre Jonas e integra o grupo Capim Seco, do qual é fundadora. Percussionista e compositora, é reconhecida pela voz forte e envolvente performance no palco. Michelle é bacharel em canto pela UFMG, frequentadora das rodas de samba de Belo Horizonte. A artista se destaca por sua marcante presença de palco e por suas canções que valorizam o universo feminino, a poesia e diversos ritmos afrodescendentes como o samba, a ciranda, o ijexá e até a morna cabo verdiana.oesia e diversos ritmos afrodescendentes como o samba, a ciranda, o ijexá e até a morna cabo verdiana.

Vencedora do concurso "Cantoras Daqui-2009" promovido pelo BDMG Cultural e finalista da “Mostra de Novos Talentos do Carioca da Gema-2010”, se dedica também a pesquisa e a educação vocal, ministrando aulas, cursos e oficinas. Atualmente integra o coletivo de Compositoras ANA e é regente do grupo de mulheres cantoras Maria Faceira. Michelle já fez oficinas de canto com Meredith Monk, Ná Ozzeti e Felipe Abreu. Dividiu o palco com o sambista carioca Noca da Portela, com o pernambucano Siba, com os cariocas do Casuarina e com o cantor e amigo Sérgio Pererê.


SOBRE IRENE BERTACHINI

Cantora, compositora e instrumentista, Irene Bertachini enreda seu trabalho dando voz às imagens poéticas da cultura popular e da canção contemporânea. Possui parcerias com grandes músicos da cena como Leandro César, César Lacerda, Gustavito, Luiza Brina e Leopoldina. É uma das idealizadoras do projeto ANA e de um dos grandes festivais de canção popular contemporânea, Palavra Som. É integrante do grupo Urucum na Cara, com a qual lançou o disco À Beira do Dia.


SERVIÇO

Evento: Projeto Salve o Compositor! Mostra da canção popular mineira - Michelle Andreazzi e Irene Bertachini
Data: 27/03
Horário: 20h
Local: Teatro de Bolso Júlio Mackenzie do Sesc Palladium (Av. Augusto de Lima, 420, Centro)
Entrada: 1 kg de alimento não perecível para o Programa Mesa Brasil Sesc (ou R$10). Retirada de ingressos 2h antes da apresentação. Espaço sujeito a lotação.
Duração: 1h30
Classificação: livre

O projeto Cinema em Transe inicia as atividades em 2014 com uma nova proposta. A entrada para toda a programação do mês é gratuita

BELO HORIZONTE (25/02/2014) - A programação de março do Cine Sesc Palladium está repleta de novidades. A partir deste mês, o projeto Cinema em Transe retoma as atividades exibindo às terças-feiras, às 20h, um filme nacional. A nova proposta do projeto busca apresentar filmes lançados recentemente e que exploram com vigor e originalidade a linguagem cinematográfica. A cada sessão, o diretor do filme será convidado para um bate-papo com o público, com o objetivo de propor um debate não só sobre o tema e a estética adotados em sua obra, mas também sobre os desafios de ser um realizador no atual contexto da produção audiovisual brasileira.

Outra atividade que integra a programação de cinema deste mês é a Mostra Cineclube Comum: Políticas do Cinema Contemporâneo. A mostra procura, através da exibição e discussão de uma variada seleção de filmes premiados nos principais festivais do mundo, tornar visível uma incandescente seara da produção cinematográfica atual, trazendo ao público de Belo Horizonte a oportunidade única de fruição artística e aprendizado com o cinema. As exibições são realizadas às quintas-feiras, às 20h, seguidas de um debate com um crítico convidado.

De 19 a 21 de março, será exibido no Cine Sesc Palladium o documentário sobre Adelícia Amorim, artista que expõe seus trabalhos na exposição O Jardim de Adelícia - Adelícia Amorim e outros contemporâneos, na Galeria de Arte GTO do Sesc Palladium. O documentário acompanha momentos do cotidiano de Dona Adelícia, sua relação com o bordado, com a família e com sua cidade, Almenara, localizada na região do baixo Jequitinhonha em Minas Gerais.

Aproveitando a presença do instigante espetáculo Incêndios, com Marieta Severo e elenco, no Grande Teatro do Sesc Palladium, o Cine Sesc Palladium apresenta o filme que foi adaptado para a peça. Do diretor Denis Villeneuve, Incêndios foi indicado, em 2011, ao Oscar de melhor filme estrangeiro. No elenco estão Lubna Azabal, Melissa-Désormeaux-Poulin e Maxim Gaudette no elenco.

O espetáculo, com direção de Aderbal Freire-Filho, é a primeira montagem no Brasil do texto do premiado autor libanês Wajdi Mouawad. O drama, que estreou em setembro de 2013, recebeu indicações dos principais prêmios do teatro brasileiro. 

Incêndios, o espetáculo, fica em cartaz de 27 a 29 de março e é uma realização do projeto Teatro em Movimento em Belo Horizonte, em correalização com o Sesc. Incêndios, o filme, terá sessão única no dia 30 de março, encerrando a programação de cinema do mês. 

A entrada para todas as mostras é gratuita com retirada de ingresso 2h antes da sessão. O espaço está sujeito a lotação.


Confira abaixo a programação completa das mostras e as sinopses dos filmes:


CINEMA EM TRANSE

11/03: Tatuagem, de Hilton Lacerda, Brasil / 2013, 110 min. Classificação: 16 anos.
Brasil, 1978. A ditadura militar, ainda atuante, mostra sinais de esgotamento. Em um teatro/cabaré, localizado na periferia entre duas cidades do Nordeste do Brasil, um grupo de artistas provoca o poder e a moral estabelecida com seus espetáculos e interferências públicas. Liderado por Clécio Wanderley, a trupe conhecida como Chão de Estrelas, juntamente com intelectuais e artistas, além de seu tradicional público de homossexuais, ensaiam resistência política a partir do deboche e da anarquia. Elenco: Irandhir Santos, Jesuíta Barbosa, Rodrigo García. 


18/03: Doce Amianto, de Guto Parente e Uirá dos Reis, Brasil / 2013, 70min. Classificação: 16 anos.
Amianto vive isolada num mundo de fantasia habitado por seus delírios de incontida esperança, onde sua ingenuidade e sua melancolia convivem de mãos dadas. Após sentir-se abandonada por seu amor (O Rapaz), Amianto encontra abrigo na presença de sua amiga morta, Blanche, que a protegerá contra suas dores – ao menos até onde possa. Seu universo interior choca-se com a realidade de um mundo que não a aceita, um mundo ao qual ela não pertence e invariavelmente ela torna a debruçar-se sobre seus delírios jocosos, misturando realidade e fantasia. Com a ajuda de sua Fada Madrinha, Amianto recolhe forças para continuar existindo na esperança de ser feliz algum dia. Elenco: Deynne Augusto, Uirá dos Reis, Dario Oliveira. Debate com o diretor do filme, Uirá dos Reis, após a sessão.


25/03: Avanti Popolo, de Michael Wahrmann, Brasil / 2012, 72 min. Classificação: 14 anos.
Por meio do resgate de imagens Super-8mm captadas pelo seu irmão nos anos 70, André tenta reavivar a memória do seu pai que há 30 anos espera seu filho desaparecido. Elenco: André Gatti, Carlos Reichenbach, Eduardo Valente, Marcos Bertoni. Debate com o diretor do filme, Michael Wahrmann, após a sessão.

 

CINECLUBE COMUM

13/03: Crônica de um desaparecimento (Segell Ikhtifa), de Elia Suleiman, Palestina / 1996, 88 min. Classificação: 16 anos.

No primeiro filme de uma trilogia dedicada à Palestina, o diretor Elia Suleiman interpreta a si mesmo voltando a sua terra natal depois de uma longa ausência. Esquetes e vinhetas são conectadas, em uma contínua alusão ao sentimento de inquietação e incerteza pela falta de um Estado. Sua figura ao mesmo tempo melancólica e cômica e sua habilidade para encenar situações cotidianas com precisão e frescor definem um estilo inconfundível. Premiado como melhor filme no Festival de Veneza. Após a sessão, debate com o crítico e cineasta Leonardo Amaral.


20/03: Vingue tudo, mas deixe um dos meus olhos (Nekam Achat Mishtey Eynay), de Avi Mograbi, Israel / 2005, 100 min. Classificação: 16 anos.
O documentário aborda o tratamento dos palestinos por membros do exército israelense, ao mesmo tempo em que traça antecedentes históricos do atual estado de coisas. Com suas escolhas certeiras – que aliam performance, postura combativa e um olhar profundamente crítico sobre seu país – Avi Mograbi busca captar as difíceis relações entre judeus e palestinos, a violência, os abusos militares, o impedimento da circulação de pessoas, entre outros elementos que dificultam as tentativas de convivência. Após a sessão, debate com a pesquisadora Cláudia Mesquita.


27/03: A Liberdade (La Libertad), de Lisandro Alonso, Argentina / 2001, 73 min. Classificação: 16 anos.
Misael vive na imensidão dos Pampas trabalhando com seu machado. Sobrevive apenas com o indispensável e quase sem contato com outras pessoas. Vemos sua vida minuto a minuto, tentando descobrir, através de pequenos movimentos ou ações, sua maneira de estar em um mundo devastado pelo capital. A encenação de Lisandro Alonso combina economia e beleza, secura e transcendência. Segundo o crítico Filipe Furtado, “provavelmente, o filme mais influente da década”. Após a sessão, debate com o crítico Victor Guimarães.

 

DOCUMENTÁRIO SOBRE ADELÍCIA AMORIM

19/03 a 21/03 – 19h: Documentário de Fábio Belotte, Brasil / 2013, 60min. Classificação: livre.

Os fios dos precisos bordados de Dona Adelícia Amorim, revelam mais que flores. Em Almenara, ela é conhecida por seu trabalho social e compartilha sua técnica, principalmente, com as pessoas mais necessitadas. Seu jardim é aberto a quem quiser conhecê-lo, bater um bom papo, tomar um café e se encantar com o vai e vem da agulha com suas linhas coloridas.


INCÊNDIOS

30/03 – 19h: Filme de Denis Villeneuve, Canadá / 2010, 130 min. Classificação: 14 anos.
Na leitura do testamento de sua mãe, os gêmeos Simon e Jeanne descobrem que eles têm um irmão e que o pai, que os dois achavam que havia falecido, estava vivo. Dentre muitos pedidos, a maioria um pouco desconfortáveis, o último e mais importante vinha junto com duas cartas seladas: encontrar os dois e entregar-lhes. Nawal sempre foi um mistério para seus dois filhos e a relação entre eles sempre foi muito difícil. Simon fica com raiva e resiste, mas Jeanne se sente no dever de respeitar o desejo de sua mãe.

*Espetáculo Incêndios, de 27 a 29/03 (quinta e sexta, às 21h e sábado, às 20h), no Grande Teatro do Sesc Palladium, dentro da programação do projeto Teatro em Movimento. Os valores dos ingressos variam de R$25 a R$75.

 

SERVIÇO
Evento: Programação de cinema de março do Sesc Palladium
Data: 11/03 a 30/03
Local: Cine Sesc Palladium (Av. Augusto de Lima, 420, Centro)
A entrada para todas as mostras é gratuita com retirada de ingresso 2h antes da sessão. O espaço está sujeito a lotação.

Dirigida por José Possi Neto, montagem é o primeiro musical de sapateado da Broadway a ser produzido no Brasil. Apresentações na capital acontecerão de 10 a 13 de abril, no Sesc Palladium

BELO HORIZONTE (10/04/2014) - Montar Crazy For You no Brasil é uma vontade antiga de Cláudia Raia. A atriz e dançarina conta que desde que assistiu à versão original da Broadway, em 1992, ficou completamente envolvida pelo espetáculo. “Depois que a sessão acabou, permaneci lá sentada, encantada, imaginando o sucesso que um musical daquela qualidade faria no meu país. Mas àquela época pensei que não tínhamos um ator e sapateador aqui que conseguisse dar vida ao Bobby Child. A ideia ficou na minha cabeça por muitos anos até que conheci o trabalho do Jarbas Homem de Mello. Quando soube o quanto ele sapateava, imediatamente pensei: encontrei o Bobby!”, conta a atriz.

Primeiro musical de sapateado da Broadway a ser produzido no Brasil, Crazy For You conta com direção de José Possi Neto. O espetáculo será apresentado em Belo Horizonte, de 10 a 13 de abril (quinta e sexta às 21h. Sábado às 17h e 21h30. Domingo às 17h), no Grande Teatro do Sesc Palladium.

POLLY BAKER e BOBBY CHILD

“De repente o amor coloriu essa paisagem. E eu juro, não é miragem. Ah! De repente o amor... ele sorriu para mim!”. Os versos, cantados pelo sonhador Bobby Child, dão o tom da comédia romântica, Crazy For You. No musical, Jarbas Homem de Mello é Bobby Child, par romântico de Polly Baker, interpretada por Cláudia Raia. Bobby é um herdeiro playboy de Nova York, que, apesar da insistência da mãe, não tem o menor interesse pelos negócios da família e só quer saber de cantar e dançar. Contrariado, ele é enviado para a pequena e pobre cidade de Pedra Morta, no oeste americano, para cobrar uma dívida e fechar o teatro local. Mas, ao chegar lá, se apaixona perdidamente pela durona Polly, filha do proprietário do estabelecimento. “É uma história leve e divertida, para a família inteira”, adianta Cláudia Raia, que também produz o espetáculo em parceria com Sandro Chaim e com a Coarte.

Bobby Child e seu intérprete, Jarbas Homem de Mello, têm em comum o gosto pelos musicais e o talento para cantar e dançar. “Ele é um bon vivant, um sonhador, que vive o tempo todo como se estivesse em um musical. É delicioso interpretá-lo”, descreve Jarbas. “Estou muito feliz em participar de um projeto desse tamanho, o primeiro do gênero no Brasil, e mais feliz ainda por estar fazendo isso ao lado da Cláudia, uma das responsáveis pela consolidação do teatro musical brasileiro”, acrescenta.

Polly Baker, vivida por Cláudia Raia, é uma mulher que foi criada por homens e só convive com eles. Uma mocinha durona, do interior, que por causa do amor começa a despertar seu lado feminino e romântico. “Com a Polly estou tendo que trabalhar uma atitude masculina que é o meu oposto”, explica Cláudia, que comemora a realização de mais um sonho musical. “Estou sentindo um orgulho danado por termos conseguido reunir um elenco de altíssima qualidade, que canta, dança e sapateia. Quando comecei, há 30 anos, isso era inimaginável”, comemora.

José Possi Neto, diretor-geral, explica que quando Crazy For You estreou na Broadway, em 1992, toda a crítica americana se rendeu. “Ali surgiu um ícone do musical verdadeiramente americano, ou seja, não mais uma criação nos moldes do musical inglês”, comenta o diretor que garante: “Assim como foi considerada um divisor de águas na história dos musicais da Broadway, a produção brasileira de Crazy For You também será um marco para a história dos musicais no nosso país”, sentencia. Ele acrescenta ainda que todas as coreografias são pura dramaturgia. “Nenhum passo de dança é meramente estético. As coreografias contam a própria história da peça, não são apenas números musicais”.

Com a coreografia original da Broadway, criada pela americana Susan Stroman (ganhadora de um Tony Award por essa obra), o musical conta com um elenco de 26 atores, bailarinos e sapateadores. Esse grupo foi ensaiado por Angelique Ilo, artista com 27 anos de experiência em musicais americanos, enviada por Susan especialmente para esse projeto. Angelique contou com a supervisão do americano Jeff Whiting e com a ajuda da coreógrafa residente, a sapateadora, Chris Matallo. As músicas têm as melodias originais do lendário compositor americano George Gershwin com versão brasileira assinada por Miguel Falabella, que traduziu as letras em inglês de Ira Gershwin para o português.

O espetáculo tem direção musical de Marconi Araújo e conta com uma grande orquestra, composta por 14 músicos, regida em cena pela maestrina Beatriz de Luca. Crazy For You une o requinte e o glamour da Broadway com o mais puro estilo country do velho oeste. Essa mistura está representada nos cenários de Duda Arruk, no figurino de Fábio Namatame e na iluminação de Wagner Freire.

Para dar vida a Crazy For You, o elenco passou três meses inteiramente dedicados à preparação para o espetáculo. Os protagonistas Cláudia Raia e Jarbas Homem de Mello viveram uma rotina que compreendia 10 horas diárias de trabalho, de segunda a sábado. Além dos ensaios, eles fizeram aulas de canto, ballet, sapateado, pilates e musculação, para estarem preparados física e vocalmente.

TRAJETÓRIA DE SUCESSO

Crazy For You é inspirado no clássico musical Girl Crazy, de 1930, com melodias de George Gershwin e letras de seu irmão Ira Gershwin. O musical foi adaptado três vezes para o cinema. A versão mais famosa nas telas é a de 1943, protagonizada por Judy Garland e Mickey Rooney.

Em 1992, estreou na Broadway e fez tanto sucesso que no ano seguinte foi indicado a nove categorias do prêmio Tony (o Oscar dos musicais) ganhando três delas, incluindo a de melhor musical. Ainda em 1993, ele foi montado em Londres e indicado a sete categorias do “Laurence Oliver Awards”, também faturando três delas, novamente levando o prêmio de melhor musical. Em 2011, Crazy For You ganhou nova montagem em Londres e mais dois prêmios “Laurence Oliver Awards”.

Evento: Crazy For You, com Cláudia Raia e Jarbas Homem de Mello
Data: 10 a 13 de abril
Horário: quinta e sexta às 21h. Sábado às 17h e 21h30. Domingo às 17h
Local: Grande Teatro do Sesc Palladium (rua Rio de Janeiro, 1046, Centro)
Entrada: R$25 a R$200
Duração: 2h40
Classificação: 10 anos

Espetáculo ocorre em 23/03, no Grande Teatro do Sesc Palladium

BELO HORIZONTE (17/03/2014) - Peixonauta, série infantil brasileira de grande sucesso na TV e também no teatro, acaba de ganhar um novo formato, o Show Musical O nome dele é... Peixonauta. Os personagens criados por Celia Catunda e Kiko Mistrorigo (Peixonauta, Marina e Zico) cantam e dançam as músicas tema da série de TV e do DVD Cante com Peixonauta. O Grande Teatro do Sesc Palladium receberá a atração em 23 de março, às 16h. O valor dos ingressos variam de R$15 a R$30 e os trabalhadores do comércio de bens, serviços e turismo têm 15% de desconto no valor da inteira.

O show é um grande clipe musical ao vivo, onde as crianças são convidadas a participar e abrir a POP com os heróis da série. A criançada vai dançar e se divertir com os bonecos, manipulados por atores da Cia. Pia Fraus, imagens animadas e a contagiante Banda do Peixonauta.

Uma criação da TV PinGuim, produtora da animação original, com concepção cênica de Beto Andretta do Pia Fraus e coordenação musical de Paulo Tatit, da Palavra Cantada, o show é patrocinado pelo Ministério da Cultura e Atlas Schindler. 


SOBRE O PERSONAGEM

Peixonauta é uma série de animação que segue as incríveis aventuras de um peixe agente secreto e seus melhores amigos, Marina e Zico. Líder de audiência, o desenho animado é transmitido, atualmente, para mais de 66 países em todo mundo e, no Brasil, é veiculado na TV Cultura e Discovery Kids.

A série, vencedora do Prix Jeunesse e prêmio APCA, contribui para formação de crianças proativas e mais conscientes de seu papel na sociedade, tratando de temas, como aceitação das diferenças; preocupação com o bem comum; alimentação saudável; consumo consciente e preservação dos recursos naturais. Esses valores são reforçados através da diversão e das aventuras vividas pelo Peixonauta e seus amigos no parque das árvores felizes.

 

SERVIÇO

Evento: O nome dele é... Peixonauta
Data: 23/03
Horário: 16h
Local: Grande Teatro do Sesc Palladium (rua Rio de Janeiro, 1046, Centro)
Entrada: R$15 a R$30. Os trabalhadores do comércio de bens, serviços e turismo têm 15% de desconto no valor da inteira.
Duração: 1h30
Classificação: livre

Evento ocorre em 06/03 no Teatro de Bolso Júlio Mackenzie. A entrada é gratuita

BELO HORIZONTE (21/02/2014) - O grupo Madian e o Escarcéu se apresenta pela primeira vez em terras mineiras. A banda retoma a estrada com o show Sinfonia de Baticum, em 6 de março, no palco do Teatro de Bolso Júlio Mackenzie, no Sesc Palladium. Em sua primeira turnê nacional de divulgação do álbum Sinfonia de Baticum (2012) - iniciada em outubro do ano passado - eles se apresentaram em São Luís (MA), Recife (PE); João Pessoa (PB), Fortaleza (CE) e Rio de Janeiro (RJ). A entrada para a apresentação é gratuita com retirada de ingressos 2h antes. Espaço sujeito a lotação.

“Temos um produto que é o disco. O show é outra ciência. Já nos definiram como uma mistura de Zappa e Luiz Gonzaga ou Chico Science com Black Sabbath. Fazemos, digamos assim, um Metal do Mato", explica Madian. A atual formação do grupo conta com Madian (voz/violão/cavaco), Érico Monk (direção musical/guitarra), Miguel Ahid (contrabaixo) e Oliveira Neto (bateria). Cabe aos quatro executar, de forma mais visceral, os arranjos intricados e sinfônicos presentes no álbum.

À frente dessa missão, o guitarrista e diretor musical do show, Érico Monk. “Estudamos os arranjos originais com muita precisão e ajustamos o formato do show para um quarteto. O show tem uma pegada mais rock, mais forte. O público tem respondido positivamente a isso por onde já nos apresentamos”, ressalta. 

Os números da turnê nacional são significativos e históricos. Contabilizam apresentações em nove estados mais o Distrito Federal (DF), 17 cidades, 55 dias na estrada, 8 mil quilômetros, 2.700 minutos de música.

“Somos uma banda independente que conseguiu articular uma turnê pelo país com muito trabalho, dedicação e persistência. Não existe fórmula. Existe, sim, trabalho de equipe”, ressalta Miguel Ahid, baixista da banda.


Sobre o CD Sinfonia de Baticum

O CD Sinfonia de Baticum é uma leitura da música afro-maranhense com letras poéticas e arranjos orquestrais, elaborados em parceria com o maestro e arranjador Vidal França. Em uma mesma música, uma pluralidade de estilos musicais compõe uma verdadeira ópera regional. É o primeiro álbum do grupo e apresenta 10 faixas inéditas.
“Ele é a base do repertório que apresentaremos nesses lugares. Porém, também serão tocadas músicas do próximo álbum da banda, Nonada, em fase de pré-produção”, explica o guitarrista e o diretor musical, Érico Monk.

As composições autorais flertam com elementos de jazz, rock, metal, reggae, além da mistura singular dos batuques da cultura brasileira como frevo, samba, bumba meu boi, tambor de crioula e maracatu.

Em 2012, o grupo recebeu o Prêmio Rádio Universidade FM, categoria “Revelação”. Em 2013, a versão ao vivo da música Um rei, sétima faixa do álbum - gravada com exclusividade para a Coletânea do Projeto BR-135 - recebeu o Prêmio Rádio Universidade FM na categoria “Melhor Música Pop”.

Evento: Madian e o e o Escarcéu – Show Sinfonia de Baticum
Data: 06/03
Horário: 20h
Local: Teatro de Bolso Júlio Mackenzie (Av. Augusto de Lima, 420, Centro)
Entrada gratuita. Retirada de ingressos 2h antes do evento na bilheteria do teatro. Sujeito a lotação.
Duração: 1h
Classificação: livre

Mostra fica em cartaz na Galeria de Arte GTO, de 17/04 a 28/05. Oficina e bate-papo com o artista completam a programação

BELO HORIZONTE (09/04/2014) - A partir do dia 17 de abril, o público poderá conferir as obras do jovem artista belo-horizontino Rafael Zavagli na exposição Paisagem/Retiro, na Galeria de Arte GTO do Sesc Palladium. Em cartaz até 28 de maio, a mostra propõe um olhar contemporâneo sobre a pintura e a paisagem como experiência. A visitação pode ser feita de terça-feira a domingo, das 9h às 21h. A entrada é gratuita.

A exposição apresenta um recorte da produção mais recente do artista, com obras inéditas. No diálogo entre a paisagem pictórica e a paisagem da cidade, pretende-se criar conexões entre a arte, a imaginação e o cotidiano das pessoas.

 

Outras atividades

Além da exposição, uma oficina com Rafael Zavagli irá oferecer ao público a possibilidade de conhecer e experimentar métodos utilizados pelo artista na elaboração das obras. Trata-se da experimentação em pintura explorando a fotografia como ferramenta. O curso será no Mezanino do Sesc Palladium, no dia 17 de maio, das 11h às 17h. As inscrições são gratuitas e devem ser feitas pelo e-mail O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo. . Vagas limitadas.

E no dia 23 de maio, das 17h às 19h, os artistas Rafael Zavagli e David Magila, que expõe em maio seu trabalho no Projeto Parede, participam de um encontro com o público, no Espaço Multiúso, onde irão apresentar seus processos criativos. Ambos exploram a fotografia como recurso para produção pictórica. A entrada é gratuita, com retirada de senha 2h antes do evento. Espaço sujeito a lotação.


SERVIÇO
Evento: Exposição Paisagem/Retiro, de Rafael Zavagli
Data: de 17 de abril a 28 de maio
Horário: de terça-feira a domingo, das 9h às 21.
Local: Galeria de Arte GTO, do Sesc Palladium (Av. Augusto de Lima, 420. Centro)
Entrada gratuita
Classificação livre

 

Evento: Oficina com Rafael Zavagli
Data: 17 de maio
Horário: das 11h às 17h, com intervalo.
Local: Mezanino do Sesc Palladium (Av. Augusto de Lima, 420. Centro)
Inscrições gratuitas pelo e-mail O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo. . Vagas limitadas
Classificação livre

 

Evento: Encontro com Rafael Zavagli e David Magila
Data: 23 de maio
Horário: das 17h às 19h.
Local: Espaço Multiúso, do Sesc Palladium (Av. Augusto de Lima, 420. Centro)
Entrada gratuita com retirada de senha 2h antes do evento. Espaço sujeito a lotação.
Classificação livre

A apresentação ocorre no Teatro de Bolso Júlio Mckenzie em 22/03

BELO HORIZONTE (14/03/2014) - O Guitarrista/Violonista fluminense, Daniel Guimarães, lança seu primeiro trabalho autoral (instrumental) na companhia dos músicos Aiuriu Irigoite (baixo), Zezinho Gotelipe (bateria) e Leonardo Mendes (gaita), em 22 de março, às 20h, no Teatro de Bolso Júlio Mackenzie, no Sesc Palladium.

O disco apresenta influências da música brasileira contemporânea e do jazz. O trabalho já recebeu comentários positivos no jornal O Globo (Silvio Essinger, 29/10/13) e do renomado guitarrista Leo Amuedo. Daniel Guimarães que inclusive residiu na capital mineira na década 90 tendo estudado com importantes nomes da música na cidade. Por isso aprofundando-se ainda mais na música mineira a ponto de ter como maior ídolo Toninho Horta. O valor dos ingressos para o show variam de R$7,50 a R$15. Os trabalhadores do comércio de bens, serviços e turismo têm 15% de desconto no valor da inteira.

 

SOBRE DANIEL GUIMARÃES

Daniel Guimarães é musico profissional, natural de Petrópolis e iniciou seus estudos formais em Belo Horizonte, passando pela turma de iniciação musical do professor Robério Molinari em curso ministrado no Conservatório Mineiro. Seu contato com improvisação surgiu das aulas de guitarra que teve com o renomado guitarrista mineiro Magno Alexandre (ex- integrante do trio Do baterista Nenê), e do curso de improvisação da escola Pro Music sob o comando de Nelson Faria. Em temporada na Austrália (1997), estudou improvisação livre com Wayne Mcntosh. Desde que se mudou para o Rio de Janeiro, em 1998, vem estudando o assunto com mestres como: Rômulo Tomphson,Tomás Improta, Haroldo Mauro Jr e Gabriel Santiago. É bacharel em musica popular brasileira pela UniRio e licenciado em música (habilitação: Educação Artística) pela UCAM. Já foi o responsável pelo curso de guitarra do Instituto Villa Lobos- Pólo Avançado de Angra dos Reis e nessa mesma cidade comandou os cursos de guitarra, violão, prática de conjunto, harmonia e improvisação na Zangareio Aprendizagem Musical.

Como guitarrista, violonista e bandolinista, desenvolve intensa atividade com grupos de Angra dos Reis (Ex-Grupo Zangareio) e Rio de Janeiro (duo Ricardo Barbosa/Daniel Guimarães, Ex-Grupo de Yassir Chediak), além de trabalhos de estúdio e peças musicais. Já dividiu o palco com grandes nomes da improvisação, tais como Toninho Horta (em show de lançamento do cd do Grupo Zangareio), Leonardo Amuedo, além de ter gravado e tocado com o ex- guitarrista do lendário grupo Focus Jan Dumee. Foi inserido no livro violões do Brasil de Mirian Taubkin. Realizou apresentações internacionais em Cairns (Austrália) em 1997 e Roterdan (Holanda) em 2008.

 

Evento: Daniel Guimarães - Lançamento do cd Ensimesmado
Data: 22/03
Horário: 20h
Local: Teatro de Bolso Júlio Mackenzie (Av. Augusto de Lima, 420, Centro)
Entrada: R$7,50 a R$15. Os trabalhadores do comércio de bens, serviços e turismo têm 15% de desconto no valor da inteira.
Duração: 1h
Classificação: livre

O show de lançamento ocorre em 11/03 e a entrada é gratuita

BELO HORIZONTE (19/02/2014) - No dia 11 de março, às 20h, a cantora mineira Lílian Nunes lança seu segundo disco no Teatro de Bolso Júlio Mackenzie, no Sesc Palladium (rua Rio de Janeiro, 1046 – Centro). O CD tem dez faixas e remete à memória afetiva da cantora e seu produtor, Cláudio Moraleida. São músicas de Luiz Melodia, Cartola, Zélia Duncan, Herbert Vianna, Gilberto Gil, Caetano, Gonzaguinha, Vitor Ramil, Thomas Roth e Marina Lima, recriadas com bom gosto e simplicidade.

 

img-aberta-lilianCrédito: Dila Puccini

 

No palco, ela canta acompanhada por um time de amigos competentes que torna a tarefa não só mais fácil, como mais prazerosa e estimulante: Cláudio Moraleida (produção musical, arranjos, violões, dobro, ukelele, vocais), Adriano Campagnani (baixo), Leo Pires (bateria), Christiano Caldas (teclados, acordeom) e Guilherme Fonseca (guitarras e bandolim). A entrada é gratuita e os ingressos devem ser retirados na bilheteria do teatro, no dia do evento, a partir das 18h.


PALAVRA CERTA

Na voz de Lílian Nunes, a palavra certa vale quanto pesa. Cantora, locutora, jornalista e produtora, a mineira chega ao segundo disco com um pragmatismo que rima bom gosto com eficiência. Veterana de música para eventos, Lílian andou pelo rádio, lugar essencial para testar melodias e resolveu apostar na leveza e na memória (afetiva e efetiva) para desfilar uma série de leituras mais que pessoais de músicas que aprendeu a gostar.

Com produção e direção musical do guitarrista Cláudio Moraleida, seu colega de banda Zeeper, o CD resgata temas que Lílian aprendeu a gostar e cantar, e que, descobriu depois do repertório escolhido, soavam como inéditos para muita gente. Principalmente para as gerações dos itunes e autotunes.

Já de saída, a bela e pouco conhecida A Palavra Certa (George Israel, Herbert Vianna, Paula Toller) prega a busca da palavra certa, que faça o mundo andar, sustentada por violões com afinação aberta e baixo pedal. Na sequência, a maior transgressão: transformar Acontece, de Cartola, num tema pop, com pegada contemporânea. E Alguém Cantando, de Caetano, deixa o jeito quase ritualístico da versão do autor para ganhar substância, temperada pelo acordeom de Christiano Caldas.

Quero, um pop de tocar no rádio de Thomas Roth, soa jazzy e mais sofisticado. Virgem, impecável canção de Marina Lima e Antônio Cícero, ganha cordas que realçam sua beleza clássica. Já Caminhos do Coração, de Gonzaguinha, ganha ar de sol, vento e praia, com roupa nova a la Beach Boys e Beatles. O toque stoniano do arranjo de Vale Quanto Pesa, de Luiz Melodia, afasta o DNA soul/latino das gravações conhecidas, temperada com uma vinheta Dixieland.

Clássico moderno, Coração na Boca, de Zélia Duncan e Lucina, é um hit mais familiar. O contrário de Foi no Mês Que Vem, obra prima do gaúcho Vitor Ramil pouco conhecida do grande público, tratada como o standard que deveria ser. Para encerrar, o Lamento Sertanejo, de Gil perde o sotaque nordestino e vira um charmoso choro canção.

Ao final da audição fica a confortável sensação de ter em mãos um disco de seu tempo e de todos os tempos, de uma viagem guiada por uma voz discreta, eficiente, sintonizada com a beleza de canções que ficarão no tempo e na memória.


PLURAL

A mineira Lílian Nunes mora em Belo Horizonte e trabalha com arte desde os 15 anos. Começou cantando em corais, viajou bastante com eles e chegou a estar no coral de 500 vozes (com um grupo de cada continente) na abertura das Olimpíadas de Seul.

Fez backing vocal em shows e discos de grupos como Ouro de Tolo, 14 Bis e Jota Quest. Cantou numa banda de disco music, a Dib Six, cujo baterista era Xande Tamietti, hoje no Pato Fu. Atuou em musicais como Mulheres de Hollanda, do Pedro Paulo Cava. Participou da big band Minas Jazz Orchestra e, hoje, está na banda Zeeper, com foco em eventos.

O primeiro disco, Foi Agora, de 2007, produzido por Flávio Henrique, teve participações de Pedro Morais e Fernanda Takai, músicas de Magno Mello, Flávio Henrique, Rodolfo Mendes, Vander Lee.


Evento: Lílian Nunes – show de lançamento de CD
Data: 11/03
Horário: 20h
Local: Teatro de Bolso Júlio Mackenzie (Av. Augusto de Lima, 420, Centro)
Entrada gratuita. Retirada de ingressos no dia do evento na bilheteria do teatro a partir das 18h.
Duração: 1h30
Classificação: livre

Banda holandesa realiza tour pelo Brasil para lançar novo álbum. Show na capital mineira será em 16/04, no Sesc Palladium

BELO HORIZONTE (09/04/2014) - Com estilo único de tocar rock progressivo, o grupo Focus mostrará aos mineiros novas composições do décimo CD de estúdio, Focus X – Crossroads, em 16 de abril, no Grande Teatro do Sesc Palladium. A banda passa por uma nova fase na carreira musical. Uma das novidades do álbum é a presença ilustre do brasileiro Ivan Lins nas gravações. No show, além de apresentar as músicas do novo CD, o Focus também interpretará grandes clássicos dos anos 70.

O som do grupo é caracterizado por composições extensas, instrumentais e praticamente exclusivas, com referencias à música erudita. Um exemplo disso é a menção à ópera de Monteverdi na canção Eruption, do álbum Moving Waves. "Nossa música é evolução, não revolução", afirma Thijs van Leer sobre a característica que define o som do Focus.


SOBRE FOCUS

A banda foi fundada em 1969, pelo organista e flautista Thijs van Leer, mas foi no início dos anos 70 que passou a ser conhecida tornando-se a mais famosa e popular banda holandesa de todos os tempos. Naquela época, o Focus era nome certo nos principais festivais europeus e nas casas de shows dos Estados Unidos. Entretanto, no fim dos anos 70, por divergências musicais, o grupo se desmanchou.

Ainda tendo Thijs van Leer como figura central, a banda voltou em 2002 com uma nova formação. O lendário baterista Pierre van der Linden, internacionalmente reconhecido por suas habilidades rítmicas únicas, também estava de volta. Foi com ele na bateria que os maiores sucessos foram gravados. Bobby Jacobs, oriundo da escola holandesa de jazz, se uniu aos dois membros originais. E na guitarra, o talentoso Niels van der Steenhoven mostrou ser o músico que faltava para definir a formação moderna do conjunto.

Seus primeiros hits vieram em forma de músicas instrumentais: Hocus Pocus, House of the King e Sylvia. Também merecem destaque os discos Moving Waves, Focus 3 e Hamburger Concerto. O Focus já lançou nove discos de estúdio, dois ao vivo – sendo o primeiro gravado em Londres, em 1973 – e três DVDs oficiais.


SERVIÇO

Evento: Focus In Concert
Data: 16/04
Horário: 21h
Local: Grande Teatro do Sesc Palladium (rua Rio de Janeiro, 1046, Centro)
Entrada: R$25 a R$70
Classificação: livre

Apresentação ocorre em 20 e 21/03, no Teatro de Bolso Júlio Mackenzie

O Teatro de Bolso Júlio Mackenzie do Sesc Palladium receberá, em 20 e 21 de março, às 20h, o lançamento do disco Groove Porrada Swing, do Mariachi Sin Tequila. Formado em junho de 2011, em Belo Horizonte, o grupo propõe uma efervescente fusão de estilos, através de músicas próprias, cantadas em português, espanhol e inglês. Os ingressos para o show variam de R$10 a R$20, e os trabalhadores do comércio de bens, serviços e turismo têm 15% de desconto no valor da inteira.

Groove Porrada Swing, primeiro disco da banda, propõe a interseção entre vários estilos musicais. Rock, soul, funk, blues e samba ora se misturam, ora se alternam, num tempero particular, pesquisado, lapidado e construído em muitos anos de carreira artística de cada integrante.

O álbum foi gravado e finalizado no Flex Studios, sob a produção musical de Visso Lana. São 13 canções, todas de autoria do grupo, que revelam a polivalente gama de influências sonoras, onde os temas das letras traduzem percepções do mundo, da arte e da vida, em seus aspectos sociais, políticos e filosóficos.

Formado por Míriam Avelino (voz e violão), Bráulio Plazzi (guitarra, violão e voz), Cláudio Costa Val (baixo, violão, cavaquinho e voz) e Gustavo Rocha (bateria, percussão), o grupo convida a todos para o lançamento do álbum, em duas apresentações inesquecíveis.


Evento: Mariachi Sin Tequila - Show de lançamento do disco Groove Porrada Swing
Data: 20 e 21 de março
Horário: 20h
Local: Teatro de Bolso Júlio Mackenzie do Sesc Palladium (Av. Augusto de Lima, 420, Centro)
Entrada: R$10 a R$20. Os trabalhadores do comércio de bens, serviços e turismo têm 15% de desconto no valor da inteira.
Duração: 80 min.
Classificação: livre

Projeto Mix Dança promove encontro entre a Cia. Sesc de Dança e a São Paulo Companhia de Dança

BELO HORIZONTE (18/02/2014) - Uma semana de troca de experiências, aprendizados, aplausos e muita concentração. Foi neste clima que a Cia. Sesc de Dança se uniu à São Paulo Companhia de Dança na última semana, dentro do projeto Mix Dança, realizado pelo Sesc Palladium. Foram apresentadas diversas atividades educativas, como a exibição do documentário Figuras da Dança – Marilene Martins; oficina de dança contemporânea, ministrada por Daphne Chequer, professora da Cia. Sesc de Dança; oficina de ballet clássico com Ilara Lopes, professora e ensaiadora da São Paulo Companhia de Dança (SPCD), e espetáculo aberto para estudantes, além de duas apresentações abertas ao público.

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Crédito: Tarcísio de Paula
 

Para a gerente da Cia. Sesc de Dança, Maria Elisa Medeiros, a semana foi particularmente proveitosa no que diz respeito a troca de experiências entre os profissionais das duas companhias e, também, entre artistas e público. “O intercâmbio proposto pelo Mix Dança se estendeu para além dos palcos e isso potencializou o aprendizado proporcionado pelo compartilhamento de ideias entre os dois grupos”, comenta Maria Elisa.

A respeito da experiência para os bailarinos da Cia. Sesc de Dança, a gerente do corpo artístico diz ter sido um privilégio dividir o palco com artistas mais experientes, tanto nas aulas, como nos espetáculos. “A convivência intensa entre as duas companhias permitiu que os bailarinos da Cia. Sesc de Dança conhecessem um pouco mais da rotina da SPCD, especialmente o trabalho realizado com coreógrafos internacionais”, completa.

A diretora artística da São Paulo Companhia de Dança, Inês Bogéa, comentou que foi um grande prazer voltar ao Sesc Palladium e dividir o palco com a Cia. Sesc de Dança. “E, especialmente, para mim, voltar a BH é como voltar para casa”, afirma a diretora que foi bailarina do Grupo Corpo, de BH, por 12 anos.

A programação da Cia. Sesc de Dança continua a todo vapor. Na próxima semana, o Sesc dará continuidade à turnê do corpo artístico pelo interior de Minas, que se apresentará em Uberlândia, no dia 27 de fevereiro, e em Juiz de Fora, no dia 13 de março.

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Crédito: Tarcísio de Paula

Banda mineira é a convidada da edição de abril do projeto. Apresentação será no dia 16, no Teatro de Bolso Júlio Mackenzie do Sesc Palladium

BELO HORIZONTE (09/04/2014) - A edição deste mês do Projeto Quarta Instrumental recebe a banda Constantina. A apresentação será no dia 16 de abril, às 19h30, no Teatro de Bolso Júlio Mackenzie do Sesc Palladium. A entrada é mediante a doação de 1kg de alimento não perecível, que será doado para o Programa Mesa Brasil Sesc, ou o pagamento de R$10 (inteira). A retirada de ingressos começa 2h antes da apresentação e o espaço está sujeito a lotação. Os trabalhadores do comércio de bens, serviços e turismo têm 15% de desconto no valor da inteira.

O Constantina cria melodias minimalistas, com uso de guitarras e eletrônica. Apesar do rock ser o ponto de partida, pensa-se sempre em sobrepor instrumentos, criando texturas, sem se prender a rótulos. Em seus discos é possível encontrar uma poesia sonora pitoresca. O grupo, atualmente, é formado pelos músicos André Veloso (baixo), Alex Fernandino (guitarra), Bruno Nunes (guitarra), Daniel Nunes (bateria) e GA Barulhista (percussão e eletrônicos).

Com 10 anos de carreira, a banda já lançou os álbuns Constantina (2005), Jaburu (2006), ¡Hola Amigos...! (2008), Haveno (2011), Pacífico (2012) - disco lançado apenas digitalmente e que se mostrou inusitado, uma vez que o que era instrumental ganhou letras e vozes dos músicos Wado, MC Matéria Prima e Franny Glass -, e Pelicano (2014). Em 2013, o grupo lançou o single Colorir, gravado no estúdio americano Womens Audio Mission (WAM), onde demonstra a veia mais eletrônica de seu trabalho.


SOBRE O QUARTA INSTRUMENTAL

O Quarta Instrumental configura-se numa série de shows musicais que contempla a linguagem instrumental. O projeto pauta-se pela valorização dos músicos do cenário mineiro e brasileiro, bem como pela exposição da diversidade de seus trabalhos. A cada edição, um artista diferente será convidado para apresentação no Sesc Palladium.


SERVIÇO

Evento: Projeto Quarta Instrumental apresenta Constantina
Data: 16/04
Horário: 19h30
Local: Teatro de Bolso Júlio Mackenzie do Sesc Palladium (av. Augusto de Lima, 420, Centro).
Entrada: 1 kg de alimento não perecível para o Programa Mesa Brasil Sesc ou R$10 (inteira). Retirada de ingressos 2h antes da apresentação. O espaço está sujeito a lotação. Os trabalhadores do comércio de bens, serviços e turismo têm 15% de desconto no valor da inteira.
Duração: 70 minutos
Classificação: livre

Show ocorre em 19/03, no Teatro de Bolso Júlio Mackenzie

BELO HORIZONTE (13/03/2014) - A primeira edição do projeto Quarta Instrumental, realizado pelo Sesc Palladium, convida Felipe Continentino Grupo Móvel para apresentação, em 19 de março, às 19h30, no Teatro de Bolso Júlio Mackenzie. Na ocasião, Felipe será acompanhado pelo argentino Pablo Passini (guitarra), Frederico Heliodoro (baixo), Breno Mendonça (sax) e Marcus Abjaud (piano). O repertório da noite contará com músicas do primeiro disco do artista e algumas inéditas. A entrada para será mediante entrega de 1 kg de alimento não perecível, para o Programa Mesa Brasil Sesc, ou R$10. A retirada de ingressos ocorre 2h antes da apresentação. O espaço está sujeito a lotação. Os trabalhadores do comércio de bens, serviços e turismo têm 15% de desconto no valor da inteira.


SOBRE FELIPE CONTINENTINO

Natural de Belo Horizonte, baterista e compositor de 23 anos, Felipe teve seu primeiro disco lançado em 2012, em Belo Horizonte, Rio de Janeiro, São Paulo e também nas cidades Azul e La Plata, na Argentina. Para este ano, Felipe começa o novo projeto "Grupo Móvel'', que não conta com uma formação fixa, pois o objetivo é fazer diversas misturas com diferentes músicos e instrumentos.

Já trabalhou com grandes nomes da música, como Toninho Horta, Danilo Caymmi, Roberto Menescal, Teco Cardoso, André Mehmari, Sarah Harmer, Jane Duboc, Leo Gandelman, Celso Fonseca, Fábio Torres, Márcio Hallack, Juarez Moreira, Cliff Korman, Alejandro Avilés, Lupa Santiago, Affonsinho, Chico Amaral, Célio Balona, entre outros.

Felipe ganhou o prêmio jovem instrumentista BDMG 2010 e representou a UFMG em São Paulo, tocando no Encontro Internacional de Jazz 2011 (International Association of Schools of Jazz) liderado pelo renomado saxofonista David Liebman.

Em setembro de 2013, ele se apresentou em Nova York, com Antonio Loureiro Trio e Mike Moreno, no renomado Smalls Jazz Club; e com Joana Queiroz Quinteto, no The Bitter End. Também em Nova York estudou com os bateristas Ari Hoenig e Dan Weiss.


SOBRE O QUARTA INSTRUMENTAL

O Quarta Instrumental configura-se numa série de shows musicais que contempla a linguagem instrumental. O projeto pauta-se pela valorização dos músicos do cenário mineiro e brasileiro, bem como pela exposição da diversidade de seus trabalhos. A cada edição, um artista diferente será convidado para apresentação no Sesc Palladium.


SERVIÇO

Evento: Projeto Quarta Instrumental apresenta Felipe Continentino Grupo Móvel
Data: 19/03
Horário: 19h30
Local: Teatro de Bolso Júlio Mackenzie do Sesc Palladium (Av. Augusto de Lima, 420, Centro).
Entrada: 1 kg de alimento não perecível, para o Programa Mesa Brasil Sesc, ou R$10. Retirada de ingressos 2h antes da apresentação. O espaço está sujeito a lotação. Os trabalhadores do comércio de bens, serviços e turismo têm 15% de desconto no valor da inteira.
Duração: 1h
Classificação: livre

Zaz apresenta seu novo show, Recto Verso, em 19/03, no Sesc Palladium

BELO HORIZONTE (17/02/2014) - Três letras formam o nome da cantora Zaz, Isabelle Geoffroy, que vem ao Brasil pela primeira vez como parte de sua turnê inédita na América Latina. A francesa de 33 anos, que conquistou o mundo com sua voz grave e suave, chega a Belo Horizonte para apresentar os sucessos de seus dois discos, ZAZ (2010), e o mais recente trabalho, Recto Verso, lançado em maio de 2013. Os mineiros serão os primeiros a conferir a performance ao vivo da moça, que tem shows também marcados no Rio e São Paulo. A apresentação ocorre em 19 de março, no Grande Teatro do Sesc Palladium. Os valores dos ingressos variam de R$20 a R$80 e os trabalhadores do comércio de bens, serviços e turismo têm 15% de desconto no valor da inteira. Idosos e estudantes têm direito à meia entrada, mediante apresentação da documentação obrigatória.

O show é uma realização do Sesc, com apresentação do Sesc Palladium. A produção fica a cargo da Green Go Agency e o apoio da Alliance Française, Consulat Francais, Bureau Export e Institut Français.

Puxada pela canção Je Veux, de seu primeiro CD, Zaz caiu no gosto do público, mas causou certa polêmica entre a mídia especializada. O motivo foi o tema da canção na qual a cantora condena a sociedade de consumo afirmando “que dinheiro não traz felicidade”, o que a crítica considerou uma contradição imperdoável já que seu álbum estava no topo das vendas. Nada, porém, que tenha ofuscado o brilho da cantora, considerada hoje uma das promessas da "nouvelle chanson" pela Radio France Internationale (RFI).

Polêmicas a parte, a verdade é que a mistura de jazz, canção francesa e pop fez Zaz estourar por toda a Europa onde nos últimos meses tem cumprido uma agenda de shows intensa, apresentando Recto Verso, todo cantado em francês. Agora, é a vez dos brasileiros terem a chance de vê-la no palco interpretando canções como, On Ira, primeira faixa do novo disco; Comme ci, comme ça, um skiffle pontuado pelo piano de Fred Lafage; Dans ma Rue, uma regravação da música de Edith Piaf, a quem ela homenageia no CD de estreia visto como "um olhar de pirata sobre um mundo eletrônico"; Gamine, um pop retrô à la B-52s; e Nous debout.Déterre, que traz um clima mais soul, com toques country e belos acentos de guitarra, além de Si, Les Passantes e, claro, Je Veux.

SOBRE ZAZ

Zaz nasceu em Tours, França, de onde saiu para morar em Paris, em 2006, decidida a ser cantora. Por lá, cantou em cabarés e nas ruas da capital por um ano, até que o anúncio de uma gravadora mudou a sua vida. Nele, o compositor Kerredine Soltani procurava uma jovem para interpretar canções de Jazz, e Zaz se enquadrava perfeitamente no perfil. No mesmo período, conheceu o cantor francês Raphaël que, seduzido pela sua voz, escreveu três das onze canções do primeiro álbum: Éblouie par la nuit, Port Coton e La Fée. A partir daí, não parou mais.


SERVIÇO

Evento: Show Recto Verso
Data: 19/03
Horário: 21h
Local: Grande Teatro do Sesc Palladium (rua Rio de Janeiro, 1046, Centro)
Entrada: R$20 a R$80. Trabalhadores do comércio de bens, serviços e turismo têm 15% de desconto.
Classificação: livre
Duração: 2h

Obras do cineasta indiano Satyajit Ray serão exibidas, de 16 a 20 de abril, durante mostra. Entrada gratuita

BELO HORIZONTE (09/04/2014) - Ao longo das décadas, o cinema indiano ganhou relevância no mundo e seus filmes passaram a figurar na lista de grandes produções cinematográficas. Neste mês, algumas dessas obras chegam a Belo Horizonte, no Cine Sesc Palladium – Mostra Trilogia de Apu, que fica em cartaz de 16 a 20 de abril e traz películas produzidas por Satyajit Ray. A entrada é gratuita, com retirada de ingressos 2h antes das sessões. Espaço sujeito a lotação.

Considerado o grande mestre do cinema da Índia, Satyajit Ray é um dos nomes que figuram na história cinematográfica por méritos próprios. Premiado em Berlim, Cannes, Veneza e ganhador de um Oscar honorífico no ano de sua morte, 1992, sua carreira se estendeu durante cinco décadas. Porém, o ponto culminante é a famosa Trilogia de Apu, rodada entre 1955 e 1959, composta pelos filmes A canção da estrada (1955), O Invencível (1957) e O mundo de Apu (1959).


A canção da estrada
– Índia/1955/122 min. Classificação livre

Marca a estreia de Satyajit Ray no cinema. Este é o filme que deu origem à Trilogia de Apu. Nele é narrada a comovente história de uma família de Bengali, perseguida pela má sorte. O pai, Harihara, é um sacerdote mundano, curandeiro, sonhador e poeta. Sabajaya, a mãe, trabalha para alimentar a família e recebe com alegria e esperança a chegada de um novo filho, Apu.


O invencível – Índia/1957/127 min. Classificação livre
Mostra a juventude de Apu, em Benaré, seu desejo de tornar-se independente, estudar em Calcutá e levar uma vida diferente da que havia conhecido com seus pais.


O Mundo de Apu – Índia/1959/101 min. Classificação livre
Com esse filme, Satyajit Ray concluiu uma das mais belas trilogias da história do cinema. Apu logrou tragicamente sua ânsia de independência. No entanto, os desejos de escrever, sonhar e amar parecem cumprir-se ao conhecer Aparna.

Confira os dias e horários de exibição dos filmes:

16/04 – 18h: A canção da estrada | 20h30: O invencível
17/04 – 18h: O mundo de Apu | 20h: A canção da estrada
18/04 – 19h: O invencível
19/04 – 18h: O mundo de Apu | 20h: A canção da estrada
20/04 – 17h: O invencível | 19h30: O mundo de Apu

 

SERVIÇO

Evento: Mostra Trilogia de Apu
Data: de 16 a 20 de abril
Local: Cine Sesc Palladium (avenida Augusto de Lima, 420, Centro)
Entrada gratuita com a retirada de ingressos 2h antes das sessões. Espaço sujeito a lotação.

Projeto realizado pelo Sesc Palladium recebe Michelle Moura na primeira edição do ano

BELO HORIZONTE (12/03/2014) - O Sesc Palladium inicia a programação 2014 do projeto Pauta em Movimento e recebe Big Bang Boom, em 29 de março, às 20h, no Foyer da avenida Augusto de Lima. O espetáculo, criado por Michelle Moura, é uma manifestação, uma perturbação e uma intensificação perceptiva do tempo e do espaço. A entrada para a apresentação é gratuita.

Como proposto pelo projeto, o convidado de cada edição realiza uma atividade formativa e, desta vez, Michelle Moura apresenta a oficina de dança contemporânea, Máquina de Sensações. No encontro, através do movimento, a percepção de cada participante será alterada e as sensações reorganizadas. A oficina ocorre em 28 e 29 de março, no Espaço Multiúso do Sesc Palladium, para bailarinos e performers. As inscrições são gratuitas, pelo e-mail O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo. , até o dia 26 de março. As vagas são limitadas.


SOBRE BIG BANG BOOM

O espetáculo diz que um corpo sempre transforma outro. E é sempre um corpo que cria outro corpo. Criação de alguns, pela destruição de outros. Porém, tudo depende da posição em que estamos: papel criado sou, árvore destruída fui. Casa criada sou, terreno destruído fui. Big Bang Boom pede para criar e destruir mais devagar. A performance utiliza 300m de papel na criação de um “chão movediço”, em constante transformação.


SOBRE OFICINA MÁQUINA DE SENSAÇÕES

Durante a oficina será criada uma "máquina de sensações": um corpo que mastiga, processa e transforma. Este reposicionamento do sentir acontecerá com práticas que propõem modos específicos de mover os olhos e a respiração. Será observado como o movimento de partes do corpo ressoa em outras partes, num processo contínuo de ação. Para isso, o trabalho será iniciado com uma caminhada lenta, observando as transferências de peso, o movimento do olhar e do piscar. O objetivo é que seja analisado que tudo move, mas que algumas coisas movem em menor intensidade ou mais lentamente que outras.


SOBRE MICHELLE MOURA

Michelle Moura é performer e coreógrafa. Suas últimas criações são Fole (2013), CAVALO (2010) e Big Bang Boom (2012), onde desenvolve estratégias para responder, temporariamente, a pergunta “o que move um corpo?”. Como performer colaborou e trabalhou com Dani Lima (RJ), Alex Cassal (RJ), Fabian Gandin (AR) e Vincent Dupont (FR). Foi co-fundadora e integrante do extinto Couve-Flor Minicomunidade Artística Mundial. Seus estudos em dança aconteceram na FAP; Casa Hoffmann, Curitiba; Essais - Centro National de Danse Contemporaine d'Angers (direção artística de Emmanuelle Huynh), França e, atualmente, é mestranda do AMCh Amsterdam Master of Choreography, da AHK.


SERVIÇO

Evento: Projeto Pauta em Movimento – Espetáculo Big Bang Boom
Data: 29/03
Horário: 20h
Local: Foyer da Augusto de Lima do Sesc Palladium (Av. Augusto de Lima, 420, Centro)
Entrada gratuita
Duração: 40 minutos
Classificação: livre

 

Evento: Projeto Pauta em Movimento – Oficina Máquina de Sensações
Data: 28/03 e 29/03
Horário: sexta-feira das 19h às 21h, sábado das 13h às 15h
Local: Espaço Multiúso do Sesc Palladium (Rua Rio de Janeiro, 1046, Centro)
Classificação: 16 anos / Público-alvo: bailarinos e performers
Inscrições gratuitas pelo e-mail O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo. até o dia 26/03.

O Espaço Multiúso do Sesc Palladium virou um ambiente dedicado à história da dança, na noite dessa quarta-feira (12), com a exibição do documentário Figuras da Dança – Marilene Martins. O público, que lotou o local, teve a oportunidade, também, de participar do debate com a diretoria da São Paulo Cia. De Dança, Inês Bogéa, e conhecer pessoalmente Marilene Martins.

O documentário mostra, por meio de depoimentos e imagens, a história de Marilene Martins, um dos nomes mais importantes do teatro e da dança moderna em Minas Gerais. O filme trabalha um paralelo entre a evolução do ballet e o crescimento de Belo Horizonte, principalmente, no cenário cultural nacional.
Para Inês Bogéa, a exibição do documentário e o bate-papo com o público são uma oportunidade valiosa de trocar experiências, o que ela considera muito importante. Ao fim da exibição, o público aclamou de pé e com muita emoção Marilene Martins.
A atividade fez parte da programação de fevereiro do Mix Dança, que está em cartaz no Sesc Palladium, até o dia 15. Esta edição marca o encontro entre a Cia. Sesc de Dança e a São Paulo Companhia de Dança.

O que vem por aí
Nesta sexta-feira (14), as atividades do Mix Dança continuam no Sesc Palladium. Às 14h30, estudantes de diversas instituições de ensino poderão conferir o encontro da Cia. Sesc de Dança e a São Paulo Companhia de Dança no palco. Às 21h, será realizada a apresentação do espetáculo para o público.
No dia 15, serão realizadas duas oficinas: uma de ballet clássico, ministrada por Ilara Lopes da SPCD, e outra de dança contemporânea, com Daphne Chequer da CSD, a partir das 10h. Encerrando a programação, o público pode conferir a apresentação das companhias, às 21h.

 

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Crédito: Dila Puccini

Diretora de filme sobre imigração nos anos 60 conversou com o público

BELO HORIZONTE (07/04/2014) - Para celebrar a temporada da Alemanha no Brasil 2013/2014, o Sesc promove, até o dia 13 de abril, a Mostra Encontro com o Cinema Alemão. Realizado no Cine Sesc Palladium, em Belo Horizonte, o evento é fruto da parceria entre o Departamento Nacional do Sesc (curadoria de Nadia Moreno), o Instituto Goethe (curadoria de Arndt Roskens) e da equipe da Superintendência de Cultura do Sesc em Minas Gerais.

A abertura da Mostra aconteceu no sábado, 5 de abril, com a exibição do filme Almanye – Bem-vindo à Alemanha (2010). A história, que com bom humor e leveza, relembra a ida de imigrantes à Alemanha na época do milagre econômico dos anos 60. A diretora do longa, que foi exibido no Festival de Berlim (2011), a alemã de origem turca, Yasemin Samdereli, foi convidada a vir ao Brasil pela primeira vez especialmente para a exibição e para um bate-papo com os espectadores. “O convite foi irrecusável. Este filme é uma homenagem aos imigrantes que se aventuraram dando um grande passo para a época, deixando sua terra para proporcionar uma vida melhor às suas famílias”, explicou em inglês Yasemin. O encontro contou com um tradutor.

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Yasemin Samdereli conversa com o público sobre o filme Bem-Vindo à Alemanha

Foto: Saulo Barbosa/Sesc

O roteiro, elaborado por Yasemin e sua irmã Nersrin Samdereli, remonta algumas passagens autobiográficas de ambas, como o episódio do Natal, tão sonhado em ser celebrado por crianças turcas, assim como faziam as alemãs, e, também, o desejo de seu tio por Coca-Cola, já que o refrigerante era caro para consumidores na Turquia.

A reflexão da noite foi se a Alemanha continua a ter uma tradição multicultural e como trata seus imigrantes nos dias de hoje.

Essa e outras histórias alemãs dos séculos 20 e 21, você pode conferir na programação da Mostra que contará com um curso de cinema, de 8 a 11 de abril. Em breve, o Sesc exibirá os filmes em várias cidades do Estado.

Evento: Curso Cinema e literatura em diálogo, no contexto alemão contemporâneo.
Data: 8 a 11 de abril
Horário: 14h às 19h
Local: Cine Sesc Palladium (rua Rio de Janeiro, 1046, Centro)
Inscrições: Gratuitas. Vagas limitadas, mediante inscrição pelo e-mail: O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo. . É necessário enviar um breve currículo.

Evento: Exibição dos filmes da mostra no Cine Sesc Palladium
Data: até 13 de abril
Programação: 9/4 - 20h: O que permanece; 11/4 - 20h: Nenhum lugar para ir; 12/4 - 17h: Yella; 19h: Berlin is in Germany; 13/4 - 15h: 4 dias em maio; 17h: Adeus Lenin; 19h30: Sonnenallee.
Local: Cine Sesc Palladium (rua Rio de Janeiro, 1046, Centro)
Entrada: Gratuita

Evento ocorre no dia 19/03, no Teatro de Bolso Júlio Mackenzie, e conta com a participação de Felipe Continentino Grupo Móvel

BELO HORIZONTE (11/03/2014) - A primeira edição do projeto Quarta Instrumental, realizado pelo Sesc Palladium, convida Felipe Continentino Grupo Móvel para apresentação em 19 de março, às 19h30, no Teatro de Bolso Júlio Mackenzie. No show, músico será acompanhado pelo guitarrista argentino Pablo Passini, pelo baixista Frederico Heliodoro, pelo saxofonista Breno Mendonça e pelo pianista Marcus Abjaud. O repertório da noite contará com músicas do primeiro disco de Felipe e algumas composições inéditas.

A entrada para o show será mediante doação de 1 kg de alimento não perecível que será destinado ao Programa Mesa Brasil Sesc ou R$10. A retirada de ingressos ocorre 2h antes da apresentação. Espaço sujeito a lotação. Os trabalhadores do comércio de bens, serviços e turismo têm 15% de desconto no valor da inteira.


Felipe Continentino

Natural de Belo Horizonte, baterista e compositor de 23 anos, teve seu primeiro disco lançado em 2012 em Belo Horizonte, Rio de Janeiro, São Paulo e também nas cidades Azul e La Plata, na Argentina. Para este ano, Felipe começa o novo projeto "Grupo Móvel'', que não conta com uma formação fixa, pois o objetivo é fazer diversas misturas com diferentes músicos e instrumentos.


Quarta Instrumental

Configura-se numa série de shows musicais que contempla a linguagem instrumental. O Projeto pauta-se pela valorização dos músicos do cenário mineiro e brasileiro, bem como pela exposição da diversidade de seus trabalhos. A cada edição, um artista diferente será convidado para apresentação no Sesc Palladium.

 

SERVIÇO
Evento: Projeto Quarta Instrumental apresenta Felipe Continentino Grupo Móvel
Data: 19/03
Horário: 19h30
Local: Teatro de Bolso Júlio Mackenzie (Av. Augusto de Lima, 420, Centro).
Entrada: 1 kg de alimento não perecível para o Programa Mesa Brasil Sesc ou R$10. Retirada de ingressos 2h antes da apresentação. Espaço sujeito a lotação. Os trabalhadores do comércio de bens, serviços e turismo têm 15% de desconto no valor da inteira.
Duração: 1h
Classificação: livre

Trabalho pode ser conferido na Galeria de Arte GTO, do Sesc Palladium. A entrada é franca

BELO HORIZONTE (07/02/2014) - A noite de abertura da exposição O Jardim de Adelícia, na Galeria de Arte GTO, do Sesc Palladium, foi de grande emoção. A artista Adelícia Amorim, natural de Almenara, no Vale do Jequitinhonha, recebeu o carinho dos amigos, familiares e de representantes da classe artística mineira. Entre o público, o sentimento era de admiração e respeito pelo trabalho exposto e que, pela primeira vez, ocupa uma galeria.

Do alto da experiência de seus 78 anos, e com muita humildade, Adelícia se confessou surpresa com tanto carinho e admiração. “Nunca imaginei meu trabalho exposto em um espaço tão importante. É extremamente gratificante ver o envolvimento de tantas pessoas, de tantos profissionais sérios. É muito profundo. Estou muito feliz”, disse.

Para ela, além do reconhecimento ao seu trabalho, a exposição pode estimular artistas que se dedicam ao bordado. “Hoje observo que muitas jovens voltaram a se interessar por essas técnicas. Sou constantemente procurada e faço questão de orientar e dar dicas importantes”, afirmou.

Durante a abertura da exposição, Adelícia recebeu uma placa oferecida pelo Sesc para registar o momento. A honraria foi entregue pelo gerente de ações culturais do Sesc, Jorge Cabrera. “Essa homenagem é muita justa por duas razões. Primeiro, pela qualidade técnica do trabalho desenvolvido pela artista. Segundo, pelas ações sociais que Adelícia desenvolve na região em que vive, estimulando novos artistas”, disse Cabrera.

Adelícia Amorim é bordadeira. Filha de pai vaqueiro e mãe costureira, aprendeu o ofício ainda menina, ao decidir que iria criar as flores que via nos jogos de cama e mesa dos senhores da fazenda onde cresceu. Autodidata, aprendeu e sofisticou sua forma de perceber e representar ao longo dos anos, criando verdadeiros jardins repletos de cores, formas e delicadezas. Aos 14 anos já era reconhecida pela qualidade e maestria dos seus bordados.

Além do trabalho de Adelícia, o público poderá conferir na exposição obras de outros cinco artistas contemporâneos: Ana Luisa Santos, Janaina Mello, Julia Panadés, Rachel Leão e Rodrigo Mogiz. O encontro deles representa um diálogo entre diferentes linguagens desenvolvidas na atualidade. A visitação ocorre gratuitamente, de 7 de fevereiro a 30 de março, de terça a domingo, das 9h às 21h.

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A artista Adelícia Amorim recebeu o reconhecimento dos amigos, família e de profissionais do meio artístico Crédito: Saulo Barbosa

Obras de Jovino Machado serão apresentadas no recital, no dia 10/04. Evento conta com a participação da jornalista Daniella Zupo

BELO HORIZONTE (04/04/2014) - A primeira edição do Projeto Digas! Poesia Falada, deste ano, vai apresentar ao público um pouco da obra do poeta Jovino Machado. No dia 10 de abril, às 19h30, o Teatro de Bolso Júlio Mackenzie, no Sesc Palladium, receberá o recital Cantigas de amor & maldizer, com a presença do autor e da jornalista Daniella Zupo fazendo leituras de textos publicados nos livros Fratura exposta (2005), Cor de cadáver (2009) e Cantigas de amor & maldizer (2013), além de produções criadas especialmente para a ocasião. A entrada é gratuita com retirada de ingresso 2h antes do evento. Espaço sujeito a lotação.

O recital é uma seleção do que de mais significativo Jovino Machado produziu nos anos 1990 e no início deste século, duas décadas de intensa atividade poética, espaço-tempo em que sua voz hesitou entre diversos lados, do mais romântico ao mais sarcástico, do mais prolixo ao mais sintético, enfim do mais literário ao mais existencial. Mais do que uma referência às canções dos trovadores da Idade Média, os poemas saltam dos livros para o palco, num conceito que aponta para o horizonte onde o autor concebe o seu lirismo: um horizonte versátil e irônico, sofrido e bem humorado.

DIGAS! POESIA FALADA
O projeto Digas! Poesia Falada tem como propósito abrir espaço para a poesia falada e novos autores, além de proporcionar ao público em geral a oportunidade de apreciar poemas apresentados oralmente e, com isso, desenvolver um público consumidor de poesia, em suas variadas formas e possibilidades. O projeto pretende oferecer, a cada edição, maneiras informais de envolver o público e apresentar a poesia sem o estereótipo de ser algo ‘para poucos’.

SERVIÇO
Evento: Projeto Digas! Poesia Falada apresenta Cantigas de amor & maldizer, com Jovino Machado e Daniella Zupo
Data: 10/04/2014
Local: Teatro de Bolso Júlio Mackenzie (Avenida Augusto de Lima, 420, Centro).
Horário: 19h30
Duração: 50 minutos
Classificação: livre
Entrada é gratuita com retirada de ingresso 2h antes. Espaço sujeito a lotação.

Informações para a imprensa: (31) 3279-1457 / 8744-5409 / O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo.
Informações sobre o evento (público): (31) 3270-8100

Show será em 13/03, no Teatro de Bolso Júlio Mackenzie

A banda Odilara, conhecida pelo público mineiro, em especial pelos belo-horizontinos, apresenta, em 13 de março, às 20h, no Teatro de Bolso Júlio Mackenzie do Sesc Palladium, o show do seu mais recente trabalho, o disco Janela Pro Mundo, lançado em 2013. Além das canções do novo disco, completam o repertório da apresentação músicas do primeiro trabalho da banda. Os ingressos para a apresentação variam de R$10 a R$20. Os trabalhadores do comércio de bens, serviços e turismo têm 15% de desconto no valor da inteira.

 

ODILARA

Com uma abordagem que privilegia os elementos mais modernos da música popular contemporânea, com suas texturas, misturas, timbres e ousadias, a banda nos brinda com sua percepção das novas tendências da atual MPB.


SERVIÇO

Evento: banda Odilara - Show Janela Pro Mundo
Data: 13/03
Horário: 20h
Local: Teatro de Bolso Júlio Mackenzie do Sesc Palladium (Av. Augusto de Lima, 420, Centro)
Entrada: R$10 a R$20. Os trabalhadores do comércio de bens, serviços e turismo têm 15% de desconto no valor da inteira.
Duração: 1h20
Classificação: livre

Apresentação ocorre em 27/02 no Grande Teatro

BELO HORIZONTE (07/02/2014) - O Grande Teatro do Sesc Palladium será palco da estreia da nova coreografia do Ballet Jovem Palácio das Artes, intitulada No evento de uma súbita perda. De autoria do português André Mesquita, a montagem, que integra a 40ª Campanha de Popularização do Teatro e da Dança, se destaca por ‘jogar’ com a força e o peso masculinos. Junto à nova coreografia, o Ballet Jovem apresenta também Cantares, A Buenos Aires e Goldberg. A apresentação ocorre em 27 de fevereiro, às 20h.

No evento de uma súbita perda foi criada durante uma residência artística em que o coreógrafo português permaneceu em Belo Horizonte durante três semanas, em dezembro de 2013. Como resultado, o novo trabalho pode ser sintetizado pelo entendimento da perda como uma possibilidade de transformação e de renovação.

Para André Mesquita, a dificuldade humana de interagir e partilhar experiências sensíveis condenam o homem a uma constante perda e a um constante escape: do outro, do movimento, do momento atual. Para ele, em um mundo de perdas, o que fica é a transformação, o momento. “Esse trabalho retrata isso, a metáfora do olhar enquanto conhecimento. Um processo sobre o processo. Uma dança em cima de ideias”.

O figurino é assinado pelo bailarino João Paulo de Castro França, integrante do Ballet Jovem. A trilha sonora é composta por músicas de Greg Haines, e a iluminação é de Rafael França.

André Mesquita - André Mesquita é coreógrafo português, de 35 anos, com extensa bagagem artística. Foi bailarino na CeDeCe, na Companhia Portuguesa de Bailado Contemporâneo de Vasco Wellenkamp e na TanzKompanie Hildesheim (Stadttheater Hildesheim) na Alemanha. A partir de 2006, começou a desenvolver trabalhos artísticos independentes e fundou a TOK`ART Plataforma de Criação de Dança Contemporânea e Artes Performáticas, na qual tem desenvolvido projetos artísticos e educativos em Cartaxo, onde a companhia é sediada, e também em Setúbal, Bragança e Lisboa. No Brasil, coreografou em 2011 para o Balé da Cidade de São Paulo (Cidade Incerta) e, em 2013, para a Cia. De Ballet da Cidade de Niterói (Romeu e Julieta).

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Crédito: Paulo Lacerda


A BUENOS AIRES
Concepção, Coreografia, Figurino, Iluminação: Gustavo Mollajoli
Música: Primavera Porteña
Autor: Astor Piazzolla
Remontagem: Andréa Maia/Tiça Pinheiro
Resumo: O pas de deux foi criado para Raquel Rossetti e Julio Bocca. A Buenos Aires teve sua estreia em 20 de junho de 1985, no palco do Bolshoi de Moscou durante no 5º Concurso Internacional de Ballet, onde Julio Boca recebeu a Medalha de Ouro. Foi inspirado no tango tradicional da Argentina, dançado nas pontas.


CANTARES

Coreografia e Desenho de Luz: Oscar Araiz
Música: Maurice Ravel
Figurino: Carlos Cytrynovski
Remontagem: Andréa Maia / Tiça Pinheiro
Cantares faz parte do espetáculo Ibérica, inspirado na poesia, na pintura e na música dessa cultura. Foi estreado pelo Balé do Grand Théatre de Genebra e, posteriormente, pelas companhias da Ópera de Berlim. Staatstheather de Wiesbaden, New World Ballet de Miami, Balé da cidade de São Paulo. Ballet Contemporâneo del Teatro San Martin, Ballet del Sur, Ballet de Córdoba, Balé de Teatro Argentino de La Plata e o Ballet Concierto.


NO EVENTO DE UMA SÚBITA PERDA (estreia nacional)

Concepção: André Mesquita
Música: Greg Haines
Figurino: João Paulo de Castro França
Iluminação: Rafael França


GOLBERG

Concepção e Coreografia: Tíndaro Silvano
Música: Johann Sebastian Bach (Variações Goldberg) interpretada por Jacques Loussier Trio
Figurino: Patrícia Caldeira
Iluminação: Ricardo Cavalcanti
Cenário: Originalmente criado por André Cortez para a Ópera Pelléas e Mélisande (Fundação Clóvis Salgado 2008)

As Variações Goldberg, compostas por Bach em 1741, são consideradas uns dos mais importantes exemplos do gênero. Segundo a história, o Conde Hermann Karl Von Keyserling, que frequentemente passava por Leipzig, trouxe consigo o virtuoso jovem Johann Gottlieb Goldberg (naquela época com 14 anos de idade) para receber orientações musicais de Bach. Este Conde passava noites sem dormir e, em tais ocasiões, Goldberg, que vivia em sua casa, tinha que passar a noite na antecâmara tocando para ele durante sua insônia. Certa vez, o Conde mencionou, na presença de Bach, que gostaria de ter algumas obras para teclado, para que Goldberg as executasse. Deveriam ser de caráter suave e algo vigoroso de modo que ele pudesse ser um pouco consolado por elas, em suas noites sem dormir.


SERVIÇO

Evento: Ballet Jovem Palácio das Artes - 40ª Campanha de Popularização do Teatro e da Dança
Data: 27/02
Horário: 20h
Local: Grande Teatro do Sesc Palladium (rua Rio de Janeiro, 1046, Centro)
Entrada: R$9 a R$18. Postos do Sinparc: R$8,00
Informações para o público: 3270-8100

 Em abril, espaço recebe mostras e projetos com produções de várias partes do mundo. Entrada é gratuita

O Sesc Palladium segue com sua programação de cinema do mês de abril. O espaço recebe diversas produções cinematográficas nos projetos Cinema em Transe e na Mostra Cineclube Comum – Políticas do Cinema Contemporâneo, ambos sempre com debates após as sessões. O Cine Sesc Palladium também conta com a programação do Encontro de Cinema Alemão e da Mostra Trilogia de Apu, com filmes do grande mestre do cinema da Índia, Satyajit Ray. Toda a programação tem entrada gratuita e a retirada dos ingressos começa duas horas antes das sessões.

Confira a programação do período de 7 a 20 de abril.

Cinema em Transe

Possui a proposta de apresentar obras nacionais, lançadas recentemente, e que exploram, com vigor e originalidade, a linguagem cinematográfica. Cada sessão terá um convidado para um bate-papo com o público.

15/04, Eles voltam, de Marcelo Lordello, Brasil (Pernambuco), 2012, 100 min. Classificação: 12 anos.

Cris (Maria Luíza Tavares) e Peu (Georgio Kokkosi), seu irmão mais velho, são deixados na beira de uma estrada pelos próprios pais. Os irmãos foram castigados por brigar constantemente durante uma viagem à praia. Após algumas horas, percebendo que os pais não retornaram, Peu parte em busca de um posto de gasolina. Cris permanece no local por um dia inteiro e, sem notícias dos pais ou do irmão, decide percorrer ela mesma o caminho de volta para casa. 

Após a sessão, debate com o diretor de fotografia do filme, Ivo Lopes Araújo.

Mostra Cineclube Comum

A iniciativa procura, por meio da exibição e discussão de uma variada seleção de filmes premiados nos principais festivais do mundo, tornar visível uma incandescente seara da produção cinematográfica atual, trazendo ao público de Belo Horizonte a oportunidade única de fruição artística e aprendizado com o cinema.

10/04, Prisões – nosso corpo é uma arma / Imagens da prisão, de Clarisse Hahn / de Harun Farocki, França – 2013 / Alemanha - 2000, 72 min. Classificação: 16 anos.

Em Prisões, Clarisse Hahn filma duas mulheres que carregam no corpo as marcas de uma guerra violenta e sangrenta. Ela detém a câmera nos rostos dessas mulheres e as olha sem medo do que podem nos mostrar, ou ainda sem medo do que ela própria pode vir a encontrar. Ao filmar, Hahn transforma o ato de olhar e de escutar em um ato de resistência, posicionando-se no campo de batalha ao lado dessas mulheres. Já no ensaio Imagens da Prisão, o influente realizador alemão Harun Farocki pergunta: ao longo de 100 anos de cinema, que imagem foi reservada às prisões? Quais imagens a prisão produziu, através de câmeras de vigilância e vídeos para treinamento dos funcionários? O estabelecimento penal aparece como um laboratório antropológico, onde a morte e a vida são estudadas através do olho da câmera. 

Após a sessão, debate com a pesquisadora Julia Fagioli.

Mostra de Cinema Alemão

Até o dia 13 de abril, o Sesc Palladium acolhe a mostra Encontro com o cinema alemão. Estarão em cartaz dez produções que abordam temas, como a Segunda Guerra Mundial e a vida na Alemanha Oriental após a unificação do país, em películas produzidas entre o fim do século 20 e início do 21. A programação conta, também, com palestras e cursos.

De 8 a 11/04, das 14h às 19h – Curso Cinema e Literatura em diálogo, no contexto alemão contemporâneo. 

09/04 - 20h: Exibição do filme O que permanece (88min), de Hans-Christian Schmid
11/04 - 20h: Nenhum lugar para ir (100min), de Oskar Roehler
12/04 - 17h: Yella (88min), de Christian Petzold / 19h: Berlin is in Germany (90min), de Hannes Stöhr
13/04 - 15h: 4 dias em maio (95min), de Achim von Borries / 17h: Adeus Lenin (120min), de Wolfgang Becker / 19h30: Sonnenallee (94min), de Leander Haußmann.

Projeto Cine Sesc Palladium - Mostra Trilogia de Apu

De 16 a 20 de abril, serão exibidas as produções do ponto culminante da carreira do indiano Satyajit Ray, a famosa Trilogia de Apu, rodada entre 1955 e 1959. O cineasta dedicou cinco décadas de sua vida ao trabalho cinematográfico e foi premiado em Berlim, Cannes, Veneza e ganhador de um Oscar honorífico no ano de sua morte, 1992. Classificação etária livre.

16/04 – 18h: A canção da estrada (1955) / 20h30: O invencível (1957)

17/04 – 18h: O mundo de Apu (1959) / 20h: A canção da estrada (1955)
18/04 – 19h: O invencível (1957)
19/04 – 18h: O mundo de Apu (1959) / 20h: A canção da estrada (1955)
20/04 – 17h: O invencível (1957) / 19h30: O mundo de Apu (1959).

SERVIÇO

Evento: Programação de cinema do Sesc Palladium

Data: período de 7 a 20 de abril
Local: Cine Sesc Palladium (Av. Augusto de Lima, 420, Centro)
A entrada para todas as mostras é gratuita com retirada de ingresso 2h antes das sessões. Espaço sujeito a lotação.

Encontro será realizado no Sesc Palladium, no dia 18/03, e contará com programação variada. Entrada é gratuita

BELO HORIZONTE (10/03/2014) - O Sesc realiza, no dia 18 de março, das 9h às 17h, o II Seminário de Arte Popular e Contemporânea: Relações e Olhares Possíveis. O debate será desenvolvido no Sesc Palladium e faz parte do projeto Ação Arte Popular e Contemporânea, que nesta 3ª edição homenageia a artista Adelícia Amorim. A entrada é gratuita e as inscrições devem ser feitas, até o dia 16 de março, pela página www.sescmg.com.br/seminario-arte-popular-e-contemporanea.

A programação do Seminário contará com a participação do crítico e historiador de arte, Frederico Morais; do doutor em Antropologia Cultural, Ricardo Gomes Lima; da mestre em História e doutora em Sociologia, Marta Dantas; do membro do Instituto Histórico e Geográfico de Minas Gerais e da Comissão Mineira de Folclore, Frei Chico; e da doutora em Literatura Comparada, Maria Angélica Melendi. Estão previstas duas conferências, uma roda de conversa, além do lançamento do documentário O Que eu Quero das Flores?, que aborda o cotidiano de Adelícia Amorim, sua relação com o bordado, com a família e com sua cidade, Almenara.

O objetivo do Seminário é trazer discussões sobre aproximações, fronteiras e interseções entre os universos da arte popular e da arte contemporânea. Também espera-se criar diálogos que possam contribuir para reflexões sobre a arte em suas diversas manifestações e tradições.

 

Sobre o projeto

O Ação Arte Popular e Contemporânea é um conjunto de ações criadas com o objetivo de homenagear um mestre da arte popular mineira e discutir as fronteiras entre arte popular tradicional e arte contemporânea. Realizado desde 2011, o projeto é composto por uma exposição, que traz a obra do mestre homenageado e de mais cinco jovens artistas convidados; um documentário sobre a vida e a obra do mestre popular; e um seminário que busca a construção de um espaço teórico de discussão sobre as fronteiras entre a arte popular e a arte erudita.

 

Convidados

Frederico Morais - Crítico, historiador de arte e curador independente. Publicou 41 livros sobre arte brasileira e latino-americana. Foi professor e coordenador de cursos do MAM - RJ e da Escola de Artes Plásticas do Parque Lage. Foi curador de 71 exposições e eventos de arte, entre eles Do corpo à terra (1970) e Domingos de Criação (1971).

Ricardo Gomes Lima - Doutor em Antropologia Cultural, professor do Instituto de Artes da UERJ. Dirigiu a Sala do Artista Popular e o Centro Nacional de Folclore e Cultura Popular / Iphan MinC. Atuou na criação do Centro de Arte Popular (CAP- CEMIG/MG) onde foi responsável pelo roteiro antropológico da exposição. Autor de livros como O povo do Candeal - caminhos da louça de barro (2012).

Marta Dantas - Mestre em História, doutora em Sociologia e professora de História e Teorias da Arte da Universidade Estadual de Londrina-UEL. Sua produção científica perpassa pelos seguintes temas: surrealismo, arte bruta e experiência limite na arte / literatura. É autora do livro Arthur Bispo do Rosário: a poética do delírio.

Frei Chico - Pesquisador de gabinete e de campo lançou seis livros, dentre eles o Dicionário da Religiosidade Popular: cultura e religião no Brasil. É sacerdote, músico (OMB) e palhaço. Ministra cursos e palestras em diversas universidades brasileiras. É membro da Comissão Mineira de Folclore.

Maria Angélica Melendi - Doutora em Literatura Comparada pela Faculdade de Letras UFMG, professora do Departamento de Artes Plásticas da UFMG e pesquisadora do CNPq. Investiga as relações entre artes visuais e a política na América Latina. É autora do livro Lorenzato.

 

Programação
- 8h às 9h
Credenciamento
- 9h às 9h30
Abertura / Apresentação do Seminário
- 9h30 às 11h
Conferência I
Entre o contemporâneo e o popular: artistas e legitimação
Convidado: Frederico Morais
- 11h às 12h30
Conferência II
Entre o contemporâneo e o popular: a questão social na reflexão sobre artes e artistas
Convidado: Ricardo Gomes Lima
- 12h30 às 14h
Intervalo
- 14h às 15h
Lançamento do documentário O Que eu Quero das Flores?, sobre a artista homenageada Adelícia Amorim.
- 15 às 17h
Roda de Conversa
Entre o contemporâneo e o popular: provocações sobre o tema
Convidados: Marta Dantas e Frei Chico
Mediadora: Maria Angélica Melendi
- 17h
Encerramento

 

SERVIÇO
Evento: II Seminário de Arte Popular e Contemporânea: Relações e Olhares Possíveis
Data: 18/03
Horário: das 9h às 17h.
Local: Sesc Palladium (Av. Augusto de Lima, 420, Centro).
Inscrições de 8 a 16 de março pelo site www.sescmg.com.br
Entrada: gratuita

Apresentação ocorre em 20 e 21 de fevereiro, com entrada gratuita

O Teatro de Bolso Júlio Mackenzie do Sesc Palladium recebe, em 20 e 21 de fevereiro, o músico Alexandre Andrés, que apresentará o show Olhe bem as montanhas, com músicas de seu novo álbum. Esse CD é o terceiro da carreira de Andrés, depois de Agualuz (2009) e Macaxeira Fields (2012). Além do repertório de Olhe bem as montanhas, o artista apresentará algumas músicas já conhecidas pelo público do segundo CD, Macaxeira Fields, e lançará o DVD de mesmo nome. O show tem entrada gratuita com retirada de senha 1h antes da apresentação. O espaço está sujeito a lotação.

Olhe bem as montanhas já está gravado e tem previsão de lançamento ainda no primeiro semestre de 2014. O repertório do novo CD contém quatro faixas instrumentais e seis canções. As letras são criadas pelo letrista Bernardo Maranhão, parceiro de Andrés em seus dois discos anteriores.

O show traz Alexandre Andrés no violão, na flauta e na voz, e conta com a participação dos músicos mineiros Rafael Martini (piano e voz), Pedro Santana (baixo acústico, baixo elétrico e voz) e Adriano Goyatá (bateria, percussão e voz).

O título do show, retomando a frase do artista plástico Manfredo Souza Netto, comunicada há algumas décadas e cada vez mais atual, é um convite renovado ao cultivo da paisagem natural e musical de Minas.

Continuando a trilha aberta nos álbuns anteriores, as composições de Andrés promovem a fusão de gêneros musicais tão diversificados quanto a canção brasileira – em suas matrizes rurais e urbanas – a música instrumental contemporânea, o minimalismo e o rock. Assim, o trabalho do artista se alimenta da mineiridade de suas raízes e da tradição da canção brasileira, mas aponta a cada momento para a novidade, criando atmosferas diversas e inusitadas.

SOBRE ALEXANDRE ANDRÉS

Alexandre Andrés começou a fazer música aos seis anos e a compor aos 15. Com 18 anos lançou seu primeiro álbum autoral, Agualuz. Em 2009, foi duplamente vencedor no Prêmio BDMG Instrumental, como Melhor Arranjo e Melhor Composição, e um dos ganhadores do Prêmio Natura, que permitiu a reedição aprimorada do CD Agualuz, com turnê nas principais cidades mineiras. Em 2010 foi contemplado pelo prêmio Música Minas para realizar shows em Curitiba e São Paulo. Fez shows com a cantora Leopoldina Azevedo, em Porto Alegre e João Pessoa. Em 2011 participou do disco Motivo, do compositor mineiro Rafael Martini. Realizou shows do Agualuz em Ouro Preto e São Paulo e apresentou-se com a cantora Ilessi, em Belo Horizonte. Em 2012 foi um dos idealizadores e produtor do festival Palavra Som, projeto aprovado pela Lei Municipal de Incentivo à Cultura de Belo Horizonte.

Fez parte de vários shows de lançamento do CD Motivo, em Belo Horizonte, São Paulo e na Espanha. Ainda em 2012 recebeu apoio da Lei de Incentivo à Cultura de MG para gravar seu segundo disco, Macaxeira Fields, lançado em 24 e 25 de outubro, no teatro Izabela Hendrix. Nesse show contou com a participação de mais de 12 músicos, dentre eles André Mehmari e o Grupo Uakti. Em agosto de 2013, Andrés gravou seu primeiro DVD, registrando em vídeo boa parte do repertório do álbum Macaxeira Fields, bem como algumas faixas de seu primeiro CD. Em dezembro de 2013 gravou seu terceiro CD, Olhe bem as montanhas, que deverá ser lançado oficialmente em Belo Horizonte em julho. Graduado em Flauta Transversal pela UFMG, atualmente cursa o mestrado na mesma instituição. Atua junto a artistas como Quebrapedra, Rafael Macedo, Rafael Martini, Leonora Weissmann, Leopoldina Azevedo, Gustavito e Ilessi.

 

SERVIÇO

Evento: Show Alexandre Andrés - Olhe bem as montanhas
Data: 20 e 21 de fevereiro
Horário: 20h
Local: Teatro de Bolso Júlio Mackenzie do Sesc Palladium (Av. Augusto de Lima, 420, Centro)
Entrada: gratuita com retirada de senha 1h antes da apresentação. Espaço sujeito a lotação.
Classificação: livre
Duração: 60 minutos
Informações sobre o evento (público): (31) 3270-8100

Em mais um passeio pelos períodos históricos da música sinfônica, a Orquestra interpreta peças de Mozart, Dittersdorf, Boccherini e Haydn

BELO HORIZONTE (04/04/2014) - Neste domingo (06/04), o Grande Teatro do Sesc Palladium recebe a apresentação do Concertos para a Juventude II, da Orquestra Filarmônica de Minas Gerais, às 11h. O repertório traz um encontro com a história da música que conduz o público aos 70 anos do período Clássico. Com preço popular, os ingressos custam R$ 5 (inteira) e R$ 2,50 (meia-entrada).

Sob regência do maestro Marcos Arakaki, a Filarmônica de Minas Gerais apresenta obras de grandes compositores dessa época. Além do Concerto para contrabaixo em Mi maior, de Dittersdorf, com solo do músico da Orquestra Colin Chatfield, também estão no repertório a Abertura de Don Giovanni, de Mozart, e as sinfonias nº 45, de Haydn, e a primeira de Boccherini. Neste ano, os Concertos para a Juventude apresentam a história da música sinfônica, do Barroco ao Moderno, por meio de obras dos principais compositores.

Durante o Classicismo, a música instrumental ganhou mais relevância que a vocal e passou a se tornar mais popular. Uma nova estrutura foi criada: a sonata. E novos instrumentos ganham corpo na Orquestra. Os compositores deixam de lado o cravo e dão atenção aos instrumentos de sopro, o violino toma o lugar do baixo contínuo e o maestro entra em cena. No fim do século XVIII, o piano forte assume definitivamente o lugar do cravo. Os quartetos de corda, criados por Haydn, assim como os trios com piano, ganham popularidade. Neste período, Viena passou a ser conhecida como a capital mundial da música, ali nasceu Schubert, e se tornou a casa de Christoph Gluck, Wolfgang Amadeus Mozart, Haydn e Beethoven, os quatro principais nomes da gestação desse estilo.

SERVIÇO
Evento: Concertos para a Juventude II
Data: 6 de abril de 2014
Horário: 11h.
Local: Grande Teatro do Sesc Palladium (Av. Augusto de Lima, 420, Centro)
Ingressos: R$ 5 (inteira) e R$ 2,50 (meia-entrada)
Informações: (31) 3270-8100

Após turnê pela Europa, Estados Unidos e Canadá, a artista gaúcha passa pelo Brasil em março com shows em BH, Rio, São Paulo e Porto Alegre.

BELO HORIZONTE (10/03/14) - De volta ao Brasil, a cantora, compositora e violoncelista gaúcha Dom La Nena se apresenta nos dias 15 e 16 de março, às 20h, no Teatro de Bolso Júlio Mackenzie do Sesc Palladium, em Belo Horizonte. A última visita da artista ao país foi em agosto de 2013, para o lançamento de seu primeiro álbum Ela, quando se apresentou em São Paulo, Rio de Janeiro e Porto Alegre.

No início do ano passado, Dom lançou seu disco de estreia nos Estados Unidos e Europa, onde vive em Paris. Desde o lançamento, o álbum tem sido aclamado pela imprensa internacional como uma pequena joia, um tesouro de canções íntimas e maduras com aspecto folk-lusófono. No Brasil, o disco chegou em agosto e foi elogiado por veículos como o jornal O Globo e a revista Época, que exaltaram a doçura e maturidade do trabalho.

As treze canções que compõem Ela foram escritas e compostas por Dom La Nena, em português e espanhol, e sua produção foi correalizada com o respeitado cantor e compositor inglês Piers Faccini.

Para o show, o repertório ganha algumas faixas extras que não estão no álbum Ela, e inclui ainda canções inéditas que entrarão no segundo álbum – em fase de preparação – além de músicas do EP Golondrina, que será lançado em breve. A cantora se apresenta sozinha no palco tocando violoncelo e alguns pequenos instrumentos, como o ukelele, um teclado de brinquedo, pequenas percussões e uma guitarra elétrica.

 

DOM LA NENA

Ela tem apenas 24 anos, mas já percorreu uma longa estrada: aos 18, depois de uma formação clássica em violoncelo, piano e musicologia, partiu em turnê por dois anos com a cantora Jane Birkin. Aos 20 acompanhou Jeanne Moreau por alguns países. Atualmente colabora com os trabalhos de Camille, Etienne Daho, Kiko Dinucci e Piers Faccini.

Desde o início de 2013, Dom percorreu diversos países apresentando Ela, tendo feito mais de 90 shows no ano. A turnê já passou pela França, Bélgica, Suíça, Itália, Inglaterra (no Union Chapell, em Londres), Portugal (no prestigioso Centro Cultural de Belém, em Lisboa, com ingressos esgotados), Estados Unidos (no Festival da Rádio KCRW, em Los Angeles, entre outros), Canadá (no mítico Festival Internacional de Jazz de Montreal e também no Festival de Verão de Québec), Marrocos e no Brasil. 


Evento: Dom La Nena – Lançamento do álbum Ela, em BH
Data: 15 e 16 de março
Horário: 20h
Local: Teatro de Bolso Júlio Mackenzie do Sesc Palladium (Av. Augusto de Lima, 420, Centro)
Entrada: R$10 a R$20. Os trabalhadores do comércio de bens, serviços e turismo têm 15% de desconto no valor da inteira.
Duração: 1h30
Classificação: livre

De 07/02 a 30/03, a Galeria de Arte GTO do Sesc Palladium recebe exposição da artista do Vale do Jequitinhonha

BELO HORIZONTE (29/01/2014) - O Sesc promove neste ano a terceira edição do projeto Ação Arte Popular e Contemporânea e apresenta a exposição O Jardim de Adelícia, na Galeria de Arte GTO do Sesc Palladium. A homenageada desta vez é a mestra do bordado Adelícia Amorim, artista de Almenara, no Vale do Jequitinhonha. Na exposição, o bordado é trazido como técnica de trabalho manual para o campo da criação plástica e simbólica da arte. A proposta do projeto é realizar um diálogo da obra da artista com cinco artistas contemporâneos: Ana Luisa Santos, Janaina Mello, Julia Panadés, Rachel Leão e Rodrigo Mogiz. A abertura da exposição, apenas para convidados, ocorre em 6 de fevereiro, das 19h30 às 23h. A visitação ocorre gratuitamente, de 7 de fevereiro a 30 de março, de terça a domingo, das 9h às 21h.

 

jardimadelicia
Crédito: Moringa de Barro/Matheus Alberto
 

O projeto Ação Arte Popular e Contemporânea, ao propor a aproximação entre o popular e o contemporâneo, retoma a discussão sobre as fronteiras que dividem esses dois universos e as suas interseções, lançando luz sobre os diferentes contextos de manifestação da arte. Além da exposição, integram a programação do projeto: a exibição de um documentário sobre a vida e obra de Adelícia Amorim e um seminário, que pretende proporcionar um espaço teórico de discussão sobre as fronteiras entre a arte popular e a arte erudita. O Sesc já realizou outras duas edições do projeto, o primeiro apresentou a exposição A Árvore dos Sonhos Inopinados – homenagem à Geraldo Teles de Oliveira e a segunda foi a exposição Dona Izabel e outros contemporâneos, artista de Santana de Araçuaí, no Norte de Minas. Essa é uma ação pioneira do Sesc no sentido da implantação da Lei Griô, aprovada em 2013, que recomenda ações de promoção dos mestres das culturas tradicionais e populares.

A poética de Adelícia reside principalmente na capacidade de expressar com delicadeza e vitalidade uma “essência de vida” presente no contínuo ato de representação da flor, por meio da ação dilatada do bordar. Ao transpor os buquês, ramalhetes e arranjos do bordado utilitário para o quadro, a artista parece olhar por outras perspectivas, nas quais o mundo dos arranjos compositivos ora se revela em construção geométrica, gráfica, estrutural e sintética, ora é orgânico, vibrante, volumoso e não menos delicado.

O bordado, tradição expressiva nacional, é o ponto central do encontro proposto nessa exposição: vivenciar em um mesmo espaço a obra de Adelícia Amorim e dos cinco artistas contemporâneos convidados. O encontro entre eles representa um diálogo de poéticas que dizem sobre linguagens e contemporaneidade, cujos signos plásticos comuns são a linha, o bordado e a flor. Nas mãos de Adelícia, arte e vida se entrelaçam em relações afetivas, simbólicas e sociais, permitindo que todos possam reconhecer na exposição a singularidade dos seus jardins.

 

SOBRE A ARTISTA

Adelícia Amorim é bordadeira, nascida e criada em Pedra Grande, distrito de Almenara, Minas Gerais. Filha de pai vaqueiro e mãe costureira, aprendeu o ofício ainda menina, ao decidir que iria criar as flores que via nos jogos de cama e mesa dos senhores da fazenda onde cresceu. Autodidata, aprendeu e sofisticou sua forma de perceber e representar ao longo dos anos, criando verdadeiros jardins repletos de cores, formas e delicadezas. Aos 14 anos mudou-se para Almenara, sendo reconhecida em pouco tempo pela qualidade e maestria dos seus bordados. Seus enxovais logo foram reconhecidos e permanecem íntegros, utilizados e encomendados até hoje. Aos 18 anos, casa-se com José, com quem teve nove filhos. Cuidava das crianças, da casa e das flores dos enxovais que fazia, complementando assim a renda da família.

Com os filhos crescidos, Adelícia continuou a bordar e a ensinar a todos que queriam aprender. Já não criava flores somente em jogos de cama e mesa, e sim em almofadas, camisas, bolsas e quadros, que distribuía para filhos, netos, familiares e amigos. Hoje, aos 78 anos, continua bordando intensamente. Sua casa transformou-se num verdadeiro jardim, sereno e acolhedor, em que recebe a todos que queiram conhecer seu trabalho ou aprender o seu ofício. É conhecida e reconhecida na sua cidade e região, admirada e respeitada para além do conhecimento técnico e artístico que domina, mas também pelo caráter humanitário das atividades que desenvolve. Dona Adelícia, como ser humano que é, emana todo o perfume e a beleza que apreendeu com as flores da natureza que a cerca.

 

PROGRAMA EDUCATIVO

A ação educativa pensada para essa exposição tem como proposta o jogo performático na condição de metáfora do ato de bordar. O visitante é convidado a criar imagens a partir do movimento espontâneo do seu corpo numa grande trama. Tudo é pautado pelo ritmo da brincadeira, como num jogo. Após a criação coletiva desse “grande bordado”, as imagens são analisadas e discutidas de outro ponto de vista. Além do jogo, outras atividades integram a ação educativa: a criação de um jardim tendo como suporte o desenho e uma atividade sensorial a partir de cheiros, entre outras. O agendamento para as escolas deve ser feito pelo e-mail O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo. .

 

CAFÉ@MOSTRA

O projeto Café@mostra deste mês recebe a exposição O Jardim de Adelícia. O Projeto exibe obras que oferecem uma espécie de ruptura com a linguagem audiovisual convencional – linear, narrativa, cronológica - e que se constituem enquanto videoarte, enquanto forma expressiva capaz de oferecer novos elementos visuais à imagem em movimento. Com a presença dessas obras no Café@mostra, o projeto pretende aproximar o Sesc Palladium da produção artística contemporânea, dialogando com artistas, pesquisadores e público em geral por meio de um espaço de exposição, reflexão e de estímulo à criação em novas linguagens.

 

SERVIÇO

Evento: Abertura da exposição O Jardim de Adelícia – Adelícia Amorim e Outros Contemporâneos
Data: dia 06/02/14
Horário: das 19h30 às 23h
Local: Galeria de Arte GTO do Sesc Palladium (avenida Augusto de Lima, 420, Centro)
Entrada gratuita apenas para convidados

 

Evento: Exposição O Jardim de Adelícia – Adelícia Amorim e Outros Contemporâneos
Data: de 07/02/14 a 30/03/14
Horário: de terça a domingo, das 9h às 21h
Local: Galeria de Arte GTO do Sesc Palladium (avenida Augusto de Lima, 420, Centro)
Entrada gratuita

 

Evento: Café@mostra - O Jardim de Adelícia – Adelícia Amorim e Outros Contemporâneos
Data: 06/02 a 30/03
Horário: de terça a domingo, das 9h às 21h
Local: Café do Sesc Palladium (rua Rio de Janeiro, 1046, Centro)
Entrada gratuita

 

Evento: Documentário sobre Adelícia Amorim
Data: de 18 a 21/03/14
Horário: 19h
Local: Lançamento do documentário no dia 18/03: Grande Teatro do Sesc Palladium (rua Rio de Janeiro, 1046, Centro) / de 19/03 a 21/03: Cine Sesc Palladium (avenida Augusto de Lima, 420, Centro)
Duração: 30 min
Classificação: livre
Entrada gratuita


Evento: 2º Seminário de Arte Popular e Contemporânea: Relações e Olhares Possíveis
Data: dia 18/03/14
Horário: das 9h às 18h
Local: Grande Teatro do Sesc Palladium (rua Rio de Janeiro, 1.046, Centro)
Inscrição gratuita pelo www.sescmg.com.br
Classificação: 12 anos

Interessados podem se inscrever gratuitamente para participar das atividades. Oficina será ministrada pela cie. toula limnaios

BELO HORIZONTE (03/04/2014) - Estão abertas as inscrições para o workshop Dança e composição contemporânea, que será realizado nos dias 22 e 23 de abril, às 18h30, no Espaço Multiúso do Sesc Palladium. A atividade é gratuita, destinada a bailarinos e músicos profissionais, e faz parte do Projeto Pauta em Movimento. O cadastro deve ser feito até o dia 20 de abril, pelo e-mail O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo. e as vagas são limitadas.

O workshop será desenvolvido pelo grupo alemão cie. toula limnaios, com foco no relaxamento e na coordenação entre a respiração e a dinâmica do movimento. O objetivo é buscar formas de composição e também o desenvolvimento de uma lógica interna, onde o participante comunica e compartilha ao mundo suas próprias ideias de forma não verbal.

Além do workshop, o Pauta em Movimento contará com a apresentação do espetáculo anderland, no dia 25 de abril, no Grande Teatro Sesc Palladium. Os ingressos devem ser retirados nas bilheterias do teatro, no dia do espetáculo, mediante a doação de 1kg de alimento não perecível que será repassado ao Programa Mesa Brasil Sesc ou R$10 (inteira). 

A vinda da cie. toula limnaios ao Brasil é um projeto dentro da Temporada Alemanha + Brasil 2013-2014 e do Goethe-Institut, com o suporte do Senate Chancellery for Cultural Affairs of the State of Berlin.


O GRUPO

A cie. toula limnaios é um grupo dedicado à dança contemporânea fundado em 1996, pela coreógrafa e intérprete Toula Limnaios e pelo compositor Ralf R.Ollertz. Em 2003, inaugurou o HALLE TANZBÜHNE BERLIN, que se consolidou como casa de produção com palco multinacional gerando redes internacionais.

Além do trabalho artístico, o grupo não se dedica apenas à construção de estruturas de trabalho inovadoras, mas também ao reconhecimento e à divulgação da dança em nossa sociedade. A cie. toula limnaios faz de 60 a 70 apresentações por ano e tem 16 colaboradores fixos, que são apoiados pelo trabalho temporário de um grande número de artistas. Desde 2005, é representante da cena alemã de dança em turnês com duração de vários meses pela África, Bélgica, Brasil, Lituânia, Letônia, Dinamarca, Equador, França, Grécia, Irlanda, Itália, Espanha, Áustria, Polônia, Venezuela e Chipre. 


SOBRE ANDERLAND

O espetáculo anderland [outraterra] é um ensaio coreográfico sobre a busca da felicidade e o véu da melancolia, tratando do anseio por uma realidade tangível. Nele são examinadas a sensação e a percepção do tempo, o desejo de enraizamento e incessantemente a fugacidade da vida que passa diante dos olhos.


SERVIÇO

Evento: Projeto Pauta em Movimento - Workshop Dança e composição contemporânea
Data: 22 e 23 de abril de 2014
Horário: 18h30
Local: Espaço Multiúso do Sesc Palladium (Av. Augusto de Lima, 420, Centro)
Inscrições gratuitas pelo O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo. até dia 20. Vagas limitadas.
Classificação: 16 anos
Público-alvo: bailarinos e músicos profissionais

Apresentação ocorre em 20/03, com entrada gratuita

BELO HORIZONTE (10/03/2014) - O Coral das Lavadeiras de Almenara e o cantor Carlos Farias apresentam, no Grande Teatro do Sesc Palladium, em 20 de março, às 21h, o espetáculo de lançamento do disco Devoção, terceiro CD do grupo. O repertório também incluirá canções dos discos anteriores, Batukim BrasileiroO canto das lavadeiras e AQUA – A música das lavadeiras do Jequitinhonha, que recebeu uma nova edição. Segundo Carlos Farias, criador e regente do Coral das Lavadeiras, “são canções que revelam o sincretismo afro católico presente no culto aos santos, caboclos e Orixás, além do cuidado com a preservação das águas e da biodiversidade. Também haverá canções lúdicas e cantos de trabalho, recolhidos nos Vales do Jequitinhonha e do Mucuri”.

O show contará com a participação especial do cantor e compositor João Bá, co-autor da música Lavadeiras do Jequitinhonha, do novo disco. A banda de apoio será formada por Ivan Virgílio (sax soprano e flautas), Zé Geraldo (piano), Pedro Gomes (baixo), Sanráh (violão), Aender Reis (percussão) e Carlos Farias (voz, violão e regência). A direção artística é de Beatriz Farias.

O evento faz parte do projeto Caravana Musical – Cultura e Cidadania, patrocinado pela Petrobras, por meio da Lei Estadual de Incentivo à Cultura, e conta com o apoio cultural do Sesc. O projeto também ocorrerá em Brumadinho (21 e 22 de março), Machacalís (25 e 26 de abril) e Pavão (9 e 10 de maio), com shows, palestras e oficinas.


SOBRE O CORAL DAS LAVADEIRAS

As Lavadeiras de Almenara formam um dos mais importantes grupos de cultura popular do Brasil. Fundado em 1991, o Coral surgiu na cidade de Almenara/MG, no Vale do Jequitinhonha, a partir da construção de uma lavanderia comunitária e do trabalho de pesquisa do cantor e pesquisador cultural Carlos Farias.

Com repertório de sambas, batuques, modinhas, cantigas de roda e toadas de influência africana, indígena e portuguesa, já percorreram o Brasil e ainda se apresentaram em Portugal (2002) e Espanha (2008).

Entre os trabalhos lançados estão os CDs-livros Batukim brasileiro – O canto das lavadeiras (2002), Aqua – A música das lavadeiras do Jequitinhonha (2005) e o novíssimo Devoção (2014).

Dentre as honrarias recebidas, destaca-se a Medalha da Ordem do Mérito Cultural 2010 e o Prêmio Culturas Populares 2012 – Edição 100 anos de Mazzaropi.

SOBRE CARLOS FARIAS

Carlos Augusto de Farias é cantor, compositor e pesquisador cultural nascido em Machacalís/MG, no Vale do Jequitinhonha. A herança deixada pelos negros e indígenas nos Vales do Jequitinhonha e Mucuri tem inspirado o seu trabalho artístico. Além das músicas da sua autoria, ele recolheu, adaptou e gravou várias canções de domínio público cantadas nessa vasta região de Minas Gerais, contribuindo para a preservação de um verdadeiro tesouro musical. O resultado pode ser conferido nos seus discos Carlos Farias (1994); Tupinikim (2000); Batukim Brasileiro – O canto das lavadeiras (2002), Aqua – A música das lavadeiras do Jequitinhonha (2005), Carlos Farias – coletânea (2009) e no novíssimo Devoção (2014). Seu trabalho com o Coral das Lavadeiras de Almenara vem alcançando projeção nacional e internacional. Juntos desde 1991, já se apresentaram em Portugal (Festival de Arte e Criatividade – Ilha da Madeira – 2002), Espanha (Expo Zaragoza 2008) e continuam percorrendo o Brasil com um espetáculo musical emocionante.

 

Evento: Carlos Farias e Coral das Lavadeiras de Almenara - Show Devoção
Data: 20/03
Horário: 21h
Local: Grande Teatro do Sesc Palladium (rua Rio de Janeiro, 1046, Centro)
Entrada: 1 kg de alimento não perecível para Programa Mesa Brasil Sesc. Retirada do ingresso 2h antes do espetáculo. Espaço sujeito a lotação.
Duração: 90 min.
Classificação: livre

BELO HORIZONTE (27/01/2014) - Em fevereiro, a programação infantil do Sesc Palladium contará com os espetáculos Pedro e o Lobo e O Mistério da Bomba H______, integrantes da 40ª Campanha de Popularização do Teatro e da Dança.

A versão para bonecos de Pedro e o Lobo, do Grupo Giramundo, reforça, com imagens, a ideia inicial da versão musical, que é a de compartilhar com as crianças a estrutura elementar de uma orquestra, seus principais timbres e grupos de instrumentos. O espetáculo ocorre no Teatro de Bolso Júlio Mackenzie, em 8, 9, 15, 16, 22 e 23 de fevereiro.

 

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 Crédito: Pedro Mota

 

O Mistério da bomba H______, do Grupo Oriundo de Teatro, em cartaz no dia 9 de fevereiro no Grande Teatro, conta a história da visita de um famoso ator de televisão e de uma ameaça de atentado terrorista, no qual seria utilizada a terrível bomba H______. Entram em cena fãs histéricas, super-heróis, autoridades e malandros que, entre disfarces, amores impossíveis e perseguições, representam o embate entre frangos e perus que movimenta Galinópolis e seus habitantes. A trilha sonora original é especialmente executada ao vivo pelo elenco, tornando o espetáculo leve, divertido e inteligente.


SERVIÇO

Evento: Espetáculo Pedro e o Lobo
Data: 8, 9, 15, 16, 22 e 23 de fevereiro
Horário: 16h
Local: Teatro de Bolso Júlio Mackenzie (Av. Augusto de Lima, 420, Centro)
Entrada: R$30(inteira). Os trabalhadores do comércio de bens, serviços e turismo têm 15% de desconto no valor da inteira. Postos do Sinparc: R$12.
Classificação: livre
Duração: 60 minutos

 

Evento: Espetáculo O Mistério da bomba H_____
Data: 9 de fevereiro
Horário: 17h
Local: Grande Teatro do Sesc Palladium (Rua Rio de Janeiro, 1046, Centro)
Entrada: R$24 (inteira). Os trabalhadores do comércio de bens, serviços e turismo têm 15% de desconto no valor da inteira. Postos do Sinparc: R$10.
Classificação: livre
Duração: 55 minutos

Espaço recebe mostras e projetos com produções de várias partes do mundo. Entrada é gratuita
 

BELO HORIZONTE (31/03/2014) -  Em abril, os amantes da sétima arte vão participar de uma volta ao mundo com a programação de cinema no Sesc Palladium. Ao longo do mês, o espaço receberá diversas produções no projeto Cinema em Transe e na Mostra Cineclube Comum – Políticas do Cinema Contemporâneo, ambos sempre com debates após as sessões. O Cine Sesc Palladium também conta com a programação do Encontro de Cinema Alemão e da Mostra Trilogia de Apu, com filmes do grande mestre do cinema da Índia, Satyajit Ray. Toda a programação tem entrada gratuita e a retirada dos ingressos começa duas horas antes das sessões.

Cinema em Transe

O projeto vai exibir nos dias 1º, 15, 22 e 29 de abril, às 20h, os filmes Batguano, Eles Voltam, Esse amor que nos consome e A floresta de Jonathas, respectivamente. A proposta é apresentar obras nacionais, lançadas recentemente, e que exploram, com vigor e originalidade, a linguagem cinematográfica. Cada sessão terá um convidado para um bate-papo com o público, com o objetivo de propor um debate, não só sobre o tema e a estética adotados na obra, mas, também, sobre os desafios enfrentados no atual contexto da produção audiovisual brasileira. 
Debate com o diretor do filme após a sessão

01/04, Batguano, de Tavinho Teixeira, Brasil (Paraíba), 2014, 75 min. Classificação: 16 anos.
Éramos então um só ser duplo, vivo, transformado com duas cabeças pensando e, logo, nos tornamos símbolo da perfeição, do novo ser em sua máxima evolução e potência e desejo e vontade e expansão, e começamos a viajar pelo universo, por todas as galáxias, divulgando nossa dupla de repentistas punk-rock completos, porque a Terra havia ficado pequena demais para nós dois. Debate com o diretor do filme após a sessão


15/04, Eles voltam, de Marcelo Lordello, Brasil (Pernambuco), 2012, 100 min. Classificação: 12 anos.
Cris (Maria Luíza Tavares) e Peu (Georgio Kokkosi), seu irmão mais velho, são deixados na beira de uma estrada pelos próprios pais. Os irmãos foram castigados por brigar constantemente durante uma viagem à praia. Após algumas horas, percebendo que os pais não retornaram, Peu parte em busca de um posto de gasolina. Cris permanece no local por um dia inteiro e, sem notícias dos pais ou do irmão, decide percorrer ela mesma o caminho de volta para casa. 

Debate com o diretor de fotografia Ivo Lopes Araújo após a sessão.

22/04, Esse amor que nos consome, de Allan Ribeiro, Brasil (Rio de Janeiro), 2012, 80 min. Classificação: 12 anos.
Gatto e Barbot são companheiros de vida há mais de 40 anos e acabam de se instalar em um casarão abandonado no Centro do Rio de Janeiro. Ali, eles passam a viver e ensaiar com sua companhia de dança. A luta do dia a dia se mistura à criação artística e à crença em seus orixás. Através da dança eles se espalham pela cidade, marcando seus territórios.
Debate com o diretor do filme após a sessão.

29/04, A floresta de Jonathas, de Sérgio Andrade, Brasil (Amazonas), 2013, 99 min. Classificação: 12 anos.
Jonathas vive com os pais e o irmão, Juliano, em um sítio na área rural do Amazonas. A família colhe e vende frutas regionais. Uma barraca de frutas na beira da estrada é o lugar de contato com novos amigos e as novidades do mundo. Os irmãos conhecem Milly, uma visitante ucraniana, e o indígena Kedassere. O grupo decide, então, passar o fim de semana em um camping. Mesmo contra a vontade paterna, seduzido por Milly e pela floresta, Jonathas empreende a sua mais transformadora jornada. 

Debate com o diretor do filme após a sessão.

 

Mostra Cineclube Comum
A iniciativa procura, por meio da exibição e discussão de uma variada seleção de filmes premiados nos principais festivais do mundo, tornar visível uma incandescente seara da produção cinematográfica atual, trazendo ao público de Belo Horizonte a oportunidade única de fruição artística e aprendizado com o cinema. Serão exibidos os filmes Em construção, no dia 3; Prisões – nosso corpo é uma arma e Imagens da prisão, no dia 10; e 48, no dia 24, sempre às 20h e seguidos de um debate com um crítico convidado.

03/04, Em construção, de José Luis Guerín, Espanha/França, 2001, 125 min. Classificação: 16 anos.
Durante três anos, José Luis Guerín registrou, com um rigor obsessivo, a demolição de uma seção inteira do bairro chinês de Barcelona, habitado pelas classes trabalhadoras em processo de desintegração, e a construção de um complexo residencial moderno para a nova classe média catalã. Mas enquanto se processa a construção da cidade do futuro, o passado se declara: tanto na estranha descoberta de um cemitério romano sob as fundações do novo edifício, quanto na riqueza cultural revelada na conversa entre dois antigos vizinhos. Recebeu o prêmio especial do júri no Festival de San Sebastián. 

Após a sessão, debate com o pesquisador Roberto Cotta.

10/04, Prisões – nosso corpo é uma arma / Imagens da prisão, de Clarisse Hahn / de Harun Farocki, França – 2013 / Alemanha - 2000, 72 min. Classificação: 16 anos.
Em Prisões, Clarisse Hahn filma duas mulheres que carregam no corpo as marcas de uma guerra violenta e sangrenta. Ela detém a câmera nos rostos dessas mulheres e as olha sem medo do que podem nos mostrar, ou ainda sem medo do que ela própria pode vir a encontrar. Ao filmar, Hahn transforma o ato de olhar e de escutar em um ato de resistência, posicionando-se no campo de batalha ao lado dessas mulheres. Já no ensaio Imagens da Prisão, o influente realizador alemão Harun Farocki pergunta: ao longo de 100 anos de cinema, que imagem foi reservada às prisões? Quais imagens a prisão produziu, através de câmeras de vigilância e vídeos para treinamento dos funcionários? O estabelecimento penal aparece como um laboratório antropológico, onde a morte e a vida são estudadas através do olho da câmera. 

Após a sessão, debate com a pesquisadora Julia Fagioli.

24/04, 48, de Susana de Sousa Dias, Portugal, 2009, 93 min. Classificação: 16 anos.
Partindo de uma série de fotografias de prisioneiros políticos, Susana Sousa Dias (Natureza Morta) volta a centrar-se no período do Estado Novo e realiza um documentário sobre os 48 anos de ditadura em Portugal (1926-1974). Mostrando os rostos das vítimas da PIDE, pretende-se que o espectador observe cada imagem ouvindo, em voz off, o depoimento vivo da pessoa em questão, usando as pausas e os silêncios como meio de reflexão. Para Sousa Dias, o filme “procura operar na zona entre o que a fotografia mostra e o que ela não revela; mas também entre a analogia e a estranheza, o enunciado e o vivido, a imagem e a memória”. 

Após a sessão, debate com a pesquisadora Mariana Souto.

 

Mostra de Cinema Alemão
Entre os dias 4 e 13 de abril o Sesc Palladium acolhe a mostra Encontro com o cinema alemão. Estarão em cartaz dez produções que abordam temas, como a Segunda Guerra Mundial e a vida na Alemanha Oriental após a unificação do país, em películas produzidas entre o fim do século 20 e início do 21. A programação conta, também, com palestras e cursos.

04/04, às 19h30, no Cine Sesc Palladium – Palestra com Yasemin Samdereli, realizadora do filme Bem-vindo à Alemanha.
05/04, às 19h30, no Cine Sesc Palladium - Abertura da Mostra Encontro com o Cinema Alemão - Exibição do filme Bem-vindo à Alemanha e bate-papo com a realizadora Yasemin Samdereli.
De 8 a 11/4, das 14h às 19h – Curso Cinema e literatura em diálogo, no contexto alemão contemporâneo.
06/04 - 15h: Bem-vindo à Alemanha (95min), de Yasemin Samdereli / 17h: Todos os outros (119min), de Maren Ade / 19h30: A vida é um canteiro de obras (118min), de Wolfgang Becker
09/04 - 20h: Exibição do filme O que permanece (88min), de Hans-Christian Schmid
11/04 - 20h: Nenhum lugar para ir (100min), de Oskar Roehler
12/04 - 17h: Yella (88min), de Christian Petzold / 19h: Berlin is in Germany (90min), de Hannes Stöhr
13/04 - 15h: 4 dias em maio (95min), de Achim von Borries / 17h: Adeus Lenin, (120min), de Wolfgang Becker / 19h30: Sonnenallee (94min), de Leander Haußmann.

 

Projeto Cine Sesc Palladium - Mostra Trilogia de Apu
De 16 a 20 de abril, serão exibidas as produções do ponto culminante da carreira do indiano Satyajit Ray, a famosa Trilogia de Apu, rodada entre 1955 e 1959. O cineasta dedicou cinco décadas de sua vida ao trabalho cinematográfico e foi premiado em Berlim, Cannes, Veneza e ganhador de um Oscar honorífico no ano de sua morte, 1992. Classificação etária livre.

16/04 – 18h: A canção da estrada (1955) / 20h30: O invencível (1957)
17/04 – 18h: O mundo de Apu (1959) / 20h: A canção da estrada (1955)
18/04 – 19h: O invencível (1957)
19/04 – 18h: O mundo de Apu (1959) / 20h: A canção da estrada (1955)
20/04 – 17h: O invencível (1957) / 19h30: O mundo de Apu (1959).


SERVIÇO

Evento: Programação de cinema de abril do Sesc Palladium
Data: 01/04 a 29/04
Local: Cine Sesc Palladium (Av. Augusto de Lima, 420, Centro)
A entrada para todas as mostras é gratuita com retirada de ingresso 2h antes daS sessões. O espaço está sujeito a lotação.

Informações sobre o evento (público): (31) 3270-8100

A famosa farsa do escritor inglês Joe Orton marca o reencontro dos dois atores, no palco. Montagem terá três apresentações no Sesc Palladium, nos dias 14, 15 e 16 de março

BELO HORIZONTE (07/03/2014) - O que o mordomo viu é uma farsa escrita em 1967 pelo inglês Joe Orton, considerado o melhor texto concebido no período mais amadurecido do autor. Orton, que foi assassinado, se fixou como um ícone dos anos 1960. Com direção de Miguel Falabella, o espetáculo - que estreou no Queen´s Theatre em Londres em 1969 e desde então tem sido sucesso absoluto - chega a Belo Horizonte e promete divertir a plateia ao tratar de temas atuais como sexualidade, poder, mentiras, traições e corrupção. A montagem fará três apresentações na capital mineira, nos dias 14, 15 e 16 de março (sexta e sábado, às 21h30, e domingo, às 19h), no Grande Teatro do Sesc Palladium.

O que o mordomo viu marca o reencontro de Miguel Falabella e Marisa Orth no palco. A história gira em torno do psiquiatra Dr. Arnaldo (Miguel Falabella) e sua atraente secretária, Denise Barcca (Alessandra Verney). A peça começa com a secretária sendo examinada pelo doutor, durante uma entrevista de emprego. Como parte da entrevista, ele a convence a se despir. A situação vai se tornando mais intensa à medida que a entrevista avança até a entrada em cena da Sra. Mirta (Marisa Orth), esposa de Dr. Arnaldo. Neste momento, o Dr. tenta encobrir o que se passava e, sem tempo para pensar, esconde a secretária Denise atrás de uma cortina. A partir daí se desenrola um grande jogo de erros, pois sua esposa também está escondendo algo: a promessa do cargo de secretário a Nico (Magno Bandarz), por quem está sendo chantageada.

Aos poucos outros personagens vão surgindo em cena, enriquecendo ainda mais a trama. Como se não bastasse a trapalhada instaurada, a clínica de Dr. Arnaldo passa por uma inspeção do governo liderado por Dr. Ranço (Marcello Picchi), revelando então o caos na clínica. Situação essa que Dr. Ranço usará para desenvolver um novo livro.

O espetáculo de Joe Orton aborda com muito humor, as atitudes sociais em relação à sexualidade, como homens e mulheres se sentem e se comunicam, sobre seu desejo pelo poder e como lidam com esse poder. E tem todos os ingredientes de uma brincadeira muito agradável: manias dos personagens, enredos tortuosos, confusão de identidades, portas batendo, roupas que desaparecem, e, acima de tudo, a sagacidade subversiva de Orton, que foi considerado um dos dramaturgos mais criativos do século 20.

 

SERVIÇO
Evento: O que o mordomo viu, com Miguel Falabella e Marisa Orth
Data/horário: 14,15 e 16 de março (sexta e sábado, às 21h30, e domingo, às 19h)
Local: Grande Teatro do Sesc Palladium (rua Rio de Janeiro, 1046, Centro)
Entrada: R$25 a R$130. Os trabalhadores do comércio de bens, serviços e turismo têm 15% de desconto no valor da inteira.
Duração: 90 min.
Classificação: 14 anos
Informações sobre o evento (público): (31) 3270-8100

O espaço contará com duas mostras com entrada gratuita de 1º/02 a 16/02

BELO HORIZONTE (27/01/2014) - O Cine Sesc Palladium receberá em fevereiro duas mostras de cinema: Iconoclássicos e V Mostra de Cinema - Cultura, Arte e Poder, essa integrante da programação do Verão Arte Contemporânea 2014. A primeira, apresentada pelo Itaú Cultural, ocorre do dia 1º ao dia 9 e apresenta uma série de filmes sobre artistas brasileiros contemporâneos. A segunda, com curadoria de Sávio Leite e do Grupo Oficina Multimédia, ocorre de 11 a 16 de fevereiro e trata de semelhanças e especificidades da linguagem audiovisual em filmes que dialogam no eixo da cultura, da arte e do poder. Os idealizadores priorizaram produções nacionais de emergentes talentos e consagrados diretores cinematográficos brasileiros. A entrada para as sessões é gratuita, com retirada de senha 1h antes.


Ffilme existoFilme: ExIsto - Crédito: Divulgação 


PROGRAMAÇÃO DA MOSTRA ICONOCLÁSSICOS – ITAÚ CULTURAL:

A seleção traz documentários sobre o músico e compositor Itamar Assumpção, o artista plástico Nelson Leirner, o dramaturgo José Celso Martinez Corrêa, o cineasta Rogério Sganzerla, o músico Jards Macalé, e uma adaptação do livro Catatau, do poeta Paulo Leminski.

Todos esses criadores são referências importantes no contexto da produção cultural brasileira e suas obras um legado para as novas gerações. Os filmes trazem material de arquivo, entrevistas, biografias e mostram a postura iconoclasta e visionária desses artistas. Cada uma das produções audiovisuais foi realizada por um diretor de destaque no contexto cinematográfico brasileiro, imprimindo uma qualidade autoral às obras.


Dia 01/02 (sábado)
18h - Mr. Sganzerla – Os Signos da Luz
20h - Daquele Instante em Diante

Dia 02/02 (domingo)
16h – Daquele Instante em Diante
18h - Ex Isto
20h - EVOÉ! Retrato de um Antropófago

Dia 04/02 (terça)

18h - Ex Isto
20h - Assim É, se Lhe Parece

Dia 05/02 (quarta)

18h - EVOÉ! Retrato de um Antropófago
20h - Mr. Sganzerla – Os Signos da Luz

Dia 06/02 (quinta)

16h – Daquele Instante em Diante
18h - Assim É, se Lhe Parece
20h - Daquele Instante em Diante

Dia 07/02 (sexta)

18h - Mr. Sganzerla – Os Signos da Luz
20h - Ex Isto


Dia 08/02 (sábado)

16h – Daquele Instante em Diante
18h - Assim É, se Lhe Parece
20h - EVOÉ! Retrato de um Antropófago

Dia 09/02 (domingo)

18h - Daquele Instante em Diante
20h - Mr. Sganzerla – Os Signos da Luz


Sinopses Filmes:

Mr. Sganzerla – Os Signos da Luz, Rio de Janeiro 2011, Joel Pizzini, 90 min. Classificação: 16 anos.
Filme-ensaio que recria o ideário do cineasta Rogério Sganzerla por meio dos signos recorrentes em sua filmografia: Orson Welles, Noel Rosa, Jimi Hendrix e Oswald de Andrade. O método de criação, a musicalidade do olhar, o estilo inovador na montagem, o duo com Helena Ignez que revolucionou a mise en scène no cinema, a parceria com Júlio Bressane na produtora Belair e a atitude iconoclasta do diretor atravessam o filme numa linguagem que se contamina com a dicção vertiginosa do artista. Narrado em primeira pessoa, a partir de imagens raras e situações encenadas, hoje com personagens-chave de sua obra, Mr. Sganzerla – Os Signos da Luz revela a cosmovisão do autor catarinense, refletindo sobre seu percurso inventivo.


Daquele Instante em Diante, São Paulo 2011, Rogério Velloso, 110 min. Classificação: 16 anos.
Documentário que percorre a trajetória musical do Nego Dito Itamar Assumpção, desde os anos da Vanguarda Paulista na década de 1980 até a sua morte aos 53 anos. Com depoimentos daqueles que conviveram com o artista, o filme reúne uma seleção de imagens raras garimpadas em acervos e arquivos particulares, que mostram sua presença antológica nos palcos e momentos de intimidade entre amigos e familiares.

 

Ex Isto, Minas Gerais 2010, Cao Guimarães, 86 min. Classificação: 16 anos
Um filme livremente inspirado na obra Catatau, de Paulo Leminski. O poeta imaginou uma hipótese histórica: "E se René Descartes tivesse vindo ao Brasil com Maurício de Nassau?". Interpretado por João Miguel, o personagem envereda pelos trópicos, selvagem e contemporâneo, sob o efeito de ervas alucinógenas, investigando questões da geometria e da ótica diante de um mundo absolutamente estranho.


EVOÉ! Retrato de um Antropófago, São Paulo 2011, Tadeu Jungle e Elaine Cesar, 104 min. Classificação: 16 anos.
Um filme que articula de forma labiríntica depoimentos recentes e imagens históricas da carreira do diretor, ator e dramaturgo José Celso Martinez Corrêa, do Teatro Oficina. O documentário adquiriu o seu verbo principal em quatro viagens a pontos-chave da trajetória de Zé Celso: Sertão da Bahia; Praia de Cururipe, em Alagoas; Epidaurus e Atenas, na Grécia; e em sua casa, em São Paulo. Um olhar particular e multifacetado de uma das maiores personalidades das artes do Brasil de todos os tempos.


Assim É, se Lhe Parece, São Paulo 2011, Carla Gallo, 75 min. Classificação: 16 anos.
O artista plástico Nelson Leirner revela-se neste documentário despojado sobre a rotina e a intimidade de um criador iconoclasta. "Eu não queria ser artista, eu não queria ser nada", afirma, ironicamente, ao relembrar sua trajetória. Avesso à formação e aos preceitos tradicionais das academias de arte, apropriou-se com liberdade e sem preconceitos das informações e ferramentas que lhe serviram para a criação artística.

 

PORGRAMAÇÃO DA V MOSTRA DE CINEMA - CULTURA, ARTE E PODER (VAC):

Dia 11/02 (terça)
16h - Aterro
18h - Carlos Marighella – quem samba fica, quem não samba vai embora
20h - VIPS - Histórias reais de um mentiroso

Dia 12/02 (quarta)
16h - Ozualdo Candeias e o Cinema
18h - Em busca de um lugar comum
20h - A primeira vez do cinema brasileiro

Dia 13/02 (quinta)
16h - Assim É, se lhe parece
18h - Sopro
20h - Mataram meu irmão

Dia 14/02 (sexta)
16h - Luz, Anima, Ação
18h - CURTAS 01
20h - Perspectiva Dellani Lima

Dia 15/02 (sábado)
16h - CURTAS 02
18h - Em busca de um lugar comum
20h - A primeira vez do cinema brasileiro

Dia 16/01 (domingo)
16h - Assim É, se lhe parece
18h - Sopro
20h - Mataram meu irmão


Sinopses Filmes:

Aterro - Marcelo Reis - 72’- Documentário – 2011 - Classificação: 16 anos
Sete mulheres pioneiras da reciclagem da década de 60 falam do aparente inevitável destino do lixo. Prêmios: Green Award - Third World Independent Film Festival 2011, Califórnia, USA; Prêmio Luis Espinal - 7a. Mostra Cine Trabalho, Marília-SP, 2012; Melhor Filme do Juri Oficial - II Festiver, Colômbia, 2012.


Carlos Marighella – quem samba fica, quem não samba vai embora - Carlos Pronzato - 90’- Documentário – 2010 – Classificação: 16 anos
Carlos Marighella – quem samba fica, quem não samba vai embora é uma homenagem ao centenário de nascimento de Carlos Marighella (5/12/1911 – 5/12/2011), um dos principais militantes políticos da história recente brasileira.


VIPS - Histórias reais de um mentiroso - Mariana Caltabiano – 71’- Documentário – 2010
Documentário mostra a história do paranaense Marcelo Nascimento da Rocha, um dos maiores golpistas do país.


Ozualdo Candeias e o Cinema - Eugenio Puppo - 100’- Documentário – 2013 - Classificação: 16 anos
O documentário remonta a trajetória do caminhoneiro que se tornou um dos maiores cineastas do Brasil. Quem narra a história é o próprio Candeias que, aos poucos, vai revelando seu estilo e genialidade, tendo como pano de fundo as diversas fases do cinema nacional e a Boca do lixo paulista, principal polo de produção durante os anos 1970.


Em busca de um lugar comum - Felippe Schultz Mussel - 80’- Documentário – 2012 – Classificação: 16 anos
Rio de Janeiro, 2011. Anunciadas mundo afora como principal cenário das mazelas sociais brasileiras, as favelas cariocas se consolidaram como um dos pontos turísticos mais visitados do Rio, produzindo não só a remodelação dos roteiros turísticos tradicionais, como uma mudança nas memórias que os estrangeiros guardam da cidade. Imerso nos passeios pela Favela da Rocinha, o documentário investiga os desejos e as imagens envolvidas na construção deste disputado destino turístico. Um mercado que, atento as demandas, não cessa em projetar seus novos atrativos.


A primeira vez do cinema brasileiro - Hugo Moura, Denise Godinho e Bruno Graziano - 83’- Documentário – 2012 - Classificação: 16 anos
Em 1982, quase cinco milhões de pessoas assistiram “Coisas Eróticas” no cinema. Era o primeiro filme pornô a estrear em sala escura, em meio a ditadura militar e no auge da produção cinematográfica da Boca do Lixo paulistana. Narra os bastidores desta fascinante e arrebatadora saga pornográfica.


Assim É, se lhe parece - Carla Gallo - 75’- Documentário – 2011 - Classificação: 16 anos
Strip tease, Casamento, Macacos e Cachorro. Um filme sobre o artista plástico Nelson Leirner.


Sopro - Marcos Pimentel - 73’- Documentário – 2013 – Classificação: 16 anos
Sopro é sobre a existência humana e os mistérios da vida e da morte, mostrados no cotidiano de uma pequena vila rural no meio do nada, no interior do Brasil, onde algumas famílias vivem, há anos, isoladas de maiores contatos com o mundo exterior. O vento, a poeira, as montanhas, o silêncio, o tempo... Entre o inventário e o imaginário deste lugar, o homem e a natureza convivem – harmônica e conflituosamente, na imensidão de uma paisagem que parece esgotar o olhar.


Mataram meu irmão - Cristiano Burlan - 77’- Documentário – 2013 – Classificação: 16 anos
Reconstituindo os detalhes da morte de seu irmão, Rafael Burlan da Silva, ocorrida há 12 anos, o cineasta Cristiano Burlan lança-se a uma jornada pessoal que conduz ao coração de um círculo de violência em torno dos bairros da periferia paulistana – como o Capão Redondo, onde morava a família e o irmão, de 22 anos, foi morto com sete tiros, em 2001. Explorando as razões do envolvimento do irmão com drogas e roubo de carros, o diretor expõe partes de sua própria história familiar, ouvindo parentes e amigos, cujos depoimentos trazem à tona os destinos de diversos personagens, mapeando o histórico de dolorosas feridas emocionais.


Luz, Anima, Ação - Eduardo Calvet - 93’- Documentário – 2013 - Classificação: 16 anos
Quase centenária, a história da animação brasileira traz histórias e personagens tão ricos e estimulantes que sua influência extrapola a seara das artes e invade nosso cotidiano.


Perspectiva Dellani Lima - 59’ – Classificação: 16 anos
Aquele Cara I Adorável Criatura I Estrela I Calça de Veludo I O Amor e o Desejo Podem Ter Excesso I Inquietude I Plano-sequência para os amigos
Natural de Campina Grande, Paraíba, 1975. Cresceu em Fortaleza, Ceará, onde estudou nos extintos cursos de "Dramaturgia" e "Realização em Cinema e Televisão" pelo Instituto Dragão do Mar de Arte e Indústria Audiovisual do Ceará/UECE (1996-2000). Desde 2000, vive e trabalha em Belo Horizonte, onde realizou diversos projetos, inclusive ligados à música. Suas obras já foram incluídas em importantes mostras e festivais no Brasil e no exterior. Co-autor da publicação "Cinema de Garagem: um inventário afetivo sobre o jovem cinema brasileiro do século XXI”.


CURTAS 01 - 62’ - Classificação 16 anos
Quem tem medo de Cris Negão? - René Guerra - 25’ - Documentário - 2012
Cristiane Jordan, ou Cris Negão como era chamada, foi uma travesti cafetina do centro de São Paulo conhecida por seus métodos violentos de controle das outras travestis.
Cowboy - Tarcisio Lara Puiati - 11’- Ficção - 2011
Vida de Cowboy.
Filme Para Poeta Cego - Gustavo Vinagre - 26’- Documentário / Experimental - 2012
Glauco Mattoso, poeta cego sadomasoquista, aceita participar de um documentário sobre a sua própria vida, mas as condições que ele impõe dificultam o trabalho do jovem diretor.

 

CURTAS 02 - 51’ - Classificação: 16 anos
Sanã - Marcos Pimentel - 18’- Documentário - 2013
No interior do estado do Maranhão, um menino e suas buscas pela imensidão da paisagem.
Irmãs - Gian Orsini - 15’ - Documentário - 2011
Há um adágio que diz: “Em tempo de guerra, mentira é como terra”.
Dique - Adalberto Oliveira - 18’- Experimental - 2012
Onde antes era um cenário paradisíaco, surge uma nova paisagem sonora proporcionada pela urbanização desordenada e caótica de uma cidade dormitório.

SERVIÇO
Evento: Programação de cinema de fevereiro do Sesc Palladium
Data: 1º a 9 de fevereiro: Mostra Iconoclássicos - Itaú Cultural
11 a 16 de fevereiro: V Mostra de Cinema - Cultura, Arte e Poder (VAC)
Local: Cine Sesc Palladium (Av. Augusto de Lima, 420, Centro)
Entrada gratuita, com retirada de senha 1h antes. Espaço sujeito a lotação.

Iniciativa é uma parceria com o Goethe-Institut. Filmes exibidos retratam temáticas contemporâneas na história da Alemanha

BELO HORIZONTE (27/03/2014) - O Sesc trará um pouco de Berlim para a capital mineira. Entre os dias 4 e 13 de abril o Sesc Palladium acolhe a mostra “Encontro com o cinema alemão”. Estarão em cartaz filmes como Adeus, Lenin (2003), Berlin is in Germany (2001) e Yella (2007), com classificações etárias que variam entre 12 e 14 anos.

Na abertura oficial da mostra (5/4), será exibido o filme Bem-vindo à Alemanha, produção de 2010 dirigida por Yasemin Sandereli. Na sequência, haverá um bate papo com a diretora. A programação inclui também um curso sobre cinema e literatura alemães na contemporaneidade. (Veja programação completa abaixo).

O cinema contemporâneo da Alemanha será representado em dez produções audiovisuais, todas com exibição gratuita. Temas como a Segunda Guerra Mundial e a vida na Alemanha Oriental após a unificação do país são os motes das películas alemãs, produzidas entre o fim do século 20 e início do 21.

A mostra é uma parceria do Sesc com o Goethe Institut. Posteriormente, a mostra será levada para cidades do interior do estado, com programação a ser definida.

 

CONFIRA A PROGRAMAÇÃO COMPLETA

4/4 às 19h30 no Cine Sesc Palladium – Palestra com Yasemin Samdereli , realizadora do filme "Bem-vindo à Alemanha", que relata ao público sua experiência em roteirizar e dirigir filmes no contexto da Alemanha pós-unificação. Yasemin Samdereli estudou na Escola de Ensino Superior para Televisão e Cinema em Munique. Desde 1994, ela trabalhou em diversos comerciais, seriados de televisão e produções internacionais de cinema como Jackie Chan is Nobody (1997), Accidental Spy (2000) e Field of Dreams (2002).

5/4 às 19h30 no Cine Sesc Palladium - Abertura da Mostra Encontro com o Cinema Alemão - Exibição do filme "Bem-vindo à Alemanha" e bate-papo com a realizadora Yasemin Samdereli.

8/4 a 11/4 de 14h às 19h – Curso Cinema e literatura em diálogo, no contexto alemão contemporâneo. Serão abordadas as correspondências evidentes entre cinema e literatura no contexto da produção alemã em ambas as áreas após a queda do Muro de Berlim (1989) e a Reunificação Alemã (1990).

Ministrante: Profa. Dra. Claudia S. Dornbusch, livre-docente em literatura alemã pela USP, mestre e doutora em literatura alemã pela USP. Em sua tese de livre-docência, analisou as representações da ausência na literatura e no cinema na Alemanha após 1989. Orienta dissertações e teses na área de literatura em interação com o cinema.

6/4 a 13/4 – Exibição dos filmes da mostra no Cine Sesc Palladium - Programação:

6/4 – 15h: Bem-vindo à Alemanha (95min), de Yasemin Samdereli / 17h: Todos os outros (119min), de Maren Ade / 19h30: A vida é um canteiro de obras (118min), de Wolfgang Becker

9/4 - 20h: Exibição do filme O que permanece (88min) , de Hans-Christian Schmid 

11/4 - 20h: Nenhum lugar para ir (100min), de Oskar Roehler

12/4 - 17h: Yella, Christian Petzold (88min) / 19h: Berlin is in Germany (90min), de Hannes Stöhr

13/4 - 15h: 4 dias em maio (95min), de Achim von Borries / 17h: Adeus Lenin, (120min), de Wolfgang Becker / 19h30: Sonnenallee (94min), de Leander Haußmann

 

Serviço
Evento: Palestra com Yasemin Samdereli
Data: 4 de abril
Horário: 19h30
Local: Cine Sesc Palladium (rua Rio de Janeiro, 1046, Centro)
Entrada: Gratuita

 

Serviço
Evento: Abertura da Mostra Encontro com o Cinema Alemão - Exibição do filme "Bem-vindo à Alemanha" e bate-papo com a realizadora Yasemin Samdereli.
Data: 5 de abril
Horário: 19h30
Local: Cine Sesc Palladium (rua Rio de Janeiro, 1046, Centro)
Entrada: Gratuita

 

Serviço
Evento: Curso Cinema e literatura em diálogo, no contexto alemão contemporâneo.
Data: 8 a 11 de abril
Horário: 14h às 19h
Local: Cine Sesc Palladium (rua Rio de Janeiro, 1046, Centro)
Inscrições: Gratuitas. Vagas limitadas, mediante inscrição pelo e-mail: O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo. . É necessário enviar um breve currículo.

 

Serviço
Evento: Exibição dos filmes da mostra no Cine Sesc Palladium
Data: 6 a 13 de abril
Programação: 6/415h: Bem-vindo à Alemanha; 17h: Todos os outros; 19h30: A vida é um canteiro de obras. 9/4 - 20h: O que permanece; 11/4 - 20h: Nenhum lugar para ir; 12/4 - 17h: Yella, Christian Petzold; 19h: Berlin is in Germany; 13/4 - 15h: 4 dias em maio; 17h: Adeus Lenin; 19h30: Sonnenallee.
Local: Cine Sesc Palladium (rua Rio de Janeiro, 1046, Centro)
Entrada: Gratuita

Repertório inclui peças de Castro Lobo, Bach, Telemann, Purcell e Haendel. Neste ano, os Concertos para a Juventude irão contemplar os períodos históricos da música sinfônica

BELO HORIZONTE (07/03/14) - Um dos estilos mais revolucionários e importantes da música clássica ocidental, o Barroco será o tema a conduzir a primeira apresentação dos Concertos para a Juventude da Temporada 2014 da Filarmônica de Minas Gerais. No dia 9 de março, às 11h, no Grande Teatro do Sesc Palladium, sob regência do maestro Marcos Arakaki, a Orquestra interpreta obras compostas entre 1600 e 1750. Alma Maria Liebrecht e Evgueni Gerassimov, músicos da Filarmônica, são os convidados para interpretar o Concerto para duas trompas, de Telemann. Também no repertório, a Abertura em Ré maior, de Castro Lobo, o Concerto de Brandenburgo n° 3, de Bach, o Concerto para duas trompas, de Telemann, a suíte Abdelazer, de Purcell, e a Música Aquática, de Haendel.

Neste ano, os Concertos para a Juventude apresentam ao público a história da música sinfônica, do Barroco ao Moderno, por meio de obras dos principais compositores de cada época. Com preço popular, os ingressos custam R$5. Os trabalhadores do comércio de bens, serviços e turismo têm 15% de desconto no valor da inteira.

Para além de estilo artístico, o Barroco se apresenta como período histórico da arte, no qual surgiram novos modos de compreensão do mundo, de Deus e do homem. O termo “barroco” remete à expressão “pérola de formato irregular” e se revela como um período marcante na arquitetura, na escultura, na pintura e na literatura, assim como na música sinfônica. Em todas as artes, o barroco caracteriza-se pelos opostos. No caso da música, considerada por muitos pesquisadores como exuberante, o período é marcado por ritmos energéticos, melodias com muitos ornamentos e sonoridades fortes e suaves.

Os Concertos para a Juventude são apresentados pelo Itaú por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura.


O maestro Marcos Arakaki

Marcos Arakaki tem conduzido importantes orquestras brasileiras, além de orquestras nos Estados Unidos, México, Argentina, República Tcheca e Ucrânia. Sua trajetória artística é marcada por prêmios como o do I Concurso Nacional Eleazar de Carvalho para Jovens Regentes, promovido pela Orquestra Petrobras Sinfônica em 2001, e I Prêmio Camargo Guarnieri, realizado pelo Festival de Campos do Jordão, em 2009.

Natural de São Paulo, bacharel em violino pela Universidade Estadual Paulista (Unesp), concluiu seu mestrado em Regência Orquestral pela Universidade de Massachusetts em 2004, sob a orientação do maestro Lanfranco Marcelletti. Foi regente titular da Sinfônica da Paraíba e da Sinfônica Brasileira Jovem por quatro temporadas, com grande reconhecimento da crítica especializada e do público. Como regente assistente da Orquestra Sinfônica Brasileira (OSB), gravou a trilha sonora do filme Nosso Lar, composta por Philip Glass (2010). Também foi regente assistente da Orquestra Sinfônica de Santo André. Colaborador da Filarmônica de Minas Gerais desde 2011, atualmente é seu Regente Associado.


Alma Maria Liebrecht e Evgueni Gerassimov

Natural dos Estados Unidos, Alma é Mestre em Música. Formou-se no Instituto Curtis de Música e na Universidade de Yale e foi bolsista do Ensemble ACJW do Carnegie Hall. Apaixonada pela música de câmara, Alma é fundadora do grupo de câmara Decoda e do quarteto DZ4. Apresentou-se com diversos grupos em Nova York, entre eles a Orquestra de Câmera Orpheus, e foi trompa principal convidada na Sinfonietta de Hong Kong e na Sinfônica de Delaware. Integrou-se à Filarmônica de Minas Gerais em 2013.

Nascido na Bielo-Rússia, Evgueni formou-se no Colégio Estadual de Música e na Academia Estadual de Música, em Minsk. Integrou a Orquestra Sinfônica do Teatro Nacional de Ópera e Balé de Minsk e apresentou-se na Filarmônica Nacional, Orquestra Nacional de Rádio e TV, Orquestra Nacional de Câmara e Orquestra Klassik-Avangard. Na Europa, realizou turnês e participou dos festivais Rugen Opera, Shlezvig-Holstain e Yehudi Menuhin. Trabalhando na Orquestra Amazonas Filarmônica, esteve em várias edições do Festival Amazonas de Ópera. Integrou-se à Filarmônica de Minas Gerais em 2008.


Sobre a Orquestra Filarmônica de Minas Gerais

Um dos únicos projetos mundiais de orquestra sinfônica do início do século XXI, a Filarmônica de Minas Gerais foi criada, em 2008, pelo Governo de Minas, com o intuito de inserir o Estado nos circuitos nacional e internacional da música clássica. A Orquestra entra em seu sétimo ano com a perspectiva de sede própria, a Sala Minas Gerais, atualmente em obras, que possibilitará flexibilidade na programação, além da construção de uma sonoridade própria e do desenvolvimento de novos projetos. Outro passo importante nestes sete anos é a entrada da Filarmônica no mercado fonográfico, com a gravação de seu primeiro CD comercial, pelo selo Sonhos e Sons, com a Sinfonia nº 9 de Franz Schubert, e a parceria com o selo internacional Naxos, para a registro, no momento, de obras de Villa-Lobos.

Com excelência artística, vigorosa programação e reconhecimento de três importantes premiações – prêmio Carlos Gomes de melhor orquestra brasileira, melhor grupo musical erudito pela Associação Paulista de Críticos de Artes (APCA) e Prêmio Carlos Gomes de melhor regente brasileiro, recebido pelo maestro Fabio Mechetti, diretor artístico e regente titular da Filarmônica –, a Orquestra torna-se referência no Brasil e vai conquistando seu espaço internacionalmente.

Desde sua criação, a Filarmônica de Minas Gerais apresenta-se regularmente em Belo Horizonte, em duas séries no Palácio das Artes, em Concertos para a Juventude, Clássicos no Parque e Concertos Didáticos, além de realizar turnês por Minas Gerais e pelo país. Visitou cidades de todas as regiões brasileiras e mineiras, algumas delas mais de uma vez. A Orquestra também tem se apresentado na Sala São Paulo, nos teatros municipais do Rio de Janeiro e de São Paulo e participa dos principais eventos de música clássica do país, como o Festival Internacional de Inverno de Campos do Jordão, o Festival Internacional de Música Colonial Brasileira e Música Antiga de Juiz de Fora, os Concertos Paulínia e a Rio Folle Journée, entre outros. A primeira turnê internacional da Filarmônica ocorreu em 2012, com cinco concertos na Argentina e no Uruguai.

Como ações de estímulo à música, a Filarmônica de Minas Gerais promove o Festival Tinta Fresca, destinado a compositores de todo o país, e o Laboratório de Regência, atividade inédita no Brasil, que abre oportunidade para jovens regentes brasileiros.

 

SERVIÇO

Evento: Concertos para a Juventude – Orquestra Filarmônica de Minas Gerais
Data: 09/03
Horário: 11h
Local: Grande Teatro do Sesc Palladium (rua Rio de Janeiro, 1046, Centro)
Entrada: R$5 (inteira). Os trabalhadores do comércio de bens, serviços e turismo têm 15% de desconto no valor da inteira.
Duração: 1h15
Classificação: livre

Marcos Arakaki, regente
Alma Maria Liebrecht, trompa
Evgueni Gerassimov, trompa

CASTRO LOBO Abertura em Ré maior
J.S. BACH Concerto de Brandenburgo nº 3 em Sol maior, BWV 1048
TELEMANN Concerto para duas trompas, TWV 54: ES 1
PURCELL Abdelazer, Z. 570: Suíte
HAENDEL Música Aquática: Suíte nº 2 em Ré maior, HWV 349


Informações sobre o evento (público): (31) 3270-8100

Espetáculo que integra a 40ª Campanha de Popularização do Teatro e da Dança ocorre de 21 a 23 de fevereiro

BELO HORIZONTE (27/01/2014) - De 21 a 23 de fevereiro, o Grupo Galpão apresenta o espetáculo Tio Vânia (aos que vierem depois de nós), no Grande Teatro do Sesc Palladium. O evento integra a programação da 40ª Campanha de Popularização do Teatro e da Dança. O espetáculo, com direção de Yara de Novaes, já percorreu 20 cidades, em 104 apresentações, com 31.153 espectadores. Tio Vânia foi vencedor do Prêmio SESC SATED - melhor direção.

 

TioVania
Crédito: Elenize Dezgeniski


Sobre a peça

Peça escrita em 1897, por Anton Tchékhov, Tio Vânia tem como tema central a perda inevitável das ilusões e a consequente necessidade do homem de se reinventar e de enfrentar o futuro. Ambientada em uma decadente propriedade rural russa, no final do século XIX, o texto aborda, de maneira profunda e delicada, o amor, o desejo, a passagem do tempo, o declínio físico, a aridez da existência, o desalento, a aniquilação dos sonhos, e inclui, surpreendentemente, uma mensagem atravessada de fé.

Vivendo numa propriedade rural, Vânia, o protagonista, descobre, com quase cinquenta anos, que desempenhou um papel secundário e irrelevante na vida. Essa constatação ocorre quando o Professor Serebriákov, viúvo de sua irmã, deixa a cidade para viver na mesma fazenda com sua jovem esposa, a atraente Helena. O novo morador, até então um mito, não só para Vânia, mas para toda a família, acaba revelando, com a proximidade, seu verdadeiro caráter: um homem arrogante e um intelectual medíocre. A chegada do casal altera completamente a rotina da casa. Não só pela prepotência do Professor, mas também pela perturbadora presença de Helena, que incendeia a imaginação de Vânia e atrai irresistivelmente o Dr. Ástrov, um médico amigo da família, com ideias originais em relação ao futuro da terra. Apaixonada pelo médico, Sônia, filha de Serebriákov, também se sente incomodada com os encantos da madrasta. A sedutora Helena, atormentada entre o desejo e o sentimento de culpa, acaba seduzida por Ástrov sem, contudo, se permitir viver a paixão.


Elenco
Antonio Edson / Tio Vânia
Arildo de Barros / Serebriákov
Eduardo Moreira / Ástrov
Fernanda Vianna / Helena
Paulo André / Teléguine
Teuda Bara / Maria Vassiliévna
Atriz convidada: Mariana Lima Muniz / Sônia

 

Ficha técnica
Direção: Yara de Novaes
Texto: Anton Tchekhov
Tradução e adaptação: Grupo Galpão
Cenografia e Figurino: Márcio Medina
Iluminação: Pedro Pederneiras
Preparação Corporal e Assessoria de Movimento Cênico: Mônica Ribeiro
Trilha Sonora e Música Original: Dr. Morris
Direção vocal de texto: Babaya
Caracterização: Mona Magalhães
Assistência de Direção: Paulo André
Cenotécnica: Helvécio Izabel, Bruno Cerezoli, Elton John
Direção de Produção: Gilma Oliveira


SERVIÇO

Evento: Espetáculo Tio Vânia (aos que vierem depois de nós)
Data: 21 a 23 de fevereiro
Horário: sexta e sábado, às 21h; domingo, às 19h
Local: Grande Teatro do Sesc Palladium (rua Rio de Janeiro, 1046, Centro)
Entrada: na bilheteria do teatro: R$40 (inteira). Os trabalhadores do comércio de bens, serviços e turismo tem 15% de desconto no valor da inteira. Nos postos do Sinparc: R$12.
Classificação: 12 anos
Duração: 90 minutos

Espetáculo terá apresentações de 28 a 30 de março

BELO HORIZONTE (20/03/2014) - O Grupo mineiro Virundangas apresenta o espetáculo Hoje é o dia de mais ninguém, de 28 a 30 de março, às 20h, no Teatro de Bolso Júlio Mackenzie, no Sesc Palladium. Os valores dos ingressos variam de R$10 a R$20. Os trabalhadores do comércio de bens, serviços e turismo têm 15% de desconto no valor da inteira.

Hoje é o dia de mais ninguém narra a história do astrônomo Naos, do poeta Orestes e do carpinteiro Eco que, após receberem um sinal caído do céu, encontram-se no malfadado último dia do planeta, antes de uma tempestade gigantesca inundar e acabar definitivamente com toda a vida existente. No decorrer desse impasse, o tempo é urgente e esmagador, subtrair o peso dos apegos pode ser doloroso, mas fundamental, e a vida é uma dança das incertezas.


SERVIÇO
Evento: espetáculo Hoje é o dia de mais ninguém
Data: 28, 29 e 30 de março
Horário: 20h
Local: Teatro de Bolso Júlio Mackenzie (Av. Augusto de Lima, 420, Centro)
Entrada: R$10 a R$20. Os trabalhadores do comércio de bens, serviços e turismo têm 15% de desconto no valor da inteira.
Duração: 30 min.
Classificação: livre

Evento ocorre no Acervo Artístico e Literário, em 13/03. A entrada é gratuita

BELO HORIZONTE (06/03/14) - O Sesc Palladium recebe, em 13 de março, o lançamento do livro 365 mentiras, de Gabriel Pimenta. O evento ocorre no Acervo Artístico e Literário, às 19h, e a entrada é gratuita. 365 Mentiras é uma mistura instigante de momentos comuns, cenas de amor e ódio, releituras de livros célebres, segmentos fantásticos e momentos tragicamente farsescos. Com sua prosa ágil, Gabriel Pimenta faz do seu livro de estreia uma obra marcante, que extrai força da diversidade das histórias e que se alinha, tanto com a diversidade da comunicação contemporânea, quanto com os temas clássicos da literatura.


SOBRE O LIVRO

365 Mentiras é um livro cuja deliciosa mistura entre realidade e ficção começa já em seu título: ele é, de fato, composto por 365 contos; o número de mentiras, contudo, é incalculável. Afinal, se uma história trata de ações cotidianas, com as quais todos os leitores podem se identificar, ela pode ser considerada uma ficção? E se um dos muitos personagens – estudantes, balconistas, guerreiros medievais, marginais, casais apaixonados – ultrapassa a narrativa e trata de fatos reais? Questões como essas permeiam as muitas histórias que se cruzam e se completam.

O livro 365 Mentiras também é a versão final de um blog homônimo, no qual os contos foram publicados pela primeira vez. Um por dia, todos os dias, ao longo de um ano, o autor escreveu e levou ao público as histórias, cujas referências vão dos clássicos da literatura universal à cultura pop, além, é claro, das narrativas eletrônicas em multiplicação que estão na origem do projeto.

365 Mentiras é um livro rico, cujas nuances mudam e ficam mais ricas a cada leitura, e que proporciona aos seus leitores a experiência única de entrar em divertido labirinto literário.


SOBRE GABRIEL PIMENTA

Nascido em 1987, é belo-horizontino e ainda reside na cidade, da qual tira a inspiração para grande parte de sua obra. Analista internacional por formação e mestre em Relações Internacionais pela PUC Minas, iniciou o projeto 365 Mentiras em agosto de 2012.


SERVIÇO

Evento: Lançamento do livro 365 mentiras
Data: 13/03
Horário: 19h
Local: Acervo Artístico e Literário do Sesc Palladium (Av. Augusto de Lima, 420, Centro)
Entrada gratuita
Duração: 4h
Classificação: livre

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